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sexta-feira, 15 de maio de 2020

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


Dia Internacional dos Museus (DIM) é celebrado anualmente a 18 de maio, tendo sido criado pelo Conselho Internacional de Museus, um organismo da UNESCO. Penso que não será necessário exaltar a função social, cultural, artística  e histórica dos museus, sobretudo se eles desenvolverem atividades consentâneas com a sua realidade e temáticas que ostentam. Está neste caso o Museu Marítimo de Ílhavo, com o seu Aquário do Bacalhau. 
Como é costume, os museus franqueiam portas durante a celebração do DIM, mas não só, para que as suas exposições, permanentes ou periódicas, possam ser apreciada e divulgadas. 
Vale a pena, pois, participar nas diversas iniciativas promovidas pelos nossos museus, sobretudo pelos da nossa região, qual deles o mais interessante pelas coleções que oferecem  à nossa curiosidade.

Ver programa do MMI

terça-feira, 28 de abril de 2020

VISITA GUIADA NO MUSEU MARÍTIMO DE ÍLHAVO


Ontem à noite tive o prazer de ver na RTP2 mais um programa da série “Visita Guiada”, todo ele passado no Museu Marítimo de Ílhavo. Paula Moura Pinheiro falou e entrevistou Álvaro Garrido, que foi diretor e consultor do museu ilhavense, cargo que deixou de exercer recentemente por razões profissionais no âmbito académico. Profundo conhecedor dos meandros da pesca do “Fiel Amigo”, Álvaro Garrido elucidou a entrevistadora e o público onde chega a RTP2, com notas históricas e humanas que não podem cair no esquecimento. 

Podem ver aqui

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Museu Marítimo de Ílhavo com mais visitantes

De Faina Maior

O Museu Marítimo de Ílhavo encerrou o ano 2019 com o maior número de visitantes da sua já longa história. De janeiro a dezembro visitaram o museu 88 903 pessoas, no qual se inclui o Navio-museu Santo André. Garantem os serviços da CMI que se confirma a tendência de alargamento de públicos, num crescendo assinalável nos últimos anos. O MMI, já com projeção que ultrapassa, há muito, os limites regionais, merece ser visitado por possuir um acervo que retrata com fidelidade as nossas tradições marítimas.

Ler mais aqui 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Álvaro Garrido deixa consultadoria do Museu Marítimo de Ílhavo

Álvaro Garrido deixa a consultadoria do Museu Marítimo de Ílhavo para dirigir a construção do Centro da História do Bacalhau de Lisboa, que integra o novo cais da capital. Trata-se de um projeto orçado em 27 milhões de euros, sendo financiado em parte pela taxa turística da autarquia lisbonense. Assim, a frente ribeirinha, entre o Terreiro do Paço e a Doca da Marinha, vai sair enriquecida com o referido Centro da História do Bacalhau. 
Álvaro Garrido deixa a gestão do MMI, passando as inerentes responsabilidades para a ”prata da casa”, assegurou Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Ílhavo. 
Entretanto, o Diário de Aveiro sublinha, hoje, que Álvaro Garrido esclareceu que «vai abandonar “em definitivo” a sua colaboração com o Museu Marítimo de Ílhavo, de que era atualmente consultor, por questão relacionadas com a sua carreira universitária», acrescentando: “A única razão da minha saída, há muito prevista, é a minha vida académica e a impossibilidade de continuar a colaborar com o Museu Marítimo de Ílhavo, ainda que residualmente.” 
Formulo os melhores votos dos maiores sucessos a Álvaro Garrido, quer ao serviço de novas funções, quer na vida académica e pessoal, reconhecendo  a forma  prestável com que sempre nos acolheu, desde a primeira hora em que assumiu responsabilidades no MMI.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

"O Sonho do Mar" de Maria Gabriel no MMI


Museu Marítimo de Ílhavo 
18 maio, 
sábado, 16:30



«O trabalho artístico de Maria Gabriel deixou marcas indeléveis no modo como a pintura portuguesa representou os grandes temas da cultura do mar nas últimas décadas do século XX. Ao organizar uma exposição antológica da obra artística de Maria Gabriel que mais se relaciona com o mar, o Museu Marítimo de Ílhavo reafirma a sua vocação cultural e procura enriquecer as suas coleções. Neste conjunto criterioso de obras, na figuração simbolista que transmitem e no cromatismo inconfundível que lhes é comum, pode o público encontrar novos sentidos de maritimidade, uma poética do mar português, hoje e sempre universal.»


