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quinta-feira, 14 de maio de 2020

AS NOSSAS PAISAGENS


A nossa região está repleta de paisagens que nos obrigam a parar para mais e melhor as podermos contemplar. Cheguei e nem sabia que fotografar para mais tarde recordar. Tudo era desafio: O Farol e povoação envolvente, a entrada da barra com os seus destinos, a torre dos pilotos, o farolim mesmo ao meu lado, as gaivotas que sobrevoam as águas mansas e o silêncio tão importante para o nosso equilíbrio emocional.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Postal Ilustrado - O Farol

Fernando Caçoilo 
defende acesso regular ao Farol 
com gestão da autarquia



Em entrevista ao programa “Conversas” da Rádio Terra Nova, Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, afirma estar a preparar um dossiê para entregar à Marinha, com o objetivo de tornar o Farol da Barra uma «atração turística com roteiros regulares».
Considerando que o Farol é, desde a primeira hora, um equipamento importante para a navegação, o autarca sublinha o interesse turístico daquele símbolo da nossa terra e do país, o qual «nem sempre se coaduna com a disponibilidade dos operacionais no local».
Fernando Caçoilo pretende garantir o acesso regular ao Farol da Barra, sob gestão municipal, «por entender que o farol «é hoje um símbolo da região no mundo». A sua proposta, que vai ser submetida à tutela militar, prevê a «gestão dos acessos e a disponibilização de meios humanos para gerir o fluxo no local».
Naquela entrevista à Terra Nova, o presidente da autarquia também manifestou o seu interesse em negociar a transferência dos achados arqueológicos da Ria, «depositados em Lisboa», para o concelho de Ílhavo, concretamente para o Forte da Barra, criando uma estrutura museológica. Aliás, o presidente lembrou que o programa Revive contempla, naquele local — edifício de interesse público — uma unidade turística do ramo hoteleiro ou outro. Neste caso, o autarca admite interesse em negociar a criação de «uma unidade dedicada à Ria e ao património marítimo, que hoje está espalhado por casas particulares».

F. M.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Mastros e farol à vista


Estava eu por aqui, numa modorra (in)compreensível, sem saber que fazer, quando me surge esta fotografia como desafio ao  sonho, numa altura em que o tempo nos convida (ou obriga?) ao aconchego da casa.  
Quando estou assim, sinto uma nostalgia que até me comove, decerto por estar longe dos meus dias agitados de ainda há poucos anos, quando corria de um lado para o outro para acudir às mais variadas solicitações.
Então, ao olhar estes mastros de barcos  acolhidos na marina do Oudinot, talvez à espera de ventos de feição ou em puro descanso, imaginei-me a navegar num deles, não em pleno mar alto, mas tão-só na laguna tranquila que nunca deixou de me seduzir, com farol à vista.
Boa semana para todos.

Fernando Martins

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

FAROL encerrado a visitas



O Farol de Aveiro estará encerrado a visitas para trabalhos de substituição de uma peça da rotação do aparelho. As visitas serão retomadas na próxima quarta-feira, 29 de Janeiro. O nosso farol, o mais alto de Portugal e um dos mais altos da Europa merece bem uma visita para os visitantes poderem contemplar paisagens deslumbrantes. Só visto.

sábado, 31 de agosto de 2013

Uma manhã na Praia da Barra



Os meus amigos e leitores já devem ter percebido que não sou um gafanhão que aprecie pisar as areias das praias. Mete-me impressão, pronto! Porquê? Não sei. Mas gosto de passear pelos acessos empedrados, de respirar o ar iodado, de sentir o sol forte no corpo, de ver as pessoas que correm, saltam e mergulham. Na Praia da Barra montaram um biblioteca, no afã de dar prazer aos leitores. Não vi por ali ninguém a ler a sério. O pessoal queda-se mais numas revistas ligeiras, daquelas que não dão muito que pensar. Também, quem é que se dá ao luxo de pensar muito numa praia? Mas não reprovo, antes aprovo, a possibilidade dada às pessoas que gozam com boas leituras.
Quem passa pela Praia da Barra, não resiste a fixar para a posteridade o nosso farol, o mais alto de Portugal e um dos mais altos da Europa. Com a moldura humana, mais apetite cresce por uma boa fotografia. Uma boa fotografia não estará muito nas minhas capacidades fotográficas, mas prezo-me de mostrar ao mundo, como posso e sei, imagens destas nossas terras e suas belezas.
Ontem, quando fui à Barra, a moldura humana estava bem composta. abrigos cheios para quem, como eu, detesta o vento, que por sinal não era forte, e muitos a enfrentar ondas mansinhas, que nem meninos davam por elas. O fim do mês de férias por excelência está a chegar ao fim, contradizendo os que, maníacos pelas notícias bombásticas, nos bombardearam com prenúncio de que o verão só o teríamos lá para outubro ou novembro. Esquecem-se de que, previsões com algum crédito, não duram mais do que 24 ou 48 horas. E o verão vai continuar conforme o calendário. O dia 23 de setembro, com dias iguais à noites, ditará o princípio do outono.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Treino para férias


FIGUEIRA DA FOZ
Farol da Serra da Boa Viagem
Um dia de férias na Figueira a Foz para ensaio, que férias a valer só mais tarde. Nem sei quando.
A agitação doutros tempos anda fugidia. Compreende-se. Já lá vai o tempo em que a Figueira da Foz pontificava no turismo balnear, com a alta burguesia a marcar presença e a impor o ritmo social. Agora a praia democratizou-se sem ser preciso pedir licença a ninguém.
Hoje vi pouca gente, mas pode ser que em agosto as ruas, areais, esplanadas, cafés e bares, restaurantes e hotéis, espaços verdes e sombras venham a encher-se. Eu gostaria imenso, porque sem gente a Figueira fica mais triste.


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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Calor




Calor, praia, esplanada, refrescos e banhos com farol à vista. Aproveitar enquanto há.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

À BOCA DA BARRA DE AVEIRO




Perto da boca da barra, em frente ao Farol, com mar calmo, o barquinho resolveu descansar depois da viagem. O navegador está decerto a programar nova partida. À espera de vento, ali bem perto do areal, numa manhã clara que propicia sonhos de novas terras e de outros mundos que o oceano banha. Quem me dera poder navegar, sem medo e sem perigo, sem destino certo e com horizontes a perder de vista.