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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Liberdade de Imprensa


O Papa associou-se ontem, 3 de Maio, ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, promovido pela UNESCO, com uma evocação dos profissionais da comunicação social que perderam a vida no exercício da sua missão. A liberdade de imprensa implica esforço, coragem e riscos para chegar à verdade e para divulgar os factos, correndo riscos...
“Infelizmente, este direito é frequentemente violado, por vezes de forma flagrante, por vezes de forma escondida. Recordamos os muitos jornalistas e repórteres que foram vítimas da guerra e da violência”, lamentou o líder da Igreja Católica, falando aos peregrinos reunidos no Vaticano, para a recitação da oração do ‘Regina Caeli’.
Em Portugal, o presidente da República associou-se à data com uma mensagem focada no papel da comunicação social como pilar da democracia e contrapoder institucional.
“A Liberdade é o fundamento da democracia. E a Liberdade de Imprensa é uma das suas expressões mais exigentes – porque não se limita a existir, tem a obrigação de incomodar”, indicou António José Seguro, numa nota enviada hoje aos jornalistas.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

O Dia Internacional da Liberdade de Imprensa



Celebra-se hoje, 3 de maio, o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, com o propósito de promover os princípios fundamentais da liberdade no mundo da comunicação social. Urge combater os ataques aos media e impedir as violações às liberdades, enquanto importa evocar os jornalistas que têm sido vítimas de ataques, de torturas e assassinados. 
Todos os anos surgem notícias de jornalistas mortos quando exercem as suas missões de informar e mostrar ao mundo os dramas das guerras, dos que sofrem, dos que são violentados ou vilipendiados. 
Partindo do princípio de que a imprensa tem mesmo de ser livre e isenta de pressões, políticas ou outras, convivo mal com a mentira descarada, com as falsas notícias, com a publicação de textos pagos e camuflados de propaganda e publicidade. 
O mundo da imprensa, com excelentes órgãos independentes de informação, ainda nos animam a acreditar que é possível a seriedade. Repugna-me, porém, verificar a falta de educação e de tolerância na apreciação de jornais e revistas, só porque defendem ideias políticas da direita ou da esquerda, como se a verdade estivesse só de um lado. 

Fernando Martins