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terça-feira, 16 de maio de 2017

Com os nossos cães...

Lita, Tóti e Tita num relvado da Gafanha da Nazaré

Permitam-me que partilhe hoje a foto da Lita, em passeio com os nossos cães, o Tóti e a Tita, com mais de 14 anos de vida connosco. O Tóti e a Tita são realmente dois animais adoráveis e inseparáveis. A doença de um é doença do outro. E quando um se ausenta, para ir, por exemplo, ao veterinário, é certo e sabido que ficam mesmo inquietos. Depois, quando se juntam, saltam de contentes. 
Partilho esta reflexão para fugir ao marasmo de histerias coletivas que enchem alguns noticiários televisivos com horários e programas repletos de nada, uns, e de coisa nenhuma, outros,  quando uma síntese bem feito e bem ilustrada seria o suficiente. para nos esclarecer. Das rádios, porém, não me queixo.
Voltando aos nossos cães, ensinados a respeitar e a seguir direitos e obrigações, apetece-me dizer que são mais fiéis que muitos humanos. Não é por acaso que o velho ditado — "Quanto mais conheço os homens mais gosto dos cães" —, criado nem sei há quantos anos, continua atual.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Costa Nova e Gafanhas no dia 10 de março


Ponte e  Barra

Ponte e Forte da Barra

Igreja da Gafanha da Encarnação

Gafanha da Encarnação e Estufa

Estive hoje algum tempo na Costa Nova, de seu nome completo Costa Nova do Prado. Eu sei que os nomes das povoações vêm do povo, que as batizaram  para se fazerem entender. Com o tempo, porém, a lei da simplificação dita as suas ordens. E hoje toda a gente diz Costa Nova. 
Fui lá com a Lita para encher este dia 10 de março em sua homenagem. Celebrar aniversários é norma cá de casa e de muitas outras casas. Apesar de se encontrar em convalescença, lá fomos em jeito de passeio com almoço de permeio. Porém, os incómodos da deslocação, tanto mais que a Lita se desloca com auxílio de “canadianas”, aconselharam-nos a regressar. 
Da Costa Nova vislumbrei as Gafanhas do outro lado do canal de Mira, que exibia, neste dia claro, a sua função de espelho do céu . Um céu luminoso que fez gala em nos segredar que a primavera vem a caminho com as suas cores, tonalidades, odores, alegrias e sabores. E então, para mais tarde recordar os minutos que olhámos a laguna e as Gafanhas vistas no dia 10 de março, registei umas fotos. A Lita, desta vez, ficou de fora. É que eu não quis que as “canadianas” merecessem a honra de ficar para a posteridade. Um dia destes serão atiradas para um canto. Para longe vá o agoiro. 

Fernando Martins

sábado, 29 de outubro de 2016

O sol destes dias...


O sol destes dias, aconchegante e luminoso, embora com prenúncio de alguma chuvada, trouxe-me à lembrança os dias bonitos que lavam a alma e despertam sorrisos. Vi isso mesmo nesta foto em que a Lita sorri para a vida no Jardim Oudinot.
Bom fim de semana para todos

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Por casa, de novo

Almoço no quintal

Apesar de tudo, só nos sentimos verdadeiramente bem na nossa casa, onde habitualmente partilhamos o sabor da alegria, do amor, da convivência e da tranquilidade. Conhecemos os cantos à casa, os recantos do quintal, o cheiro das flores e dos frutos, os sorrisos da amizade dos vizinhos, a saudação de gente amiga que passa pela rua, o brilho do sol que envolve o nosso amanhecer, o luar que aumenta o dia, a brisa do mar que nos enche a alma e os contornos da serra que ao longe nos desafiam.
Uma saudação amiga para todos os que estão de férias ou descansam em casa das azáfamas do ano de trabalhos e canseiras.

