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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Conselho de Cardeais solidário com o Papa



O conselho consultivo de cardeais, o chamado ‘C9’, manifestou hoje a sua “plena solidariedade ao Papa”, em comunicado divulgado pela Santa Sé, perante o que aconteceu nas últimas semanas, “consciente de que no atual debate a santa Sé vai formular os eventuais e necessários esclarecimentos”, li na Ecclesia. Li ainda que “os participantes apresentaram ao Papa a sua proposta para a reforma da Cúria Romana, após cinco anos de atividade”

Fonte: Ecclesia 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

VERÃO — TEMPO DE VIVER E DE SONHAR


Hoje, de madrugada, chegou o verão. Ainda bem que chegou porque estava a fazer falta, não obstante o calor carregar em si as ameaças dos fogos florestais. Este ano, uns dias antes do verão, aconteceu entre nós o que todo o mundo já sabe. As tragédias nesta quadra de tempos escaldantes são, infelizmente, habituais em Portugal. De todos os portugueses se espera a solidariedade para acudir a tantos que perderam tudo. Que em horas de imensos supérfluos nos lembremos deles com os nossos contributos possíveis, de acordo com as capacidades de cada um.

De estações que não honram o seu carisma estamos nós fartos. Agora, com o verão, até vamos ter oportunidades de vestir roupas mais ligeiras. E os mais idosos, que é o meu caso, rejubilam com o prazer de gozar um tempo saboroso. Um tempo que permita uns passeios, uma busca de ares que reconfortem o corpo e a alma, um sentido de amplitude que a liberdade de sair de casa suscita em toda a gente. 
Na minha idade, e não só, o verão é calor, luminosidade envolvente, alegria, paixão de viver e de conviver, mas também de sonhar. E se o sentirmos e absorvermos com intensidade, até poderemos entrar no outono do tempo e da vida com mais confiança.
Bom verão para todos!

sexta-feira, 11 de março de 2016

Onda de Solidariedade à volta da Rádio Terra Nova



A Rádio Terra Nova, 105 FM, foi alvo da fúria dos ventos fortes que caíram sobre a nossa região na noite de 14 para 15 de fevereiro. A queda da antena, base de sustentação para as emissões chegarem mais longe, cortou a voz à única rádio local a operar no concelho de Ílhavo e arredores, onde não falta espaço para o povo e suas instituições terem vez e voz que se faça ouvir, muito para além das fronteiras terrestres das suas origens. Graças às novas tecnologias, a RTN é ouvida praticamente em todo o mundo.
Não foi por acaso que, logo que foi notícia a queda da antena, através dos mais diversos órgãos de comunicação social, de âmbito local, regional e nacional, se elevou no éter uma onda de solidariedade para restituir voz à nossa rádio, numa ânsia de reerguer a antena, que todos, agora, admitem como indispensável à nossa maneira de ser e de estar no mundo, como cidadãos livres, responsáveis e atuantes nos processos democráticos e de progresso, com necessidades formativas, informativas e recreativas, base essencial da construção da cidadania a todos os níveis.

sábado, 11 de julho de 2015

Enviados por Jesus a curar e a libertar

Reflexão de Georgino Rocha




«É preciso sobrepor a relação solidária 
à razão económica, 
o bem de todos aos interesses de alguns»







Jesus marca o ritmo do tempo. Quer que o seu projecto entre numa fase nova: lançar os discípulos na primeira experiência da missão. Mc 6, 7-13. Por isso, faz a escolha dos doze, símbolo da totalidade, confere-lhes poder sobre as forças do mal, define o anúncio da mensagem a proclamar e dá instruções claras e precisas. Tudo em conformidade com o que tinha feito - e eles tinham visto e ouvido - nas viagens pelas aldeias e na ida às sinagogas, no contacto com as multidões, nas conversas em família.
Este modo de proceder constitui a melhor escola de formação: em grupo, com relacionamento personalizado, ensinamentos oportunos e, quase sempre, precedidos de acções envolventes e apelativas, recurso a explicações complementares, autoridade reconhecida e participada por todos, responsabilidades atribuídas progressivamente, riscos calculados e ousadia confiante. Tudo a convergir para formar aqueles que eram/são chamados a testemunhar e a cooperar na realização do projecto de salvação que Deus nos proporciona em Jesus Cristo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Joana Pontes apoia instituições

