domingo, 27 de fevereiro de 2011

Faleceu a Rosarinho Sarabando

Na segunda-feira anunciei o lançamento do livro de Rosarinho Sarabando “Quero ver o meu filho crescer…”. Hoje, contudo, recebi uma notícia muito triste, enviada pelo Domingos Cardoso. Diz assim: «Venho dizer que a festa de ontem à Rosarinho Sarabando correu muito bem e foi muito bonita. Quero também dizer-vos que a Rosarinho morreu na noite de sábado para domingo, depois da festa. O funeral será na 2ª feira às 17h30 com missa às 16h30.»
Para quem duvida, se é que alguém duvida, a vida anda de braço dado com a morte. Depois da festa, depois da alegria, veio a tristeza, com o falecimento de uma lutadora. Tenho a certeza de que a Rosarinho continuará, como sempre desejou, a ver o seu filho crescer. Que Deus, com a sua infinita bondade, a receba no seu regaço de amor eterno.

O nosso ar do tempo fica desconfortável com religião


A ilegalização de Deus e dos teólogos

Henrique Raposo


Com este texto procurei cruzar o pensamento de Ratzinger com alguns dos sinais intelectuais e políticos do nosso tempo, deste nosso "ar do tempo" europeu. Gostava de destacar três desses sinais: a ilegalização de Deus, o declínio da Europa e abismo que separa os "direitos humanos" do "Direito Natural".

Dia Mundial da Oração: 4 de Março, na igreja da Vera Cruz


Celebra-se na próxima sexta-feira, dia 4 de Março, às 21h30, na Igreja da Vera Cruz o Dia Mundial da Oração, movimento ecuménico de oração que remonta ao século XIX e preparado anualmente por mulheres de diferentes países.
A Liturgia foi este ano preparada pelas mulheres do Chile, um país da América do Sul muito noticiado recentemente na comunicação social, devido à tragédia dos 33 mineiros presos na mina de cobre de El Teniente, a 800 quilómetros de Santiago. Como pudemos observar, a fé cristã no Chile é uma realidade, 89% da população é católica romana, 10% professam a sua fé em igrejas evangélicas e os restantes 1% são constituídos por pequenas comunidades judaicas, cristãos ortodoxos e muçulmanos.

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 226

DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM - 9


Caríssima/o:

Quando os pés teimam e não querem subir, sabe bem olhar à nossa volta e observar a leveza de nossos netos e netas, possuídos pelos mesmos anseios e voos que um dia nos terão fornecido asas para ir sempre e cada vez mais além.

Então, espaço e voz ao poeta [Fernando Miguel Bernardes]; ele cantá-la-á deixando aberto o convite...


A MINHA BICICLETA

A minha bicicleta
só tem dois pedais
mas se monto nela
não tem dois, tem mais!

A minha bicicleta
tem um guiador
quando monto nela...
...sou aviador!

No jardim onde ando
não vejo um canteiro...
sou aviador,
vejo o mundo inteiro

Voo mesmo a sério !...

Por cima das árvores
(não toco no chão!)
voo mesmo a sério
vou de avião...

A minha bicicleta
também tem selim
mas eu nem me sento,
gosto mais assim :

Pedalo em pé
dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês:

É um avião,
pois eu não te digo?!

Da próxima vez...

Da próxima vez
Levo-te comigo?

Manuel

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ria de Aveiro: moirão à espera


Na Ria de Aveiro, moirão espera pela maré e pelos barcos. Sabe que demora, mas o prazer da companhia demove-o de protestar. Mais adiante, procura-se marisco. É sempre assim na baixa-mar.

EXPRESSO sempre atento


Escrevi um dia destes que o EXPRESSO é uma instituição de referência na área da comunicação social. Com novo diretor, Ricardo Costa, era esperada uma readaptação aos tempos presentes. Como é lógico.
Hoje apresenta-se com mais colunistas de peso e com algumas alterações que indiciam novos êxitos. Também comemora a edição número 2000, com a oferta de uma revista para ler e guardar.
No editorial da revista, o diretor diz: «Os momentos de crise têm todos os ingredientes para criar fenómenos extremos. É exatamente nestes momentos que não podemos esquecer os valores fundamentais da nossa sociedade. Ao longo desta edição vemos um país que mudou muito, mas que ainda é profundamente desigual. Um país em que rendimentos, oportunidades, direitos e garantias não encontram padrão entre classes sociais ou gerações. E, acima de tudo, um país que não encontra o seu sentido num mundo que muda mais depressa do que nós.»

RELIGIÕES: Para dialogar, é preciso conhecer.

Hans Küng

As religiões místicas

Anselmo Borges

Qualquer pessoa verdadeiramente religiosa já alguma vez disse para si mesma: se tivesse nascido noutro continente, de uma família de outra religião, muito provavelmente a minha pertença religiosa seria outra. Na Índia, seria hindu. Em Marrocos ou na Indonésia, muçulmano. Em Israel, de mãe judaica, seguiria o judaísmo. Na China, seria confucianista ou taoísta. No Japão, xintoísta. Na Europa, em Portugal, cristão católico; na Rússia, cristão ortodoxo; na Suécia, cristão luterano.
É este exercício que o teólogo católico Hans Küng faz na sua última obra Was ich glaube (A minha fé), resultado de uma série de lições dadas, aos 80 anos, na Universidade de Tubinga.

Faleceu Senos da Fonseca

SAUDADES DE MIM MENINO Ai barcas, ai barcas Tão triste é vosso negror, Por onde ides navegar? Que espreita O olho que levais na proa? Ai amo...