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terça-feira, 23 de maio de 2017

Diáconos Permanentes de Aveiro celebram aniversário de ordenação

Luís Pelicano, Fernando Martins, Augusto Semedo, D. António Moiteiro, Fernando Reis, Joaquim Simões e Afonso Henrique 

Os primeiros diáconos permanentes (DP) da Diocese de Aveiro celebraram ontem, 22 de maio, o 29.º aniversário da ordenação, num encontro-convívio, depois da Eucaristia presidida pelo nosso Bispo, D. António Moiteiro, na igreja matriz de Travassô. Marcaram presença os DP Augusto Semedo, Afonso Henrique, Fernando Reis, Luís Pelicano, Joaquim Simões e Fernando Martins. As esposas dos DP também participaram, exceto a de Fernando Martins, por razões de tratamentos e consulta médica. Associaram-se ainda o pároco de Travassô, Padre Júlio Grangeia, e o Padre Hélder Ruivo, pároco de Requeixo. 

A igreja, quando chegámos, estava asseada. Organista com grupo coral pronto para animar a Eucaristia e membros da comunidade local na assembleia. O sinal evidente do cuidado posto na receção estava dado. O Padre Júlio, um pioneiro a nível eclesial da utilização das novas tecnologias de informação e comunicação, não brinca em serviço. E a missa deste dia, como as demais da sua comunidade, pôde ser seguida em todos os quadrantes da terra. Sinais dos tempos que muitos teimam em postergar teimosamente. E para melhor se enquadrar no corpo diaconal, que lhe tem «passado ao lado», o pároco de Travassô referiu que até fez pesquisas que, de alguma forma, o elucidaram. 
Gostámos de sentir esta espontaneidade e franqueza do Padre Júlio. Obrigado pelo acolhimento, simpatia e visão de futuro, capaz de projetar o sentir da Igreja no mundo dos homens e mulheres dos nossos dias e para os dias dos nossos vindouros. E apreciámos a sua franqueza quando nos disse, no final do almoço, que este nosso encontro foi para si uma lição, que o vai levar a estar mais atento à realidade que é o corpo diaconal da nossa diocese. «Apreciei a vossa fraternidade, a vossa espontaneidade e amizade, uma realidade que me tem escapado», disse. 

Ponto alto do encontro-convívio foi, indubitavelmente, a Eucaristia, centro indelével do nosso viver cristão e ponto de partida para a ação consequente. O nosso Bispo apresentou os DP do primeiro grupo da Diocese de Aveiro, um a um, dando nota do que fazem no seu dia a dia. Uns mais ativos e outros no silêncio e na oração, como tem sido a vida do nosso bom amigo Augusto Semedo, em fase de recuperação de um AVC que sofreu. Perfeitamente lúcido, apenas limitado, em alguns aspetos, na locomoção. Esteve presente, acompanhado da esposa e filha, mas também, garantidamente, nas preces de todos os colegas e amigos.

D. António evocou os DP que já faleceram, o Carlos Merendeiro, o Daniel Rodrigues e o João do Casal, presentes nas nossas memórias por tantas vivências partilhadas connosco, mas ainda, de forma especial, nesta celebração eucarística. Um filho do Carlos, o Jorge, fez questão de se associar a nós em representação de seu pai, gesto que apreciámos. 
D. António Moiteiro, à homilia, ofereceu-nos uma reflexão em torno do encontro de Paulo com Lídia, registado nos Atos dos Apóstolos, a tal negociante de púrpura da cidade de Tiatira [cidade da atual Turquia] que aceitou Jesus Cristo. Foi batizada juntamente com a família e convidou o Apóstolo para ficar em sua casa. E D. António partiu desse sentido de proximidade de Paulo, que procurou estar com as pessoas concretas no local em que se encontravam, para concluir que «a Igreja tem de aprender» e aplicar este método, levando à prática os conselhos do Papa Francisco que nos alertam para a urgência de sermos «uma Igreja em saída». Importa — afirmou o nosso bispo — mostrar que «Jesus é o rosto visível de Deus» para nós e para os nossos irmãos, acrescentando que, «quanto mais nós formos de Deus, mais verdadeiramente seremos o rosto de Deus para os nossos irmãos, os homens e mulheres do nosso tempo, e sinal para a humanidade». 

Fernando Martins



domingo, 22 de maio de 2016

Primeiros Diáconos Permanentes da Diocese de Aveiro

22 de maio de 1988
Da esquerda para a direita: Carlos Merendeiro, Fernando Reis,
João Casal, Afonso Henrique, D. Manuel, Augusto Semedo,
Sousa e Silva (não foi ordenado), Joaquim Simões, Fernando Martins
 e Daniel Rodrigues. Falta o Luís Pelicano.
Lita, Luís Pelicano, Afonso Henrique e Joaquim Simões

