- Posted using BlogPress from my iPad
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Se Albert Einstein não disse, podia ter dito
Albert Einstein:
"Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. Então o mundo terá uma geração de idiotas."
Manuel Madureira, um treinador de futebol da nossa terra
Li aqui

"O Maisfutebol desafiou os treinadores portugueses que trabalham no estrangeiro, em vários pontos do planeta, a relatar as suas experiências para os nossos leitores. São as crónicas Made in Portugal:
Conheça melhor o projeto
MANUEL MADUREIRA, DIABLES NOIRS (Rep. Congo)
«Caros leitores,
O meu nome é Manuel Madureira e nasci a 23/12/1963. Sou casado e pai de seis filhos, além de treinador de futebol. Nasci no Lubango, antiga Sá da Bandeira, em Angola.
Tenho portanto 48 anos de idade e estou ligado ao futebol há precisamente 41, dos quais 18 como jogador e 23 como treinador.
Comecei no futebol amador, nos distritais de Aveiro e Viseu. Joguei, no Grupo Desportivo da Gafanha, Novo Estrela da Gafanha da Encarnação, Sporting Club de Fermentelos, Sporting Club da Vista Alegre, Associação Desportiva de Cucujães, Grupo Desportivo de São Roque e Sport Club Beira Mar.
Como treinador tenho já uma enorme experiência.
"O Maisfutebol desafiou os treinadores portugueses que trabalham no estrangeiro, em vários pontos do planeta, a relatar as suas experiências para os nossos leitores. São as crónicas Made in Portugal:
Conheça melhor o projeto
MANUEL MADUREIRA, DIABLES NOIRS (Rep. Congo)
«Caros leitores,
O meu nome é Manuel Madureira e nasci a 23/12/1963. Sou casado e pai de seis filhos, além de treinador de futebol. Nasci no Lubango, antiga Sá da Bandeira, em Angola.
Tenho portanto 48 anos de idade e estou ligado ao futebol há precisamente 41, dos quais 18 como jogador e 23 como treinador.
Comecei no futebol amador, nos distritais de Aveiro e Viseu. Joguei, no Grupo Desportivo da Gafanha, Novo Estrela da Gafanha da Encarnação, Sporting Club de Fermentelos, Sporting Club da Vista Alegre, Associação Desportiva de Cucujães, Grupo Desportivo de São Roque e Sport Club Beira Mar.
Como treinador tenho já uma enorme experiência.
Somos um mundo de super-homens!
PROIBIDO PERDER!
António Marcelino
Fiquei a pensar que a profissão menos estável, neste momento em que tudo é instável e mais ainda o trabalho profissional, parece ser a de treinador de futebol. Nos clubes ricos perde-se à noite e, na manhã seguinte, o treinador está despedido.
Não se pode perder nunca e em nada. Somos um mundo de super-homens. Perder deixou de ser motivo de reflexão, de procura de causas e de novos caminhos, de normal compreensão da dimensão humana e do ritmo normal de aperfeiçoamento que até a natureza nos ensina com a queda da folha e o desabrochar, a seu tempo, de novos rebentos.
Não fechar as igrejas a sete-chaves
TORNAR AS IGREJAS ABERTAS
Sandra Costa Saldanha
Sandra Costa Saldanha
“Quando a Igreja chama a arte a apoiar a própria missão, não é só por razões de estética, mas para obedecer à ‘lógica’ mesma da revelação e da encarnação”. Palavras do Santo Padre João Paulo II, destacando a importância do património artístico na expressão e na inculturação da fé. Valorizar essa herança - a face material de uma beleza indizível - significa, pois, perpetuar a dimensão própria da obra de arte cristã.
Moçambique: Ponte em Tete
De Tete, Moçambique, recebi esta foto de uma ponte em construção, por gentileza do meu conterrâneo e amigo Jorge Ribau. Afinal, com crise ou sem crise, a presença de portugueses em tantas partes do mundo pode garantir a capacidade de trabalho do nosso povo. Jorge Ribau, engenheiro civil, com toda a sua experiência e capacidade de trabalho, mostra à evidência como é possível exercer a sua profissão, onde quer que seja, sem se desligar da sua terra, dos seus amigos e da sua gente. Um abraço para o Jorge.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Repensar o Estado Social, uma emergência que se impõe
Por António Marcelino
Estamos envolvidos por um barulho apocalítico onde há mais emoções e garganta que inteligência e discernimento. As opiniões cruzam-se: que estão a matar o Estado Social, que o querem esfrangalhar, que está a ser vítima de um ataque inaceitável… Todos sentimos e sabemos que o Estado Social é uma realidade indispensável, uma exigência democrática, um meio imprescindível para que se possa realizar o bem comum e o apoio devido aos mais pobres, sem recursos próprios para o que é essencial.
Os gritos que por aí se ouvem não passam de demagogia barata, manifestação de uma guerra partidária e manipulação do povo, agora fragilizado por necessidades concretas e, por isso, aberto à influência de quem está bem, pensa em si e se sabe aproveitar daqueles que não estão.
Subscrever:
Comentários (Atom)

