sábado, 7 de março de 2026

PÁRA E PENSA — As mulheres na Igreja

Crónica semanal de Anseçmo Borges

1. Retorno ao tema, pois é de actualidade candente e amanhã, 8 de Março, é o Dia Internacional da Mulher; faço-o, solidarizando-me com todos os que lutam contra a misoginia da Igreja — atendendo à data, nomeadamente muitas associações de mulheres apresentaram protestos —, e retomando o que já aqui escrevi em 2011: “As mulheres têm motivo para estar zangadas com a Igreja, que as discrimina. Jesus, porém, não só não as discriminou como foi um autêntico revolucionário na sua dignificação, até ao escândalo.”

Veja-se a estranheza dos discípulos ao encontrar Jesus com a samaritana, que tinha tudo contra ela: mulher, estrangeira, herética, com o sexto marido, mas foi a ela que se revelou como o Messias. Condenou a desigualdade de tratamento de homens e mulheres quanto ao divórcio. Fez-se acompanhar — coisa inédita e mesmo escandalosa na época — por discípulos e discípulas. Acabou com o tabu da impureza ritual. Estabeleceu relações de verdadeira amizade com algumas. Maria Madalena constitui um caso especial nessa amizade: ela acompanhou-o desde o início até à morte e foi ela que primeiro intuiu e fez a experiência avassaladora de fé de que o Jesus crucificado não foi entregue à morte para sempre, pois é o Vivente em Deus, está vivo em Deus para sempre como esperança e desafio para todos os que crêem nele, a ponto de Santo Tomás de Aquino e outros, apesar da sua misoginia, a declararem a “Apóstola dos Apóstolos”, precisamente por causa do seu papel fundamental na convocação dos outros discípulos para a fé na Ressurreição: na morte, não caímos no nada, pois entramos na plenitude da vida em Deus, Deus de vivos e não de mortos. Aliás, já São Paulo, na Carta aos Romanos, pede que saúdem Júnia, “Apóstola exímia”.

quinta-feira, 5 de março de 2026

E a guerra continua!

 

A guerra continua e escaqueira tudo, mas os homens e mulheres dos nossos tempos, como dos tempos anteriores, ainda não compreenderam o valor da paz e do amor.

NOTA: Foto das redes sociais.

À descoberta da Gafanha da Nazaré



Para que não caia no esquecimento, aqui deixo uma recomendação que considero importante. Este Roteiro Turístico foi iniciativa do Departamente de Línguas do Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré, com coordenação Helena Maia Silva. A pesquisa e redação foram de Aida Fernandes, Helena Maia Silva e João Alberto Roque. A edição é de Junho de 2016.

Vida com flores?

 

A vida sem flores não faz sentido. A partir daí, será bom partilhar as que encontramos nos caminhos da vida.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Nascer do Sol


 Nascer do Sol na Floresta da Gafanha da Nazaré. Edição de Artur Delgado Lopes.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Mata da Gafanha


Bela homenagem aos que amanharam as areias soltas da Mata da Gafanha, tornando-as produtivas.

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