Mostrar mensagens com a etiqueta Pobre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pobre. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

Celebra-se hoje, 17 de Outubro, o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Este dia foi celebrado pela primeira vez em 1992, com o objetivo de nos sensibilizar para a necessidade de defender um direito básico do ser humano.
Antes, a 17 de Outubro de 1987, Joseph Wresinski convidou as pessoas para se reunirem em honra das vítimas da fome e da pobreza em Paris, no local onde tinha sido assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Compareceram cem mil pessoas.
Infelizmente, a pobreza existe hoje como sempre existiu. Continuará a haver  quem explore o homem, quem roube, quem engane, ao mesmo tempo que não falta quem esbanje, quem gaste em futilidades, quem não goste de poupar. Há os que nasceram ricos e há os que nasceram pobres.
Sou do tempo dos pobres que pediam esmola de porta em porta. E até havia quem tivesse os seus pobres. Lembro-me de um pobre que vinha todos os domingos à nossa casa. Era o nosso pobre, que minha mãe contemplava com produtos para cozinhar e com roupa que já não nos servia. Sempre me impressionou esta realidade. E passados tantos anos, os pobres continuam sob outras formas. Desempregados, baixos salários, subsídios de miséria, doentes sem meios de subsistência, velhos sem familiares capazes de os acolher e doentes sem apoios.
Há na nossa sociedade os extremos: uns com muito e outros sem nada. Aproveitemos este dia para refletir sobre os pobres que temos e sobre as formas de os ajudar.

domingo, 13 de outubro de 2019

As leis serão iguais para todos?




"Para os pobres, é dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Para os ricos, é dura lex, sed latex. A lei é dura, mas estica"



Fernando Sabino (1923-2004), 
escritor brasileiro

Li no PÚBLICO

NOTA: Transcrevo, com a devida vénia, porque é verdade. Vê-se a olho nu e não vislumbro forma de as nossas leis serem MESMO iguais para todos. A um pobre a lei aplica-se e o condenado, porque não tem dinheiro para enveredar pela justiça, pagando a bons advogados, está sujeito a ficar na cadeia. Um rico, com dinheiro a rodos e influências por todos os cantos, faz protelar as decisões dos tribunais  até o comum dos mortais se esquecer. E a vida continua. Ultimamente, não será tanto assim? Talvez, mas o avanços, no sentido de as leis serem iguais para todos,  são muito lentos...  Ou andarei enganado? 

Publicação em destaque

PELA POSITIVA CHEGOU AO FIM

 Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins

Os meus blogues

Seguidores