domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
FERIADOS PARA QUÊ?
Um texto de Anselmo Borges
no DN
no DN
Não esperava voltar aos feriados. Se volto, é por causa da troika e do debate que se gerou. Não creio que o atraso nacional se deva propriamente aos feriados ou que seja a sua supressão que nos vai fazer dar um salto em frente. As razões do atraso - a ordem é arbitrária - são mais fundas: sem negar manchas felizes de excelência, uma educação coxa; falta de produtividade; não temos uma cultura do trabalho - a religião também influenciou; uma industrialização atrasada; o velho encosto ao Estado protector, que engordou desmesuradamente; incompetência na governação; assimetrias sociais gritantes; a corrupção e a aldrabice atávicas - não apareceram agora, por causa do fisco, mais de cem mil filhos inexistentes, e, nos centros de saúde, dois milhões de utentes-fantasmas?; excesso de administradores nas empresas públicas, com privilégios e prémios imerecidos; justiça lenta e sentida como desigual; desemprego galopante; uma multidão ondulante pendurada da política e dos partidos; cumplicidades entre a política e interesses privados... Quando se lê o estudo recente "A Qualidade da Democracia em Portugal: a Perspectiva dos Cidadãos", há razões sérias para preocupação.
DIA MUNDIAL DO CANCRO - 4 de fevereiro
Um texto de Maria Donzília Almeida

O cancro é uma doença insidiosa que pode surpreender-nos, em qualquer esquina da vida. E, como um assaltante de estrada, ataca indiscriminadamente, não olhando a idade, sexo, estatuto social, credo religioso, ou filiação partidária.
Contra esse assalto imprevisível e inesperado, erguem-se barreiras de defesa, em campanhas de prevenção. A LPCC (Liga Portuguesa Contra o Cancro) que promove uma campanha profilática, permanente, tem vindo a desenvolver um trabalho meritório, no combate a esta terrível doença.
É conhecida, há milénios, a presença do cancro na humanidade. Desde Hipócrates (377 a.C.) que há registos de patologias semelhantes aos vários tipos de cancro dos nossos dias.
Surge o cancro, quando as células têm um crescimento anómalo, o sistema imunitário se revela incapaz de as destruir e se criam metástases em várias partes do corpo. É uma doença, em que a célula sofre mutações ao nível do ácido desoxirribonucleico, (ADN)
É a doença mais temida e temível, de todas as que afetam o ser humano. A investigação, constante, tem permitido conhecer melhor as suas causas e novas formas de o prevenir e debelar.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Passeios da Avenida José Estêvão sem árvores
Quando foram plantadas árvores nos passeios da Av. José
Estêvão, decerto com as melhores intenções, talvez poucos pensassem que a ideia
não seria boa. Com o tempo, porém, veio a provar-se que as árvores, em passeios
estreitos, só prejudicam a mobilidade e provocam estragos. A Câmara Municipal
de Ílhavo (CMI), com a decisão de arrancar as árvores, veio pôr termo aos muitos protestos que ao
longo do tempo lhe foram chegando.
Fernando Caçoilo, vereador da autarquia ilhavense e
responsável pelo setor, falou-nos das razões que levaram a CMI a retirar as
árvores, já com uns anos de vida. E garantiu-nos que a Av. José Estêvão não tem
dimensões para manter árvores nos passeios laterais, sublinhando que os
plátanos, que estão a ser arrancados, são, normalmente de grande porte.
As queixas insidiam sobre as dificuldades de circulação de
cadeiras de rodas, carrinhos de bebés, carros de compras e mobilidade das
pessoas que se viam, em certos lugares, na necessidade de saltar para a avenida,
para contornarem os obstáculos. As folhas entupiam as caleiras de casas e as sargetas,
e as raízes rebentavam a calçada e os muros das habitações.
A operação que tem estado em curso leva os calceteiros a
repararem de imediato os estragos, como seria de esperar, para se evitarem mais
transtornos às populações.
Questionado sobre a possibilidade de se plantarem novas
árvores, de características diferentes, Fernando Caçoilo adiantou-nos que não
está prevista essa hipótese, frisando que os passeios não permitem, por serem
demasiado estreitos, qualquer obstáculo à livre circulação. Disse ainda,
valorizando a importância da árvore na paisagem urbana, que, no fundo, as
pessoas devem estar em primeiro lugar, na hora das decisões.
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