Exposição integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Museus 2019
Exposição patente até 30 de setembro de 2019

Fonte: MMI

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Lançamento do livro “Santo André: memórias de um navio”



«No momento em que completa setenta anos, o Navio Santo André pedia uma uma boa história de vida. Esta monografia escrita a várias mãos e cheia de informação inédita recupera um género quase perdido na cultura portuguesa: a história de navios. Unidade flutuante com alma própria, o arrastão lateral Santo André teve uma vida de mar muito longa. Construído na Holanda em 1948 cumpriu mais de quarenta anos na pesca do bacalhau, no Atlântico Norte, e teve ainda, já sob o nome “Amazonas” alguns anos de viagens e trabalhos noutros mares. A ousadia do Município de Ílhavo fez dele um pólo do Museu Marítimo de Ílhavo, aberto ao público desde 2001. Neste livro honra-se esse percurso de várias fases. Descreve-se a construção do navio, invocam-se as suas viagens, contam-se peripécias e partilham-se memórias em discurso directo. Este livro é dedicado a todos os tripulantes do Navio Santo André.»

18 maio, sábado, 16:30

Ação integrada das comemorações do Dia Internacional dos Museus 2019

Nota: Texto e foto do Museu Marítimo de Ílhavo 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Património: Búzios da Terra Nova


A amizade entre Américo Teles e Pierre Delpeut – exímio malacologista – permitiu que, na década de setenta do século XX, a coleção do especialista fosse integralmente doada ao Museu Marítimo e Regional de Ílhavo. 
Os espécimes reunidos ao longo de vinte anos são representativos de quase todos os mares e oceanos mundiais, dos quais destacamos os exemplares provenientes dos mares da Terra Nova e Gronelândia capturados pelos pescadores do bacalhau. 
A “receita” para a captura destes espécimes provenientes da América do Norte está vertida numa troca de correspondência entre Pierre Delpeut e Américo Teles, na qual se refere que “[…] um simples aro metálico, com um metro de diâmetro, pouco mais ou menos, com um bocado de serapilheira um pouco maior, não esticada, e de forma a fazer bolsa, com alguns restos de peixe como isca, ficando no fundo por algumas horas, por baixo do navio ancorado ou de preferência com uma pequena boia servindo de fluctuador, constitui uma ratoeira para buzios muito empregada na América do Norte, que pode ser produtiva nos sítios em que os buzios são abundantes, e que pouco ou nenhum trabalho dá.[...]”. 
Estas informações eram transmitidas a determinados elementos das tripulações dos navios bacalhoeiros incumbidos de capturar os espécimes vivos e de os manter em perfeito estado. Quando entregues a Américo Teles, eram expedidos para Pierre Delpeut encarregue de os avaliar e trocá-los com os “[…] colegas de conchiologia.[...]”. 

Excertos retirados de uma carta enviada por Pierre Delpeut a Américo Teles, datada de 9 de janeiro de 1961. 

NOTAS: 
1. O texto foi publicado na Agenda "Viver em... Fevereiro" da CMI;
2. A foto que ilustra este texto no meu blogue, de minha autoria, não sei se faz parte da coleção referida.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

“O meu país é o que o mar não quer” de Paulo Palma

MMI -  Patente até 24 de março de 2019


«A exposição “O meu país é o que o mar não quer” exibe cerca de 2000 postais ilustrados da costa Portuguesa editados ao longo do Século XX. Envolvido num panorama de imagens difundidas ao longo do século XX, o visitante encontra um dispositivo ótico que revela uma totalidade espacial e temporal, construída para a possibilidade de múltiplas leituras. Embora os postais ilustrados sejam o espelho de uma determinada circunstância, o seu conjunto permite perceber o processo de transformação da paisagem pelos agentes
naturais de erosão como a água e o vento, a importância da pesca na afirmação identitária nacional e a pressão da ocupação urbanística que acelerou o processo de erosão.»