Um exemplo 
a seguir e a apoiar

A Joana continua, com toda a generosidade, na sua caminhada solidária. A recolha das tampinhas é tarefa que leva à prática no seu dia a dia, mas não se fica por aí. Estimula as pessoas que se cruzam com ela, desafia outras e tem pena das que falam e falam, mas nada fazem pelos que precisam.
Desta feita, com a sua campanha, beneficiou o CASCI, a Fundação Prior Sardo, a Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, o Lar de São José, o Lar Nossa Senhora da Nazaré, o Lar da Gafanha do Carmo e, ainda, uma Escola da Gafanha da Nazaré e outra da Gafanha do Carmo. 
Os meus parabéns para a Joana Pontes, com votos de que não lhe faltem apoios e colaboradores para prosseguir na sua vida de bem-fazer.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

JOANA PONTES: UM EXEMPLO PARA TODOS


O que é lixo para nós pode ser vida para outros



«Sempre me conheci a olhar para as minorias, mesmo a nível da escola primária; juntava-me àqueles amigos que ninguém queria, porque vinham sujos; mas não consigo identificar as razões que me levavam a isso.» Esta foi a resposta que Joana Pontes deu à pergunta que lhe fizemos no início da conversa que tivemos com ela, no sentido de compreendermos os motivos por que se envolve em diversas campanhas de solidariedade, nomeadamente no projeto de recolha das tampinhas, que se materializa na dádiva de cadeiras de rodas para instituições do nosso município.

Joana Pontes tenta ligar essa sua louvável paixão pela entrega ao bem comum, em especial aos mais pobres, por ter passado muito tempo nos hospitais, desde tenra idade, pois sofre de uma doença rara que a levou a diversas intervenções cirúrgicas e a prolongados tratamentos. Nos hospitais, «era capaz de não estar a brincar com nenhuma criança, mas se visse entrar uma portadora de alguma deficiência, eu já saía com facilidade do banco para estar com ela».

O projeto das tampinhas surgiu em 2005/2006. «Eu estava a ver televisão na hora da refeição e ouvi a história de uma pessoa que tinha recolhido tampas para adquirir cadeiras de rodas; tanto bastou para me entusiasmar pela ideia.» Era tempo de férias e os seus colegas começavam a trabalhar nas esplanadas, mas a Joana «não tinha condições físicas para esse tipo de trabalho e ficava sempre em casa a fazer qualquer coisa». 

sábado, 13 de setembro de 2014

SOLIDARIEDADE E BANHOS GELADOS

"Fui educada em duas normas básicas: o trabalho deve ser pago e a solidariedade não se apregoa. Infelizmente parece que a tendência actual não é esta.
Todos nos pedem para que colaboremos gratuitamente em organizações que levam dinheiro pelo seu trabalho. No princípio da minha vida profissional era muito ingénua, aceitava e depois descobria que alguém tinha "recebido" por me ter conseguido levar aqui ou acolá. E, claro, os convites choviam.
Até que compreendi. A partir do momento em que fui confrontada com esse comportamento, tomei uma decisão que não mais abandonei. Trabalho "pro bono" em tudo o que seja estritamente solidário. O resto, ou é pago ao meu preço, ou não vou.
De nenhum deles faço alarde. Nem do que dou, nem do que me pagam. Mas em qualquer dos casos exijo reciprocidade. Ou seja, quando não cobro, peço declaração de que nada recebi. Quando cobro, passo o recibo verde respectivo. Assim evito dúvidas se terei ou não sido remunerada.
Vem este intróito a propósito dos banhos de água gelada em prol da esclerose lateral amiotrófica, para os quais alguém tentou aliciar-me. Apoiar uma causa, trabalhar por ela, contribuir materialmente, tudo me parece defensável. E pratico, sem alarde.
Fazer disso um movimento colectivo, no qual cada um se presta ao ridículo público e alardeia a sua contribuição, já não é a minha praia, como agora se diz. Além de tudo, tenho sérias dúvidas de que tal comportamento seja o mais dignificante para a instituição em causa.
O que eu dou ou não, é um problema meu. Prestar-me, na minha idade, ao ridículo, já não é só causa minha. E se nunca escondi os anos que tenho, também nunca me servi deles em benefício próprio. Porque juizinho e sentido do rídiculo, nunca são demais..."

