quarta-feira, 8 de julho de 2009

Se eu largo, para o mar, pescando o pão...

COMPANHEIRA Se eu largo, para o mar, pescando o pão No cais deixo um olhar vestindo anseio, E um coração lanceado p’lo receio De ser o mar imenso o meu caixão. E se, às vezes, o mar parece chão, Onde a Lua nos despe o alvo seio, Há noites em que o mar nunca tem freio Mordendo a nossa carne, como um cão. A mesa onde a família se senta É que me dita a sina da tormenta Que me há-de acorrentar a vida inteira. Nas horas em que a paz é mais ausente A barca é a minha muda confidente, Rainha do mar, minha companheira! Domingos Freire Cardoso

Publicação em destaque

Aveiro de Luto - Faleceu Mons. João Gaspar

Monsenhor João Gonçalves Gaspar  partiu para a Casa do Pai O Monsenhor faleceu esta quinta-feira, no Hospital de Aveiro. Amanhã 3 de julho, ...

Seguidores