Fernando Martins

quinta-feira, 10 de março de 2016

Hoje ficámos ao pé da porta


Hoje resolvemos ficar ao pé da porta. Uma voltita para arejar, as compras necessárias da praxe e o almoço no restaurante “Traineira”. À entrada fomos surpreendidos pelo dístico em epígrafe, que nunca tinha lido nem ouvido, mas a que achei piada. A recomendação não foi seguida à risca nem sei se alguém a segue, mas não deixa de ser uma advertência a ter em conta. Bebemos o normal. De facto, há bebidas que estimulam outras e às vezes isso pode dar para o torto.
Há anos, em Trás-os-Montes, fomos visitar uma unidade industrial de engarrafamento de água. Conhecida como água de mesa, sem gás, era até a minha preferida. Na visita, o guia, solícito, foi respondendo às minhas questões, e a dado passo verifiquei que estava a sair, no tapete rolante, água com gás. Disse-me ele: 
— “Sabe, esta água com gás tem uma particularidade especial: quando bebemos uma garrafinha apetece-nos logo outra.» E explicou: — «O gás provoca a sensação de sede.»
No “Traineira” tivemos de aguardar que uma mesa ficasse disponível. Bom sinal, pensei eu. Comemos, por sugestão da casa, os pratos do dia. E saíram bem. Arroz de feijão com pataniscas de bacalhau, saborosas, fofas e bem temperadas, para mim; arroz de pato que agradou à Lita. A abrir uma sopa de legumes. Leite-creme queimado na hora e vinho da casa. Serviço rápido, simpático e preço acessível. 
A festa com a família será no domingo, se Deus quiser.

A Lita faz hoje 76 anos

Um beijo como flor 
especial para a Lita…

A Lita faz hoje 76 anos. Quando lho referi, disse-me incrédula que chegara aos 75. Depois rimo-nos. Às vezes sabe bem esquecer um ano que seja. Diga-se de passagem, contudo, que a vida não é só a que o calendário inexoravelmente regista e os documentos atestam. A vida não tem idade no dia a dia da nossa existência terrena. Cada minuto com sonho lindo apaga anos de sombras indefinidas. 
Vamos dar uma volta por aí, saboreando o ar fresco tocado pela brisa marinha. Acalentados pelo céu azul que nos dá horizontes de paz, saberemos reconhecer o que de bom nos ofereceu um matrimónio com mais de meio século.
Almoçar onde calhar, falar do passado sem amarguras por horas menos agradáveis, mas certos de que o presente continua a garantir-nos, a nós que somos otimistas, um futuro repleto das bênçãos de Deus. 
Com um incómodo de saúde aqui ou ali, agora ela depois eu, ambos em simultâneo as mais das vezes, o rolar da vida vai passando por invernos frios, logo seguidos de primaveras e verões reconfortantes… E o outono da existência não nos rouba a alegria dos filhos, netos e demais familiares, nem a simpatia de amigos sem conta.

Fernando Martins

domingo, 23 de agosto de 2015

Subir... Subir sempre


Aprecio gente que gosta de subir na vida, deixando para trás comodismos e melancolias. Subir, subir sempre, é desafio que deve ser assumido por todos, mesmo que isso implique esforço e coragem. A minha mulher, a Lita, mostra aqui que aceita desafios e tentou chegar ao cimo desta torre, pequena embora, na Serra da Boa Viagem. E não deixou de sorrir por ter chegado onde chegou. E prometeu mais.... Fica para a próxima.

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

À espera do sol que gera alegria

Lita com Santo André à vista
O Jardim Oudinot, logo que abriu as portas, passou a ser uma excelente sala de visitas da região. Tem espaço limpo e arejado, água de maré em constante renovação, relvados e jardins, praia e esplanadas, zonas de lazer, campos de jogos e o navio-museu Santo André. Na imagem, a minha Lita caminha para junto do navio bacalhoeiro, em dia de sol ainda tímido com garantias de que em breve virá com força para levantar ânimos que geram alegria.

terça-feira, 10 de março de 2015

Parabéns para a minha Lita



Hoje apeteceu-me ficar indiferente ao mundo agitado que nos envolve. Pus de lado políticos e políticas, tricas de quem nos governa e dos que querem governar-nos. Atirei para trás das costas tristezas e mágoas, vaidades e mexericos, histórias de maldizer e anedotas sem graça. Fugi da banalidade e procurei a tranquilidade. Deixei à margem sonhos irreais e fixei-me no real. A minha Lita fez hoje 75 anos e com ela recordei quase meio século de vida em comum. Que Deus a proteja, porque ela bem merece.