HSC

Ver em Fio de Prumo


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sábado, 22 de março de 2014

Uma vida a tentar dar novas oportunidades

Isabel Monteiro (foto FM)


Isabel Monteiro já foi magistrada, religiosa durante 25 anos e hoje está ao serviço da Cáritas Diocesana de Setúbal

Isabel Monteiro está na Cáritas de Setúbal há nove anos e sente como uma missão e serviço à Igreja, onde tenta dar novas oportunidades às pessoas, como disse à Agência Ecclesia.“Estou ao serviço da Igreja, faço o que posso e o que não posso” foi assim que Isabel Monteiro definiu a sua maneira de estar na Cáritas de Setúbal.
Depois de uma vida de magistrada do Ministério Público e 25 anos de vida consagrada, a trabalha na área social e na promoção das pessoas, a sua vida mudou.“Além de trabalhar na promoção de pessoas também eu me sentia promovida porque, trabalhar com os mais pobres, dá-nos uma visão diferente da vida”, confessou.

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NOTA: Sublinho esta notícia da Ecclesia porque conheci e entrevistei, há anos, para o Jornal Solidariedade, Isabel Monteiro, ao tempo diretora da Casa Nossa Senhora do Rosário, da Figueira da Foz, e cujo dinamismo fiquei a conhecer. Isto em 8 de janeiro de 2006. Mais tarde soube que passou a trabalhar na Cáritas de Setúbal. Folgo em saber, agora, que continua muito ativa e muito envolvida na problemática social, em favor dos mais desfavorecidos. Vai amanhã, domingo, pelas 6 horas, na Antena 1, no Programa da Igreja Católica,  dizer o que pensa sobre  matérias tão atuais. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ricos pouco solidários

Maria João Lopes escreve no PÚBLICO: «Quanto mais instruídos e ricos, menos solidários são os portugueses.» O «estudo da Universidade Católica Portuguesa e do Instituto Luso-Ilírio para o Desenvolvimento Humano vai ser apresentado na quinta-feira e mostra ainda que pessoas que recebem mais de 4 mil euros por mês são tão infelizes como quem recebe menos de 500.» 

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Reformulação do Estado exige sociedade mais solidária




Guilherme d´Oliveira Martins, Carvalho da Silva e João César das Neves abordam temas em destaque na próxima Semana Social promovida pela Igreja Católica

«A reformulação do Estado e a necessidade de uma sociedade mais solidária, em tempos de crise, vão marcar o debate da próxima Semana Social, promovida pela Igreja Católica, adianta Guilherme d’Oliveira Martins, um dos seus coordenadores.
O presidente do Tribunal de Contas refere em entrevista à ECCLESIA, hoje publicada, que a despesa do Estado tem de ser “regulada e disciplinada”.
“Não se pode sacrificar a saúde, a educação e formação e a proteção dos doentes e reformados. Há um conjunto de elementos que não podem ser esquecidos quando se fala do Estado Social”, observa o responsável.
A próxima edição da Semana Social, uma organização trienal, vai decorrer no Porto, entre os dias 23 e 25 deste mês, tendo como tema ‘Estado Social e Sociedade Solidária’.
“É indispensável percebermos que aquilo de que estamos a falar não é tanto de uma refundação do Estado, mas sim de pôr as pessoas no centro da sociedade”, explica Guilherme d’Oliveira Martins.»
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

“Novos Desafios e Oportunidades para as Famílias em Mudança”



