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segunda-feira, 5 de junho de 2017

PRISÃO DE LUÍS GOMES DE CARVALHO

1823 – 5 de junho


«Por motivos de ordem política, a Câmara Municipal cometeu a iniquidade de prender e mandar sob custódia para o Porto o Engenheiro Luís Gomes de Carvalho, a quem Aveiro ficou a dever os mais assinalados serviços. Presidia então à Câmara o barão de Vila Pouca, Rodrigo de Sousa Teixeira da Silva Alcoforado, do partido absolutista, o qual nesta cidade possuía um vínculo importante, herdado de sua avó D. Maria José de Carvalho e Nápoles (Marques Gomes, Aveiro – Berço da Liberdade, pgs. 26 e 33 e ss.; Revista de Obras Públicas e Minas, Tomo II, Abril de 1875) – A.»

In "Calendário Histórico de Aveiro"
de António Christo e João Gonçalves Gaspar


Nota: Luís Gomes de Carvalho, genro do Eng. Oudinot, foi um dos principais obreiros da abertura da Barra de Aveiro, no local em que ainda se encontra. Depois de outras tentativas, levadas a cabo por outros tantos engenheiros, foi Luís Gomes de Carvalho quem, no dia 3 de abril de 1808, abriu a porta ao progresso da nossa região. Contudo, as guerras políticas, ontem como hoje, foram capazes de humilhar um homem que tanto deu ao nosso país. 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Auto de abertura da Barra de Aveiro

15-IV-1808

Barra de Aveiro (1934)


«Lavrou-se neste dia o auto de abertura da barra nova de Aveiro, que se realizou em 3 de Abril, subscrito por Miguel Joaquim Pereira da Silva. Depois de referir os trabalhos preparatórios de abertura e a maneira como se deu o rompimento, acrescenta: – «As águas que cobriam as ruas da praça, desta cidade, e os bairros do Albói e da Praia, abaixaram três palmos de altura dentro de vinte e quatro horas e outro tanto em o seguinte espaço, e em menos de três dias já não havia água pelas ruas e toda a cidade ficou respirando melhor ar por estas providências com que o Céu se dignou socorrê-la e a seus habitantes com esta grande Obra da Barra» (Aveiro e o seu Distrito, n.º 6, pg. 45) – A»

Fonte: "Calendário Histórico de Aveiro" 
de António Christo e João Gonçalves Gaspar

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Os pescadores



Os pescadores amadores são um belo exemplo de tenacidade e de paciente espera. Nada os afasta desta paixão. Admiro-os muito, talvez por nunca ter conseguido aprender a arte de pescar. E nem as nuvens carregadas e ameaçadoras de chuva os levaram  a desistir. Ontem, à boca da barra, havia bastantes. Até parecia um concurso de pesca, que logo admiti ser impossível em dia de semana. Eu regressei a casa com medo de apanhar alguma chuvada, mas eles lá ficaram, serenos, calados, pacientes.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Barra de Aveiro

As obras no molhe norte continuam

Desde que me conheço, sempre houve obras na Barra de Aveiro. Grandes ou pequenas, paredões e extensões, dragagens e muralhas, reparações e reposições foram e são uma constante para assegurar boas entradas e saídas. Sabe-se que as reações do mar, das correntes marinhas e das imprevisíveis atitudes da natureza escapam aos conhecimentos e cálculos dos homens sábios. Por isso, continuaremos a ter obras na barra. Esta é a grande e única verdade.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO

Planta da Barra em 1843. Arquivo do Porto de Aveiro
Ao longo do ano de 2008 assistiu-se, com agrado, às diferentes iniciativas e cerimónias destinadas a assinalar os duzentos anos da abertura da Barra de Aveiro.
Organizaram-se exposições muito interessantes e elucidativas sobre os antecedentes que levaram à execução do projecto, a complexidade dos trabalhos a executar, a tremenda dificuldade para os levar a cabo, a importância do seu funcionamento para o progresso verificado paulatinamente na região, a qualidade dos responsáveis e executores principais, que foram homenageados, como era natural.
Orquídea Ribau
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