terça-feira, 6 de outubro de 2026

Gafanha da Nazaré - Rua S. João de Brito


Na Gafanha da Nazaré situa-se a rua que homenageia São João de Brito, um padre jesuíta e missionário português, nascido no dia 1 de março de 1647, em Lisboa, e falecido no dia 4 de fevereiro de 1693, em Oriur (Índia). 
Entrou para a Companhia de Jesus aos 15 anos, tendo-se ordenado sacerdote em 1673. Evangelizou no sul da Índia (região de Madura e Maravá), onde foi preso por ordem do rei de Maravá e decapitado a 4 de fevereiro de 1693, em Oriur (Índia), por causa da sua fé e impacto na conversão da população. 
Foi canonizado pelo Papa Pio XII a 22 de junho de 1947.

Cardoso Ferreira

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Costa Nova - Uma Sala de Visitas

 
A Costa Nova do Prado atrai turistas, nacionais e estrangeiros, durante todo o ano. Dá gosto apreciar o prazer que sentem  quando manuseiam as suas máquinas de filmar e fotografar. 
As regordações, para mais tarde apreciar, não têm conta nem medida. Eu também não fuji à regra. No fundo, temos de salientar que se trata de uma Sala de Visitas notável.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Casa Gafanhoa


No próximo dia 14 de outubro, das 14 às 17 horas, a Casa Gafanhoa, uma casa-museu na Gafanha da Nazaré, estará de portas abertas para visitas gratuitas. Construída em 1929, a Casa Gafanhoa pertenceu à família de Virgílio Ribau e Maria Merendeiro Filipe e dos seus três filhos: Rafael, Ulisses e Adérito. 
É um exemplar da construção-tipo de uma casa de lavoura desta região, onde se podem observar as várias divisões que a compunham: o pátio, o celeiro, o curral, o estábulo, os quartos, a sala do Senhor, a sala de jantar, as cozinhas da casa e o forno.

domingo, 27 de setembro de 2026

Convite da Costa Nova

De passagem pela Costa Nova

De passagem pela Costa Nova, onde almoçámos, percebemos um certo ar de festa. Arejei, apreciei a Ria e o movimento. Gostei.
A serenidade do ambiente permitiu saborear o ar da maresia. Também os barquinhos à vela, em jeito de competição, foram desafio para voltarmos.

sábado, 5 de setembro de 2026

ÁGORA - Um livro para reler

ÁGORA é um livro de poemas de Ana Luísa Amaral que recomendo. A edição é da ASSÍRIO & ALVIM e cada poema tem uma ilustração adequada. Já o li e reli várias vezes, mas admito que haja quem não goste. Há, realmente, gostos para tudo.

Na contracapa tem o poema A LESTE DO PARAÍSO que aqui publico como desafio:

:::

Antes ser tudo e livre
do que bom mas humilde

Assim pensara então

e agira

E o oriente lhe foi destinado:
terra de mil castigos
de difíceis colheitas; mais
suor

só depois descobriu
que lá o sol nascia
e que podia falar das coisas
todas

Mas com quem?



NOTA: Ana Luísa Amaral faleceu em 5 de agosto de 2022

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

O meu propósito...

REAFIRMO

“O meu propósito, a partir de hoje e neste espaço, situa-se na linha dos que apostam, no dia-a-dia, num mundo muito melhor. Não simplesmente pelo protesto, que será sempre a via mais fácil e menos estimulante, mas fundamentalmente pela defesa do bem, do belo, dos afectos, em suma, dos valores que enformam a nossa civilização.
Pela Positiva vai ser o meu lema de todos os dias, quer na análise dos mais diversos acontecimentos, quer pela divulgação do que vou lendo, quer pela defesa do que vou reflectindo, quer, ainda, pela partilha de gestos, porventura ignorados ou marginalizados, que são matriz de uma sociedade mais justa e mais fraterna.
De bom grado se aceitam sugestões, desde que venham pela positiva.”

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Lugar da Senhora dos Campos

 

O lugar da Senhora dos Campos, na antiga Colónia Agrícola da Gafanha (concelho de Ílhavo), homenageia essa evocação mariana que, segundo a lenda, teria começado no século XIII, no povoado de Stezzano, perto de Bérgamo (Itália), quando teve início uma série de aparições da Virgem Maria.  No local, foi então erguido um templo dedicado a Nossa Senhora dos Campos. 
Essa devoção ganhou ainda mais relevo em 1586. Aos pés da imagem pintada na parede da igreja, que representava Nossa Senhora com o filho no colo, jorrou água que curou os doentes que a beberam. Ainda nesse ano, no dia 12 de julho, Nossa Senhora apareceu a duas meninas camponesas, Bartolomea Bucanelli e Dorotéia Battistoni, de 10 e 11 anos, respetivamente. 

NOTA: Texto publicado no Correio do Vouga

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