As crises podem levar-nos
 à descoberta da solidariedade 


«Com as crises a vários níveis e nos mais diversos setores, a criança acaba por ser o elo mais fraco» na conjuntura atual, garantiu Paulo Costa, vereador da Câmara Municipal de Ílhavo (CMI) e presidente da CPCJ (Comissão de Proteção de Crianças e Jovens), no II Encontro promovido por aquela organização de âmbito concelhio, que se realizou na sexta-feira, 12 de outubro, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, para debater os “Novos Desafios e Oportunidades para as Famílias em Mudança”. 
Paulo Costa adiantou que foram abordados temas pertinentes sobre o «impacto dos novos modelos de família na vida da criança». Trata-se de uma ação, esclareceu, que «nos prepara para atuarmos com mais consistência e saber nas nossas comissões». E sublinhou: «Abordámos os novos conceitos de família, o divórcio, a emigração e imigração, tudo o que está a mexer com aquilo que é a estrutura tradicional da nossas famílias.» 
O vereador na CMI considerou uma mais-valia o Atendimento Social Integrado, «que tem feito um trabalho notável, em termos de equipa», garantindo que hoje estão «muito melhor preparados para lidar com diversas questões, não só da infância, mas de toda a sociedade», graças também ao contributo das IPSS da área do município, com quem a autarquia estabeleceu parcerias de cooperação. 
O encontro destinou-se a técnicos com intervenção na área social e na comunidade em geral, tendo sido abordados assuntos tão importantes como “A nova organização familiar e suas consequências”, “Responsabilidades parentais. Parentalidade positiva e formação parental” e “Alienação parental – Utopia ou realidade?”.

sábado, 26 de maio de 2012

BANCO ALIMENTAR tem a certeza da solidariedade de todos


EM TODOS OS SUPERMERCADOS:  26 E 27 DE MAIO


“Maior do que a crise que nos bate à porta, 

é a solidariedade dos portugueses”


«Os Bancos Alimentares Contra a Fome querem mostrar que a solidariedade dos portugueses é ainda maior que a crise que atravessam e volta a apelar à generosidade do público, através de mais uma campanha de recolha de alimentos, que irá decorrer já este fim-de-semana, nos dias 26 e 27 de Maio. 
Presente em 19 regiões do país (Lisboa, Porto, Évora, Coimbra, Aveiro, Abrantes, Setúbal, S. Miguel, Cova da Beira, Leiria-Fátima, Oeste, Algarve, Portalegre, Braga, Santarém, Viseu, Viana do Castelo, Terceira, Beja), a campanha conta com a colaboração de mais de 37.000 voluntários. Devidamente identificados, estarão à porta dos estabelecimentos comerciais a convidar os portugueses a associarem-se, mais uma vez, a uma causa que já conhecem, através de um donativo alimentar.»

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quarta-feira, 7 de março de 2012

DIA CÁRITAS - 11 DE MARÇO







O Bispo de Aveiro, D. António Francisco,  lembra, a propósito do Dia Cáritas, que há muitas famílias que precisam de ajuda


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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ser solidário é um grito que não se pode sufocar


A eloquência das lágrimas sentidas

Não vi em directo, e tenho pena. Vi e li, depois, os ecos de quem viu e da comunicação social, tocada por aquele testemunho inesperado. Trata-se do gesto da ministra dos Assuntos Sociais de Itália, que, ao ter de anunciar restrições aos idosos, exigidas pela crise económica do país, chorou à vista de toda a gente. Os governantes têm coração e devem dar largas ao sentimento, quando é caso. Não se anunciam sacrifícios, como se anunciam festas. Também é maneira de convencer, mostrar que as coisas passam por dentro de nós. Os insensíveis geram insensibilidade. E desta, já chega. Ser solidário sempre e nas dificuldades é um grito que não se pode sufocar.

António Marcelino

Fonte: "Correio do Vouga"

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mandela Day



67 minutos 
para ajudar os outros

«Assinala-se hoje o Mandela Day, o dia internacional dedicado ao líder sul-africano que conseguiu, através do diálogo e da integração, mudar o futuro da África do Sul, no dia em que o estadista completa 93 anos. Neste dia, a Fundação Nelson Mandela pede a todos os cidadãos que dêem 67 minutos do seu tempo a ajudar os outros.»

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Tão pouco de cada um, multiplicado por milhões, seria (ou será) uma revolução capaz de virar o mundo para melhor. O problema está nos nossos comodismos que nos impedem de dar seja o que for. Viver a solidariedade e experimentar  a caridade podem fazer  a diferença nas sociedades que temos e que desejamos mais abertas a quem precisa. 

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