Li aqui 

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Aplausos para o Museu Marítimo de Ílhavo





Hoje, 8 de agosto, o MMI está a celebrar a data da sua fundação, no já longínquo ano de 1937. Com uma vida cheia de êxitos, tantos quantos são as suas coleções, que são parte integrante do seu património, o museu de Ílhavo oferece a quem o visita uma riqueza incalculável da história marítima dos ílhavos. 
Neste momento, sinto ser meu dever homenagear os pioneiros e os que, ao longo dos anos, contribuíram para o enriquecimento e divulgação do MMI, na esperança de que continue a crescer, para bem dos amantes da cultura.

Notas:

1. Fotos do meu arquivo
2. Ler mais aqui 

domingo, 29 de julho de 2018

V Mini Maratona Museu Marítimo de Ílhavo



A V Mini Maratona Museu Marítimo de Ílhavo realiza-se no dia 11 de agosto, voltando a ligar o Museu Marítimo de Ílhavo ao Navio Museu Santo André. Inserida no programa do Festival do Bacalhau, a prova decorre à noite, num percurso de aproximadamente 10 quilómetros. Esta iniciativa cumpre objetivos sociais, revertido a sua receita a favor de uma instituição de solidariedade social do Município.

Fonte: MMI

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

ANIVERSÁRIO DO AQUÁRIO DOS BACALHAUS


O Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo, que se tornou num dos maiores atrativos do museu, celebra o seu 5.º aniversário no próximo dia 13 deste mês. As comemorações são sobretudo dedicadas à família, com dois momentos de puro deleite que permitirão, por um lado, experimentar a tranquilidade e a beleza do Aquário dos Bacalhaus e, por outro lado, conhecer mais acerca do silencioso mundo destes habitantes das águas geladas do Atlântico Norte.
De manhã, a partir das 10h, o Aquário ficará reservado a uma aula de Yoga para pais e filhos; à tarde, às 15h30, realiza-se uma visita especial que permitirá escutar o silêncio do fundo do mar. Durante este dia as visitas ao Museu Marítimo de Ílhavo são gratuitas, entre as 10 e as 18h
As inscrições para ambas as ações podem realizar-se até 11 de janeiro por telefone (234 329 990) ou por email (visitas.mmi@cm-ilhavo.pt).

Fonte: CMI, MMI

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

MUSEU DE ÍLHAVO E SANTO ANDRÉ

DIA ABERTO - 14 DE JANEIRO 




O Museu Marítimo de Ílhavo e o Navio-Museu Santo André têm entrada gratuita no dia 14 de janeiro, domingo, encontrando-se aberto ao público entre as 14:00 e as 18:00. O segundo domingo de cada mês é dia aberto em ambos os espaços. Esta é uma boa oportunidade para ficarmos a conhecer melhor o nosso património histórico.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Museu Marítimo de Ílhavo — Homens e Navios do Bacalhau


Graças às novas tecnologias da comunicação, já temos à nossa disposição, em qualquer parte do mundo, a possibilidade de consultar, à distância de um clique, muito do que diz respeito a Homens e Navios do Bacalhau. O mesmo se diga de outras áreas. Hoje, ajudo quem consulta ou passa pelo meu blogue a pesquisar o que se refere a navios e homens da pesca do bacalhau . Veja aqui.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Festa dos Bacalhoeiros — 23 de setembro


«Para assinalar o 80.º aniversário da sua fundação, o Museu Marítimo de Ílhavo organiza a Festa dos Bacalhoeiros, um encontro entre gerações de homens de todo o país que andaram ao bacalhau nos mares gelados do Atlântico Norte, com relatos de vivências, visitas ao Museu e ao Navio-Museu Santo André, bem como um almoço partilhado no Jardim Oudinot. Durante o dia será apresentada a versão final do Portal Homens e Navios do Bacalhau, uma ferramenta digital de recolha e de partilha da memória coletiva da grande pesca, que permite a inclusão, pelos familiares ou pela comunidade, de novas informações, imagens, vídeos ou documentos. Este portal é fruto da junção de duas preciosas bases de dados – as fichas de inscrição do Grémio dos Armadores dos Navios da Pesca do Bacalhau e a base de dados Frota Bacalhoeira Portuguesa 1835-2005 – resultando num museu virtual do património humano da pesca do bacalhau que relaciona dois elementos fundamentais para a pesca do bacalhau: os homens e os navios.»


