Reflexão de Luís Silva
«Este texto é um lamento… E quer tornar-se um grito de projeção nacional. (Não peço pouco!)
Por todos os que, enquanto peregrinos de Fátima, já ficaram na berma das estradas, e para que todos, no futuro, possam chegar ao ‘altar do mundo’ sem temer, a cada passo, pela vida.
Começo em 1997…
Participei, entre os dias 19 e 24 de agosto desse ano, na XII Jornada Mundial da Juventude, em Paris. Foi a primeira vez que o programa da Jornada previu os dias nas dioceses. Passei-os em Nantes.
Fui acolhido numa família de três filhos, duas raparigas, mais velhas, e o ‘Benoît’, mais novo.
Chegámos, ao final da tarde, e, ao jantar, mal nos sentámos à mesa, pedem-nos (éramos dois jovens da Diocese de Aveiro, acolhidos por aquela família): ‘falem-nos de Fátima!’.»
NOTA: Ler todo o texto aqui




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