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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Cândido Teles faleceu há 19 anos


Segundo um apontamento que registei no álbum “Cândido Teles — Desenho”, editado pela Câmara Municipal de Ílhavo em 1996, o artista ilhavense faleceu em 31 de outubro de 1999. Só hoje, quando ocasionalmente revi aquele álbum, tive a oportunidade de evocar a sua vida e obra, na tentativa de lembrar às atuais gerações que não podemos ignorar os que, pelas suas  expressões artística, se perpetuam no tempo. 
Frederico de Moura, artista na arte de escrever, diz que, ao olhar os desenhos de Cândido Teles, sentiu “a sugestão de ver o esqueleto da sua pintura — esqueleto que dá segurança ao revestimento das tintas e ao rigor da composição”. Confessando a sua admiração pelo pintor, refere que é “a nossa paisagem que lhe borbulha insistentemente na inquietação estética; que é ela que tem o caminho mais reservado na sua intimidade de homem e Artista; que a ternura com que traz à tela os seus longes de água serena, os perfis do ‘moliceiro’ e da ‘bateira’ e, sobretudo, a luz incomparável que os acaricia, lhe molham os pincéis de uma ternura afectiva onde, até, apetece sonhar vestígios de lirismo".

Fernando Martins

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Aveiro: Painéis Cerâmicos

20-V-1985 



«A Câmara Municipal de Aveiro deliberou que se aplicassem painéis artísticos na rua de Belém do Pará e na rua de Coimbra, da autoria de Vasco Branco, e na rua do Clube dos Galitos, da autoria de Cândido Teles (Boletim Municipal de Aveiro, Ano III, 1985, n.º 6, pg. 42) – J.»

"Calendário Histórico de Aveiro"  
de António  Christo e João Gonçalves Gaspar

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Os nossos artistas: Cândido Teles


«Se passa, desacanhadamente, da "Escolha de peixe" no sul da Costa Nova para o "Mercado de Cabinda"; se transfere as tintas do glauco da Ria para os amarelos gritantes da seara madura;  se da peixeira esbelta resvala para a ceifeira maciça e do pescador ágil e bailarino para o pastor imóvel na paisagem pasmada, isso não lhe obnubila a fidelidade à ambiência onde, pela primeira vez, experimentou os pincéis e a que está ligado por uma afectividade toda tocada de ternura.»

Frederico de Moura

In "Homenagem do Município de Ílhavo – C. Teles – Desenhos"


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