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domingo, 20 de agosto de 2017

A justiça em Portugal é “mais dura” para os negros

Meninos (foto da rede global)
"A sensação que tive quando fiz trabalhos de inspecção nas comarcas de Lisboa Oeste e Norte foi que, para os mesmos crimes, as penas eram mais leves para cidadãos portugueses. Parece que há um código para uns e um código para outros”

João Rato, procurador

A reportagem que li no PÚBLICO deixou-me revoltado pela injustiça com que a Justiça Portuguesa trata quem enfrenta os tribunais. Afinal, a cor da pele dita a sentença: amarga para os negros e branda para os brancos. Quem havia de dizer que alguns magistrados cometem crimes desta natureza, num país que há mais de 40 anos vive em democracia, onde os cidadãos têm, ou devem ter,  os mesmos direitos e as mesmas obrigações. 


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Martin Luther King

28 de Agosto de 2013


“I have a dream!”

Passam, hoje, 50 anos sobre o célebre discurso que Martin Luther King Jr proferiu sobre os direitos civis dos negros e pelo fim do racismo, nos Estados Unidos da América. Evoca-se este momento histórico na luta pela igualdade racial.
A 28 de agosto de 1963, tinha eu apenas treze anos de idade, Luther King discursava perante 250 mil ativistas no Memorial a Lincoln, em Washington, um acontecimento que serviu de bandeira na luta pela igualdade racial a nível mundial. O Nobel da Paz foi assassinado cinco anos mais tarde, no auge do combate pelos direitos civis da população negra, em 1968, tendo já eu, a memória do acontecimento.
Cinquenta anos depois, a efeméride é assinalada por um presidente negro, o que constitui um grande avanço na conquista da igualdade, mas o filho mais velho de Luther King diz que o sonho “ainda está por cumprir”, usando como referência o recente caso do homicídio do jovem Trayvon Martin.