NOTA: Quero crer que nos partidos políticos, baluartes da democracia, não haverá corrupção, porque, se se vier a provar que nas estruturas partidárias também há corruptos, então em quem havemos de confiar?
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Corrupção - uma vergonha
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| Carlos César |
NOTA: O Partido Socialista, pela voz do seu líder parlamentar, Carlos César, assumiu a vergonha que sentem pelas suspeitas de corrupção que recaem sobre alguns dirigentes. Todos sabemos que a corrupção não será exclusivamente obra de políticos daquele partido, mas percebe-se que há corruptos, mentirosos, traidores de ideais em todo o lado. Mas também se sabe que tal prática não é só de agora.
Quando há tempos li "Memórias de Raul Brandão" fiquei estupefacto ao verificar que há 100 anos já era assim, com políticos sem vergonha a roubarem o povo indefeso. Em 100 anos, em plena democracia, não se aprendeu nada. E não há leis que escorracem esta gente da esfera dos que nos governam... ou desgovernam.
Nota: Refiro-me aos políticos, embora se saiba que a corrupção não mora só nessa classe sociais, que tem, garantidamente, gente muito séria.
Nota: Refiro-me aos políticos, embora se saiba que a corrupção não mora só nessa classe sociais, que tem, garantidamente, gente muito séria.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
PORTUGAL NÃO É UM PAÍS DE CORRUPTOS
Confesso que tenho andado espantado com as notícias que todos os dias nos chegam com denúncias de corrupções ou de eventuais corrupções. Não escapa ninguém, como se Portugal fosse um país sem norte, sem dignidade, sem gente honesta. Os agentes de investigação andam numa roda viva à cata de provas. Ministros, juízes, agentes desportivos, jogadores, advogados, padres, políticos, empresários, etc., etc., etc. E o mais estranho está no facto de os investigadores levarem à ilharga a comunicação social, que tudo relata ao pormenor, desde os passos dados até às gavetas, computadores, documentos, arquivos pessoais e nem sei que mais. Tudo à franca, aos olhos de todos. E daí as especulações, à medida de quem conta um conto acrescenta um ponto.
De um dia para o outro, aqueles que vestiam a pele de gente séria passam a suspeitos de eventuais criminosos, de desonestos sem remissão, de corruptos descarados, de usurpadores de bens alheios, de pessoas repugnantes, de vigaristas irrecuperáveis. E não será assim; eu não quero crer que Portugal esteja cheio de homens e mulheres sem princípios, sem moral, sem regras de honestidade a toda a prova, sem vergonha. Não pode ser!
E tudo isto porquê? Porque os investigadores não agem discretamente, permitindo, por desleixo ou por inconfessadas razões, que a comunicação social os “acompanhe”, por artes mágicas ou outras artes, no negócio das notícias que podem manchar para o resto da vida gente séria. E se tudo for falso, se não for como se noticia? Quem lava a mancha execrável que caiu sobre os investigados?
Fernando Martins
terça-feira, 4 de abril de 2017
A corrupção
«A corrupção é quando o pecado entra, entra, entra, entra na tua consciência e não te deixa lugar sequer para o ar», vincou Francisco, que ao comentar a atitude dos judeus que lhe apresentaram a mulher adúltera, afirmou que faziam uma interpretação da lei «tão rígida que não deixava espaço ao Espírito Santo». Neste caso trata-se de uma «corrupção de legalidade, de legalismo, contra a graça».
Li aqui
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
11 detidos por suspeitas de corrupção
Nota:Às vezes somos surpreendidos com notícias destas. Fala-se muito de corrupção, mas ficamos com a impressão de que ninguém vê os corruptos. E quando alguns crimes, que o são como a corrupção, envolvem gente de posses (BES E GES, por exemplo), mandam-nos tranquilamente para casa com cauções. A nossa Justiça é ou parece realmente injusta.
sábado, 7 de novembro de 2009
Que sina a nossa…
Quando acordo de manhã, ligado o rádio, frequentemente sou confrontado com notícias tristes, que se sucedem umas às outras. A corrupção domina o panorama da vida portuguesa, com políticos, e não só, envolvidos ou indiciados como tal.
Eu sei que ninguém pode ser condenado ou absolvido na praça pública, pecado grave que muitas vezes cometemos. Mas também sei que se está a generalizar a ideia de que vivemos num país de corruptos. Há gente séria, muito séria, mas ninguém duvida da existência de oportunistas, que nem vergonha têm de exibir sinais exteriores de riqueza, quando o que ganham, nos cargos que ocupam, não é explicação para o que mostram descaradamente.
A contemplar tudo isto, temos uma Justiça incapaz de averiguar o que se passa e de condenar os corruptos que, por artes que aprenderam não se sabe onde nem com quem, vivem à tripa-forra, quando tantos trabalhadores e empregadores honestos mal têm o mínimo para sobreviver.
A classe política, que tinha obrigação de procurar resolver esta situação, bem prega que o vai fazer, mas a realidade é a que se vê a olho nu, não havendo, realmente, progressos na luta contra este cancro dos nossos tempos.
É claro que não alinho com os mais pessimistas, que chegam ao ponto de defender a suspensão da democracia, para se vencer a podridão que vai minando os projectos de uma sociedade mais justa e mais fraterna. Acredito que a democracia, com os meios de que dispõe e lhe foram outorgados pelo povo, pode muito bem ultrapassar mais esta dificuldade. Assim o queira…
FM
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
A Corrupção Compensa
Esta semana um empresário de Braga foi condenado por corrupção activa. Trata-se da conclusão de um julgamento na primeira instância, logo a sentença ainda poderá ser alterada em tribunais superiores. Curiosa foi a pena aplicada ao crime: 5 mil euros de multa. Ou seja, uma ninharia para um negócio de milhões.
A explicação jurídica para esta desproporção está em não ter sido provado que a tentativa de corrupção se destinava a que o alvo dela (o vereador da Câmara de Lisboa Sá Fernandes) praticasse um acto ilícito, mas apenas que exercesse a sua influência no sentido de uma decisão camarária lícita. Parece que até há uma década um acto deste tipo nem sequer seria criminalizado.
Sejam quais forem as justificações legais para esta surpreendente decisão judicial, a verdade é que estamos perante um absurdo. Ou, se quisermos, um incentivo à corrupção. É que, com estas leis, a corrupção compensa quando estão envolvidos negócios de muito dinheiro. A dramática crise da justiça portuguesa também decorre de leis insensatas e mal feitas.
Francisco Sarsfield Cabral
In RR
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