Nota: Texto e foto do MMI

sábado, 29 de julho de 2017

Álvaro Garrido: Venham ao museu e tragam um amigo também

Faina Maior
Embarcações lagunares

O bacalhau que comemos

Aquário dos bacalhaus
O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) aguarda a nossa visita em qualquer dia do ano. Jovens e menos jovens são sempre bem recebidos e desejados, porque um museu tem de ser permanentemente uma casa aberta, com a predisposição para acolher quem chega, ou não tivesse nascido para exibir um recheio multifacetado e devidamente organizado, direcionado para as pessoas. 

Álvaro Garrido 
Um dia destes lá fomos cumprir um ritual integrado nas férias anuais que teimamos em manter. À chegada, tivemos a dita de encontrar o consultor do MMI, Álvaro Garrido, que fizemos questão de cumprimentar, a quem lançámos uma questão: Dê-nos uma boa razão para visitar o Museu de Ílhavo durante as férias! E com toda a naturalidade, Álvaro Garrido sugeriu que o ideal seria participar na festa comemorativa dos 80 anos do museu, que decorre de 5 a 8 de agosto, sublinhando, como pontos altos, «a inauguração de uma exposição extraordinária intitulada História Trágico Marítima, que vai incluir muitas obras valiosas que não é comum verem-se em exposições». 
Referiu que há um concerto celebrativo no dia 6, à noite, no largo do museu, «precisamente baseado numa obra inédita de Fernando Lopes Graça — História Trágico Marítima, cuja letra foi escrita por Miguel Torga». E acrescentou: «É um espetáculo muito singular, inédito», tratando-se de uma obra musical que foi descoberta e que estava esquecida», obra essa «que tem sido trabalhada pelo maestro Vassalo Lourenço».
Álvaro Garrido lembrou, entretanto, que, de 5 a 8 de agosto, há continuamente atividades, visitas especiais e a possibilidade de «fazer coisas diferentes no museu, para vários públicos, dos 8 aos 80 anos». 
Questionado sobre o enquadramento do MMI no contexto europeu e a nível internacional, Álvaro Garrido adiantou que «o nosso museu é cada vez mais conhecido.» E esclareceu: «Os museus marítimos são muitos, mas têm identidades muitos diversas; há os museus marítimos de comunidade e museus navais», sendo certo que «os museus marítimos, à escala internacional, estão numa espécie de encruzilhada, hesitantes entre os caminhos a seguir». 
Disse que o MMI tem conquistado públicos, «talvez por efeito do fluxo de turismo que ocorre em Aveiro e que tem algum impacto no município de Ílhavo». «É um público mais aberto, do país inteiro, e o número de estrangeiros também está a aumentar, sobretudo espanhóis, franceses, e não só, e ainda ilhavenses que estão na diáspora; no verão é muito comum as pessoas virem ao MMI, quase como um ritual». E finalizou a nossa curta conversa com um apelo: «Venham ao museu e tragam um amigo também.» 

Fernando Martins

quarta-feira, 31 de maio de 2017

SAGA DOS BACALHAUS NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA



«A 6 de junho, a Assembleia da República dedica uma jornada especial ao tema da pesca do bacalhau e ao bacalhau enquanto produto económico. A iniciativa será enriquecida pela exposição "A Saga do Bacalhau", promovida pela Museu Marítimo de Ílhavo, com fotografias e um vídeo de Alan Villiers. Álvaro Garrido, consultor do MMI, participará na jornada como orador.»

NOTA: Gosto de saber que a Assembleia da República se vai debruçar sobre a temática do bacalhau de tantas tradições entre nós. Mas também gosto de saber que esta iniciativa vai ser enriquecida, graças à cooperação do Museu Marítimo de Ílhavo, bem representado por Álvaro Garrido, consultor do nosso Museu.