Fernando Reis e esposa Margarida
Padre Georgino,  nosso mestre de jornada
D. António Marcelino
Os primeiros diáconos permanentes da Diocese de Aveiro foram ordenados no dia 22 de maio de 1988 pelo nosso bispo, D. António Marcelino, estando presente como convidado especial D. Manuel de Almeida Trindade, Bispo Emérito de Aveiro. Completam-se hoje, precisamente, 28 anos. Desse primeiro grupo fazia parte eu próprio com a noção da responsabilidade plena da entrega ao serviço da Igreja, como Ministro Ordenado, para o serviço que o meu bispo entendesse por bem nomear-me. 
O grupo não era grande, mas percebi em todos a certeza de que se encontravam preparados para servir e não para serem servidos, máxima que continua a inspirar-nos. 
Para memória futura, permitam-me que refira os que assumiram a ordenação. São eles:

Afonso Henrique Campos de Oliveira, de Recardães
Augusto Manuel Gomes Semedo, de Águeda
Carlos Merendeiro da Rocha, da Gafanha da Nazaré
Daniel Rodrigues, da Glória
Fernando Reis Duarte de Almeida, de Óis da Ribeira
João Afonso Casal, da Glória
José Joaquim Pedroso Simões, da Gafanha da Nazaré
Luís Gonçalves Nunes Pelicano, da Palhaça
Manuel Fernando da Rocha Martins, da Gafanha da Nazaré

Destes nove, três já se encontram junto do Pai, decerto com outras tarefas ou no merecido descanso. São eles o Carlos Merendeiro da Rocha, o Daniel Rodrigues e o João Casal. O Carlos com a paixão pela catequese, o Daniel com o entusiasmo pela defesa de causas na comunicação social, em especial na área da Pastoral dos Ciganos, e o João Casal com o gosto enorme pela implantação de Grupos Cáritas nas paróquias. Foram para mim, e com certeza para muitos, exemplos de vida pelo testemunho de fé nas comunidades em que trabalharam com um dinamismo  que eu de perto bem conheci.
Aos restantes, que eu saúdo com muita amizade e a quem endosso votos de saúde, otimismo, paz, sentido de partilha e amor à Boa Nova de Jesus Cristo, na certeza de um mundo novo, quero prometer que rezarei por todos. 

Augusto Semedo 
Permitam-me uma palavra especial ao meu querido amigo Augusto Semedo, em recuperação pelo AVC que o atacou. Quero testemunhar-lhe a minha gratidão pela sua vida que ajudou a cimentar a minha fé. Em hora dolorosa para mim, deixou tudo para me acompanhar ao Hospital onde fui socorrido no momento exato de um enfarte. O Semedo foi e é um cristão de fé sem barreiras junto dos feridos da vida, integrado na Sociedade de São Vicente de Paulo e não só. Pela oração, pela exemplo, pela cultura, pela pastoral e pela ação sem alardes um muito obrigado, meu caro Semedo. 

Fernando Martins

Para saber mais sobre o Diaconado Permanente na Diocese de Aveiro clicar  aqui 

domingo, 22 de maio de 2011

Diocese de Aveiro: Primeiros Diáconos Permanentes foram ordenados há 23 anos

Sé de Aveiro


As primeiras ordenações de diáconos permanentes na Diocese de Aveiro ocorreram em 22 de Maio de 1988, Dia de Pentecostes, na Sé, sendo ordenante D. António Marcelino, Bispo Residencial. Esteve presente D. Manuel de Almeida Trindade, Bispo Emérito de Aveiro. 
O grupo dos primeiros diáconos permanente era constituído por José Joaquim Pedroso Simões (Gafanha da Nazaré), Daniel Rodrigues (Glória), João Afonso Casal (Glória), Manuel Fernando da Rocha Martins (Gafanha da Nazaré), Luís Gonçalves Nunes Pelicano (Palhaça), Fernando Reis Duarte de Almeida (Óis da Ribeira), Afonso Henriques Campos Oliveira (Recardães), Augusto Manuel Gomes Semedo (Águeda) e Carlos Merendeiro da Rocha (Gafanha da Nazaré). 
Destes nove, dois deles, Carlos Merendeiro da Rocha e Daniel Rodrigues, já partiram para o Pai, permanecendo na nossa memória a sua dedicação à Igreja Católica e à sociedade em geral, levada a cabo nas múltiplas tarefas em que se envolveram. 
Neste dia, que foi de festa há 23 anos para todos nós e para as nossas famílias e comunidades, permitam-me que saúde os meus irmãos de ordenação e que evoque, com uma saudosa oração, os que já nos deixaram fisicamente, pedindo a Deus que os mantenha felizes, como tanto desejaram.


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Presbíteros e Diáconos Permanentes ao serviço do Povo de Deus


Presbíteros e diáconos,
dificuldades reais sempre superáveis


António Marcelino


O último Simpósio nacional sobre o diaconado permanente, realizado em Fátima no início do mês, trouxe, mais uma vez, ao de cima, algumas dificuldades, reais mas superáveis, entre presbíteros e diáconos, tanto a nível da relação pessoal como pastoral. Não se podem universalizar as dificuldades, mas também não se devem menosprezar, pelo clima que se pode ir criando que não é bom nem para os diáconos já em exercício, quer para os novos candidatos.


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