Mostrar mensagens com a etiqueta Árvores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Árvores. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Árvore parada



Procuro o lento cimo da transformação
Um som intenso. O vento na árvore fechada
A árvore parada que não vem ao meu encontro.
Chamo-a com assobios, convoco os pássaros
E amo a lenta floração dos bandos.
Procuro o cimo de um voo, um planalto
Muito extenso. E amo tanto
A árvore que abre a flor em silêncio.

Daniel Faria,

no livro POESIA

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

De passagem pelo parque Infante D. Pedro de Aveiro


A árvore (ou arbusto?) bem tentou chegar ao céu, mas não conseguiu. Quis ultrapassar toda a família que a circundava e, de tanto esforço, não resistiu. Morreu sem honra nem glória. Não estaria preparada para tão grande caminhada. Hoje, no parque Infante D. Pedro. 

terça-feira, 31 de julho de 2018

A sombra das árvores em dias de calor

A cadeira está à minha espera

A sombra das árvores é sempre um convite a um descanso tranquilizador, por pequeno que seja, a quem passa afogueado com o calor. O mês de julho deste ano, que não foi quente, teve, no entanto, um ou outro dia que nos obrigava a parar a caminhada à sombra de uma árvore. 
Hoje, ultimo dia deste mês, apeteceu-me saborear a frescura de um pinheiro do meu jardim. E aqui me lembrei das redações de pequeno, quando os professores nos pediam os benefícios das árvores. Além dos frutos e da madeira que elas nos davam, lá aparecia sempre, inevitavelmente, a sombra apetecida em dias de calor.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Tempo de Outono — Árvores depenadas



Anda não chegou o frio outonal? Não. Mas os seus sinais já estão à vista. À vista nas roupas que usamos à medida do tempo que faz. As árvores e arbustos começam a ficar nus, depenados, como que a anunciar que vão hibernar. Daqui a uns tempos, já a vida vegetal estará em sono profundo. Mas nós, enfrentando o frio corajosamente, continuaremos por cá a pôr a conversa em dia, nem que seja ao calor da fogueira. Bom outono para todos.

domingo, 22 de outubro de 2017

Ares de Outono -- Temperar a aridez da vida


Vezes sem conta passamos a correr pelos jardins. A pé ou de carro nem tempo temos para olhar a natureza com as vestes ofertadas pelas estações do ano, ao que julgo a sofrerem mutações provocadas pelas agressões humanas. Mas se tivermos um bocadinho de serenidade, talvez possamos descobrir imagens que nos ajudem a temperar a aridez de alguns momentos da vida.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Sem vida?

Sem vida?
Sem vida, que lha tiraram à força, nem sei há quanto tempo. O tronco seco duma árvore gigante e velha não quis deixar o mundo vegetal. Muito menos o mundo animal. E teima em marcar a sua identidade no mundo dos homens e mulheres do nosso tempo. Quantas gerações se cruzaram com ela, deixando-se admirar pela sua postura vertical... E quantos, contemplando-a, se refugiaram debaixo da sua sombra protetora em dias de canícula. 
Desafiando a perenidade, ali está no jardim da Figueira da Foz, qual estátua que ousa desafiar verões ardentes e invernos ventosos. Fica muito bem como sinal de que a vida, mesmo decepada, pode servir de meditação numa sociedade do descartável.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Prémio para Roberto Carneiro

Júri do Prémio Árvore da Vida 
destaca competência profissional 
e testemunho cristão de Roberto Carneiro


Roberto Carneiro


A competência profissional, a intervenção em favor do bem comum e o testemunho cristão foram os principais critérios para a entrega a Roberto Carneiro do Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes, atribuído anualmente pela Igreja Católica.
A personalidade escolhida para receber o galardão criado com o objetivo de distinguir um percurso ou obra que refletem o Humanismo e a experiência cristã, foi anunciada esta sexta-feira pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC), que atribui o prémio, e pela Renascença, que o patrocina desde a primeira edição, há nove anos.
Roberto Carneiro «é uma pessoa de referência a nível social, cultural e político, bem como em termos de presença cristã no mundo», declarou o bispo D. João Lavrador, um dos jurados ouvidos pelo SNPC.

Ler mais aqui


- Posted using BlogPress from my iPad

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Passeios da Avenida José Estêvão sem árvores




Quando foram plantadas árvores nos passeios da Av. José Estêvão, decerto com as melhores intenções, talvez poucos pensassem que a ideia não seria boa. Com o tempo, porém, veio a provar-se que as árvores, em passeios estreitos, só prejudicam a mobilidade e provocam estragos. A Câmara Municipal de Ílhavo (CMI), com a decisão de arrancar as árvores,  veio pôr termo aos muitos protestos que ao longo do tempo lhe foram chegando.
Fernando Caçoilo, vereador da autarquia ilhavense e responsável pelo setor, falou-nos das razões que levaram a CMI a retirar as árvores, já com uns anos de vida. E garantiu-nos que a Av. José Estêvão não tem dimensões para manter árvores nos passeios laterais, sublinhando que os plátanos, que estão a ser arrancados, são, normalmente de grande porte.
As queixas insidiam sobre as dificuldades de circulação de cadeiras de rodas, carrinhos de bebés, carros de compras e mobilidade das pessoas que se viam, em certos lugares, na necessidade de saltar para a avenida, para contornarem os obstáculos. As folhas entupiam as caleiras de casas e as sargetas, e as raízes rebentavam a calçada e os muros das habitações.
A operação que tem estado em curso leva os calceteiros a repararem de imediato os estragos, como seria de esperar, para se evitarem mais transtornos às populações.
Questionado sobre a possibilidade de se plantarem novas árvores, de características diferentes, Fernando Caçoilo adiantou-nos que não está prevista essa hipótese, frisando que os passeios não permitem, por serem demasiado estreitos, qualquer obstáculo à livre circulação. Disse ainda, valorizando a importância da árvore na paisagem urbana, que, no fundo, as pessoas devem estar em primeiro lugar, na hora das decisões. 

Publicação em destaque

PELA POSITIVA CHEGOU AO FIM

 Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins

Os meus blogues

Seguidores