SAUDADES DE MIM MENINO
Ai barcas, ai barcas
Tão triste é vosso negror,
Por onde ides navegar?
Que espreita
O olho que levais na proa?
Ai amores, ai amores
Da ria amada.
Ai amores do verde pino…
Ai saudades de mim, menino
Levai-me em vosso vagar.
Senos da Fonseca
NOTA: Senos da Fonseca vai ficar, assim creio, na memória de muitos amigos, nos quais me incluo. Sobre a sua extensa obra, há muito para reler e no meu blogue há diversos referências.
A partida dos amigos é sempre dolorosa... é sempre inesperada... é sempre inoportuna. Como crente que sou, acredito que Deus o acolherá no seu regaço maternal.