segunda-feira, 25 de junho de 2018
Novas tecnologias na comunicação social
domingo, 28 de maio de 2017
É PRECISO DETER A ESPIRAL DO MEDO
sexta-feira, 28 de março de 2014
Jornalismo oculto no Telejornal da RTP
no PÚBLICO
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Mais um jornal online
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Redes sociais vão redefinir o jornalismo
Um debate importante
a decorrer em Fátima
Para ler mais na RR
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
BISPO DO PORTO NOMEADO PARA O CONSELHO PONTIFÍCIO DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
Além de D. Manuel Clemente, foram nomeados outros nove membros e 11 consultores para o organismo da Santa Sé que tem como missão promover “a ação da Igreja e dos fiéis nas múltiplas formas da comunicação social”.
Li aqui
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Comunicação Social: É preciso remar contra a maré
domingo, 16 de outubro de 2011
Comunicação Social, Pobreza e Exclusão
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Como é lida a Igreja em Portugal pela comunicação social
e relações limitadas
sábado, 3 de setembro de 2011
Da sacristia ao púlpito dos jornais. Um raio X à imprensa católica portuguesa
«A Igreja tem uma presença esmagadora na imprensa regional, mas os jornais estão envelhecidos e sobrevivem com anúncios institucionais e de necrologia
Quer se goste quer não, a história da imprensa regional portuguesa é feita da imprensa de inspiração cristã. E quer se goste quer não, boa parte dos jornais regionais ainda pertencem à Igreja. Existem em todos os distritos e na maioria têm audiências elevadas. Em 2008, o "Anuário Católico" dava conta de que a Igreja detinha cerca de 800 títulos - entre jornais, revistas e boletins paroquiais. Semanários de expansão regional existem 17, espalhados pelo país: é o sonho de qualquer grupo de media.»
Ler mais aqui
terça-feira, 12 de julho de 2011
RÁDIO TERRA NOVA: 25 anos de projetos e sonhos
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Novas tecnologias da comunicação vistas por Pacheco Pereira
domingo, 5 de junho de 2011
Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais
na era digital
sábado, 26 de fevereiro de 2011
EXPRESSO sempre atento
Escrevi um dia destes que o EXPRESSO é uma instituição de referência na área da comunicação social. Com novo diretor, Ricardo Costa, era esperada uma readaptação aos tempos presentes. Como é lógico.
sábado, 19 de junho de 2010
Diário de Aveiro faz anos
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Um livro de Dinis Alves: "A informação ao serviço da estação"
Sendo o autor, que bem conheço, um homem da comunicação e profundamente metido no meio, o seu trabalho, que ainda não li, revelará, à partida, uma coragem desusada. Precisamos, de facto, de livros e de gente como Dinis Alves.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
CORREIO DO VOUGA faz anos
16 de Novembro
Fernando Martins
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O papel do provedor do leitor num órgão de comunicação social
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Elogios à comunicação
Todos os projectos de comunicação são úteis. Basta que ofereçam contributos à construção dessa característica fundamental da pessoa humana: a relação.
Por esta perspectiva passa o trabalho de muitos projectos mediáticos. Também os que dependem, pessoal ou institucionalmente, da Igreja Católica em Portugal.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Vasco Lagarto alerta: as pessoas cada vez mais se interessam menos por aquilo que acontece à sua volta
A RTN nasceu na década de 80 do século passado, num período de baixa de preços dos equipamentos de emissão. Um pouco por todo o mundo, e em Portugal também, surgiram rádios locais, muitas vezes direccionadas para simples bairros. Pretendia-se divulgar iniciativas de instituições dos mais variados ramos, que nunca tinham vez nem voz nas rádios nacionais. O boom das “rádios piratas” foi de tal ordem elevado, que as entidades oficiais não tiveram qualquer hipótese de impedir o seu funcionamento.
Em 12 de Julho de 1986, a RTN, mesmo sem baptismo, foi para o ar, na sede da Cooperativa Cultual. Diz a sua história que eram 11.30 horas de um sábado. “Ligámos apenas um amplificador e passámos música gravada”, recorda Vasco Lagarto.
Em 31 de Dezembro de 1988 “calou-se”, por imposição do processo de legalização entretanto iniciado. Mas em 26 de Março de 1989, num domingo de Páscoa, agora com alvará e com as exigências de legislação entretanto aprovada, reiniciou as suas emissões, assumindo um projecto voltado para as realidades culturais e sociais das comunidades envolventes, num raio de acção que hoje chega aos 50 quilómetros.
Posteriormente, adoptou o nome Terra Nova, não só em homenagem a quantos viveram a saga da Faina Maior – pesca do bacalhau – nos mares do mesmo nome, mas ainda por reflectir o sonho de quantos apostam numa terra nova, no respeito pelo progresso sustentado e pelos direitos humanos.
Rádio Terra Nova aposta na WEB
Reconhecendo que os princípios que enformaram as rádios locais estão um pouco “adulterados”, o director da RTN reafirma que não consegue conceber o projecto Terra Nova sem as componentes da primeira hora. E adianta que actualmente há muitas que, por força das dificuldades económicas, cederam a antena a grandes rádios nacionais, ficando o nome como pequena “máscara”. Essas rádios nacionais operam assim, ”aproveitando as sinergias da sua dimensão, para atingirem o mercado local da publicidade”. Vasco Lagarto insiste na ideia de que a ligação da RTN à sociedade é importante. “Isto é uma coisa que ao longo do tempo tem vindo a diminuir; as pessoas cada vez mais se interessam menos por aquilo que acontece à sua volta e pela riqueza da sua própria comunidade”, frisou. Questionado sobre a atracção exercida por outros meios de comunicação social, nomeadamente a Internet, o director da Terra Nova admite que tal possa estar a acontecer. Porém, sublinha de imediato que a RTN também se adaptou a essa realidade, ocupando o seu espaço na WEB (www.terranova.pt), onde regista um sucesso que não pára de crescer, com um milhão de visitas por mês, sendo 80 por cento de Portugal e as restantes do estrangeiro. A RTN, que opera nos 105 FM, procura reflectir nos seus conteúdos a vida concreta, a vários níveis, dos concelhos à volta de Ílhavo, sendo garantido que “é isso que nos diferencia de qualquer outra rádio de outra região, quer seja local, quer nacional”, garante o nosso entrevistado. Entretanto, numa constante procura de ligação às mais diversas instituições, Vasco Lagarto não perde a oportunidade de sensibilizar toda a gente para uma envolvência mais dinâmica, tanto sob o ponto de vista técnico como humano, tanto científico como económico. Assim, apresentou um projecto no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, no sentido de criar “uma relação mais próxima, mais pessoal, entre a comunidade (neste caso o mundo inteiro) e a própria rádio”. E acrescentou: “Ficámos surpreendidos quando, no fundo, cinco alunos se entusiasmaram pelo projecto, estando então a fazer um esforço, na perspectiva de criar uma nova página com aquelas funcionalidades.” Sobre a ligação da Terra Nova a outros projectos de comunicação social, Vasco Lagarto admitiu que houve, há anos, a ideia de criar um jornal, “esperança que ainda não se perdeu”, até porque o que é produzido na rádio poderia ser aproveitado para isso. A questão, que “não saiu da agenda”, talvez possa voltar a ser equacionada, “quando a rádio completar 25 anos”.
Rádios Locais também fazem serviço público








