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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Dia Mundial da Televisão

Celebra-se hoje, 21 de novembro, o Dia Mundial da Televisão. Esta data foi proclamada pelas Nações Unidas em dezembro de 1996. 
Em Portugal, a TV iniciou a sua atividade em 1957, a preto e branco, e a cores somente em 1980, com o Festival da Canção. Depois, aconteceu o que toda a gente sabe. 
A TV é um polo  de atração generalizado, por muito que a contestemos. Realmente, serão poucos os que a recusam... E até acontece a bastantes pessoas, onde estou incluído, que têm  a TV ligada, enquanto conversam, leem ou dormem. Eu, nesta altura, até estou a escrever esta nota, enquanto a TV trabalha para ninguém.
Terá muita coisa má e até péssima, mas também dela beneficiamos imenso. Só o saber que a TV é a companhia única de muitos, merece os nossos aplausos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Sem a televisão, a vida seria muito mais triste

Dia Mundial da Televisão 




O Dia Mundial da Televisão celebra-se hoje, 21 de novembro. Foi proclamado pelas Nações Unidas em dezembro de 1996, com o objetivo de nos levar a apreciar o que de bom este meio de comunicação tem desde o seu início. É claro que a programação das diversas TV do mundo, com relevo para as nossas, que nos acompanham desde o despontar do dia até o sono nos levar para a cama, nem sempre nos agrada, mas nem por isso as banimos das nossas vidas, de forma radical. 
Olhando pela positiva, a TV faz-nos falta, havendo sempre algo de importante para cada um de nós. 
Em Portugal, a televisão começou a ser transmitida em 1957, na Rádio e Televisão de Portugal (RTP), a preto e branco. O primeiro programa a cores a ser transmitido foi o festival da canção de 1980. 
No início dos anos 80, começaram as emissões da RTP a cores. Nos anos 90 chegaram dois novos canais privados de televisão. A SIC em 1992 e a TVI em 1993. 
Apesar das críticas que frequentemente lhes lanço, hoje quero saudar de forma especial quantos dirigem e trabalham nas televisões, augurando-lhes as maiores venturas. As televisões são, desde sempre, as companheiras fiéis de tantos que vivem sós, em solidão desejada ou forçada, nas horas boas e menos boas. Sem elas, a vida seria muito mais triste. 

F. M.