quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Câmara de Ílhavo atribui Bolsas de Estudo
Amanhã, sexta-feira, 27 de janeiro, pelas 18h30, no Fórum Municipal
da Juventude de Ílhavo, vai ter lugar a cerimónia de entrega de Bolsas de
Estudo Municipais, referentes ao ano letivo 2011 – 2012. Nesta edição,
candidataram-se à atribuição de Bolsa de Estudo 36 Alunos, tendo sido excluídos
seis por incumprimento dos critérios de seleção. A Câmara Municipal de Ílhavo
atribuirá neste ano letivo 14 Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Secundário
e do Ensino Superior residentes no Município de Ílhavo, correspondendo oito a
novas Bolsas e seis a renovações. O montante da Bolsa varia entre 51,13 euros e
102,25 euros, consoante se trate de um Aluno do Ensino Secundário ou do Ensino
Superior.
Permitam-me que sublinhe a importância das Bolsas de Estudo,
sobretudo em tempos de crise e de muitas dificuldades para as famílias. Segundo
tenho lido na comunicação social, há já muitos alunos que cancelaram os seus
estudos, precisamente por carências económicas. Interessante seria que outras
instituições de qualquer pendor criassem bolsas para outros alunos
necessitados.
AVIVAR A MEMÓRIA PARA ENTENDER A DECISÃO
Um artigo de António Marcelino
É bom ter presente pessoas e aspetos significativos da iniciativa conciliar, bem como o contexto, social e eclesial, em que o Concílio surgiu e aconteceu. Muitos dos que, passo a passo, viveram o Concílio, padres ou leigos, em idade de vibrarem com a preparação e o decorrer do mesmo, se ainda vivem, na sua maioria, são pessoas com mais de setenta anos. Isto quer dizer que, passados cinquenta anos, a quase totalidade dos mais responsáveis hoje, na Igreja em Portugal, eram então muito jovens ou ainda nem tinham nascido. A memória histórica comporta, para todos, lições que é bom recordar, para compromisso no presente e ajuda no projetar do futuro.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Alberto João Jardim aceita acordo troikiano
Habituados que estávamos às ameaças do presidente do Governo Regional da Madeira, com cedências sistemáticas às exigências de Alberto João Jardim por parte de todos os Governos da República, gostei de saber que desta vez houve quem se impusesse com determinação e rigor. Já não era sem tempo. Os madeirenses são portugueses como nós e por isso têm de ser tratados em pé de igualdade. Tem-se dito que noutras eras os madeirenses eram menosprezados e até prejudicados. Com a democracia, porém, julgo não haver razões para isso. Penso que todos ganhamos com o respeito pelos direitos e obrigações de todos os portugueses, estejam eles na Madeira, nos Açores ou em qualquer parte do mundo.
Ver aqui
O Hino ao Silêncio de Bento XVI
O silêncio é parte integrante da comunicação
Silêncio e palavra [são] dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas.
Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.
O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo.
No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
MANUEL CORREIA, UM ARTISTA MULTIFACETADO
Entrevista conduzida por Fernando Martins
Capitão Correia mostra a técnica utilizada
Manuel Correia, 67 anos, natural de Ílhavo, casado, dois
filhos e um neto, oficial da Marinha Mercante, é um apaixonado pelas artes,
sobretudo pelas artes plásticas. Autodidata, começou na Escola Primária a
manifestar um gosto especial pelo desenho e pintura, tendo participado no
Concurso Milo, da Nestlé, a nível
nacional, onde foi distinguido com uma Menção Honrosa. E desde essa altura,
nunca mais deixou de pintar, interessando-se por várias técnicas: pintura a
óleo e em acrílico, aguarela e desenho, mosaísmo e cerâmica. Esta última, a
arte do fogo, é, sem dúvida, a sua paixão. «Há uns três anos frequentei um
curso de cerâmica, curso esse que envolveu, na verdade, diversas tecnologias
necessárias, como a moldagem em barro, a pintura, as muflas e a cozedura, entre
outras», disse.
Manuel Correia, mais conhecido por Capitão Correia, gosta
imenso de música, interpretando vários instrumentos de corda, em especial
viola, cavaquinho e viola braguesa. A música popular portuguesa merece a sua
preferência, pela sua riqueza e variedade que denunciam a matriz das terras que
lhe deram expressão.
Pormenor do trabalho que está a ultimar para a casa paroquial
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