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Prémio Identitas para o MMI


O Museu Marítimo de Ílhavo está de parabéns mais uma vez. Desta feita, foi-lhe atribuído o Prémio Identitas, que distingue instituições e pessoas que se salientaram em termos de «criatividade e inovação». O galardão vai ser entregue no próximo dia 22 de abril, no Centro de Artes e Espectáculos, na Figueira da Foz, na Gala Excellens Mar, organizada pela consultora PwC. 
Segundo se lê no site da CMI, «trata-se de um prémio prestigiante e de âmbito nacional, que visa distinguir projetos e organizações que trabalham na área abrangente dos assuntos marítimos, com destaque para a ciência, a economia e a cultura».

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segunda-feira, 27 de março de 2017

O CIEMar-Ílhavo comemora o seu 5.º aniversário



«O CIEMar-Ílhavo comemora o seu 5.º aniversário no dia 1 de abril, com um programa multifacetado. De manhã o Museu mostra a sua polivalência, com a realização de uma aula de yoga no Aquário dos Bacalhaus e com uma oficina de modelismo náutico. A sessão comemorativa começa às 17:00, com um conjunto momentos de grande interesse: a inauguração da exposição "Ílhavo - Memória e Identidade", um projeto académico da Universidade de Aveiro; a apresentação da publicação “História e Memória do Porto Bacalhoeiro”; a abertura da remodelação da exposição de modelos de navios na Sala dos Mares; e a apresentação do Boletim digital n.º 5 do CIEMar-Ílhavo.
Este será mais um dos momentos da comemoração do 80.º aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo, que se prolongará até ao fim do ano.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Museu Marítimo e Navio-museu Santo André em dia aberto

4 de Fevereiro 
MMI

Santo André

No primeiro sábado de cada mês, apenas e durante o horário de inverno, que se estende de outubro a fevereiro, as entradas no Museu Marítimo de Ílhavo e no Navio-museu Santo André são gratuitas. A abertura é às 10 horas no MMI e às 14 horas no Navio-Museu Santo André; a última entrada de visita é às 17h15 no Museu e às 17h30 no Navio-Museu.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Museu Marítimo de Ílhavo celebra o seu 80.º aniversário

Fernando Caçoilo, presidente da CMI

Álvaro Garrido exibe quadro oferecido pelos Amigos do Museu
80 Anos a Navegar. Todos ao Leme!

“80 Anos a Navegar. Todos ao Leme!” é o mote para as celebrações comemorativas do 80.º aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo (MMI), que no passado 14 de janeiro, sábado, foi apresentado como rumo a seguir até ao Dia Nacional do Mar, 18 de novembro de 2017. No sábado, comemorou-se também o 4.º aniversário do Aquário dos Bacalhau, uma das grandes atrações do museu ilhavense.
«Temos rumo traçado. Queremos fortalecer o projeto sociocultural e introduzir novas medidas de gestão. Sabemos o que queremos. Entendemos o Museu como uma vaidade, se me permitem usar esta expressão. É orgulho. Ficamos orgulhosos por aquilo que o Museu representa em qualquer canto do país», afirmou Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Ílhavo (CMI). E acrescentou que 2016 foi o ano em que se bateram todos os recordes de entradas no nosso museu, com 81 010 visitantes, e de receitas próprias.
O autarca evocou a gente ousada que há 80 anos iniciou este processo e afirmou que o MMI «muito deve aos Amigos do Museu», garantindo «que todos os ilhavenses se orgulham deste espaço». Frisou, entre outras informações e projetos, uma excelente notícia que marca o início de um ano de festejos e que se traduz na «transferência do arquivo dos organismos públicos das pescas para o MMI, por iniciativa da Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos».
Aníbal Paião, presidente da Associação dos Amigos do Museu, sublinha que o desafio é continuar a inovar e a investir para dar atratividade ao Museu. «Esta magnífica arquitetura é muito importante, mas, apesar desta beleza, tem que existir a sensação de trabalho inacabado para que o Museu continue vivo e vibrante. É necessário o contínuo enriquecimento nas relações e que a investigação aprofunde o seu valor e traga novas temáticas. Quando acabar essa sensação e o Museu se tornar estático será um belo edifício mas sem vida».