Fernando

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Um dia no Hospital de Aveiro

A Lita já está em casa a olhar a vida



Ontem, 11 de dezembro, foi um dia para esquecer. Uma queda de minha mulher, a Lita, num estabelecimento comercial de Aveiro, levou-a a ser tratada nas Urgências do Hospital Infante D. Pedro. Ainda necessitou de ser observada no Hospital de Coimbra, mas, felizmente, já está a descansar em casa. Um dia cheio de preocupações que deu para perceber que a solidariedade não é sentimento vão. O proprietário do estabelecimento apressou-se a ir ao Hospital e telefonou-me depois com compreensível  pena pelo que se passou, oferecendo os seus préstimos para o que fosse necessário.  A solidariedade existe, de facto, a vários níveis, mas raramente é notícia. O normal da bondade humana, mesmo no que diz respeito a servidores públicos, nomeadamente, médicos, paramédicos e demais funcionários, passa-nos ao lado. Mas ela existe, realmente.
Ontem vivi, de lado, a azáfama dos corredores das Urgências, com macas por todo o lado, sem que tenha havido qualquer catástrofe a justificar a afluência de doentes, sobretudo idosos, uns esperando pacientemente a sua vez de serem atendidos, outros impacientes,  e um até gritou, bem alto, que estava vivo!
Penso que todos sonhamos e exigimos médicos e enfermeiros ao nosso lado e na hora de uma dor cuja causa não descortinamos. Mas isso não é possível. Haverá médicos e enfermeiros a menos para o volume de doentes que recorrem aos serviços de saúde, mas o que contemplei foi um ambiente de entrega absoluta, cuidada, atenta, responsável e até com sorrisos animadores na face sobrecarregada de trabalho. Também contemplei gente que protesta por tudo e mais alguma coisa, em jeito de descontentamento,  talvez motivado pela angústia. Porém, nem assim, os funcionários deixaram de  acolher todas as pessoas com solicitude. 
Infelizmente, o bem é normalmente não-notícia,  e qualquer falha, por mais simples que seja, ocupa na comunicação social espaço em caixa alta e letras gordas. Acho que todos teremos de reformular, pela positiva, a nossa visão do mundo em que vivemos. Mundo cheio de coisas boas que, na balança de pratos iguais, vão muito ao fundo, subindo em flecha a realidade das coisas más. Estarei a ser injusto? Julgo que não.
Com a Lita combalida, mas já por aqui a olhar a vida, até me apeteceu ouvir a IX Sinfonia de Beethoven. Grande música para um feliz momento.
Muita saúde para todos.

Fernando Martins



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Exercício físico no Jardim Oudinot


A Lita em pleno exercício

O Jardim Oudinot estava com pouca gente. Mais pescadores de borda d’água à espera que o peixe picasse, que outros visitantes. Os que marcaram presença, na manhã de ontem, tinham aspeto de reformados ou desempregados. Alguns, porém, denotavam ares de folga profissional ou académica. Crianças nem de perto nem de longe. 
Uns poucos procuravam manter-se jovens, cuidando da saúde. Eu e minha mulher, a Lita, fazíamos parte deste grupo, caminhando tranquilamente. Outros experimentavam o parque geriátrico, que convidava ao exercício físico. Não é coisa fácil para quem já tem os músculos flácidos ou pouco ginasticados. Eu passei e olhei. Mas a Lita quis dar um ar da sua graça e lá foi. Bem me desafiou, mas eu preferi caminhar. Ia dar parte de fraco, está bem de ver.


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