domingo, 25 de julho de 2021

Frei Bento Domingues regressa em Setembro

Frei Bento Domingues está de férias no PÚBLICO. Voltará em Setembro. Assim esperam os seus leitores habituais de domingo. Como eu.
Realmente, costumo publicar a sua crónica no meu blogue, com todo o prazer, ou não seja Frei Bento Domingues um despertador extraordinário que nos indica, semana após semana, caminhos inspirados nos ensinamentos de Jesus Cristo. 
Eu sei que há outros cronistas que também nos iluminam trajetos de vida que nos conduzam para além dos quotidianos triviais, mas sinto que Frei Bento tem um dom especial para nos acordar. 
Por aqui ficaremos à sua espera em Setembro, com votos de reconfortantes férias.

sábado, 24 de julho de 2021

O sétimo mandamento: contra os ladrões

Crónica de Anselmo Borges 
no Diário de Notícias



«O roubo começa e está presente das maneiras mais diversas, até na vida quotidiana: viajar nos transportes públicos sem bilhete, não chegar a horas ao trabalho, evasões fiscais, estragar a natureza, construções sem garantia, declarações falsas de doença, fogo posto, má condução nas estradas, incompetência no desempenho das diferentes tarefas e funções, tráfico de drogas, branqueamento de capitais, danificar a propriedade pública e privada, irresponsabilidade no uso e aplicação dos dinheiros públicos, corrupção activa e passiva, falsificações alimentares, tirar aos outros o seu tempo precioso...»

1- Há um mandamento da lei de Deus (quem é que ainda se lembra que os mandamentos são dez?) - o sétimo - que diz: "Não roubarás."
Antes de mais, é preciso esclarecer que os mandamentos da lei de Deus - o Decálogo - são dados em nome do Deus libertador do povo escravizado no Egipto. Todo o Antigo Testamento tem como eixo essa experiência essencial da libertação da escravidão. Assim, por paradoxal que pareça, os mandamentos, em última análise, resumem-se nesta ordem: sois livres, não escravizeis ninguém, não vos deixeis escravizar por nada nem por ninguém, não sejais escravos de vós próprios.

Férias só para alguns?

António Marcelino, 
antigo  Bispo de Aveiro 

«Muitas instituições particulares de solidariedade social têm proporcionado uns dias de praia às crianças. Algumas destas instituições, pelas restrições a que têm sido sujeitas, vão deixando de o poder fazer. Outras, com dificuldade embora, têm continuado a proporcionar este bem.
Recordo que uma diocese de Portugal, a de Coimbra, promoveu, há tempos, férias para filhos de pais desempregados. Não poderão outras entidades fazer o mesmo? Não poderão também algumas famílias assumir nas suas férias uma ou mais crianças que precisem de sol e mar e que os pais não lhos podem dar

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NOTA: Boa questão é esta que o antigo Bispo de Aveiro levantou, há 10 anos, com verdadeiro sentido de oportunidade. 

sexta-feira, 23 de julho de 2021

A Terra não nos pertence


“A Terra não nos pertence. Esta noção fundamental é-nos lembrada pelos ecologistas. Deixando de lado todos os fenómenos espúrios, considero que esta nova atenção consagrada ao ambiente é um acontecimento capital para a história da Humanidade.”

Abbé Pierre

Nota: Se vai de férias, reconheça a riqueza que é para nós podermos usufruir da natureza linda, limpa e asseada. E deixe-a melhor do que a encontrou. 

Tranquilidade na Ria





Ontem, a Ria estava tranquila e convidativa. Talvez por isso, não faltaram barquinhos à vela em jeito de treino, aprendizagem e recreio. O dia estava claro e só para olhar a paisagem valeu a pena sair de casa para andar por ali, com a Costa Nova nas minhas costas. Ganhei uns momentos de tranquilidade plena. Experimentem...

Pão repartido sacia as fomes do mundo

Reflexão de Georgino Rocha 
para o Domingo XVII do Tempo Comum



Ontem como hoje, as multidões têm fome de toda a espécie de pão que corresponde a todas as dimensões do ser integral da pessoa humana.

A atitude da multidão denota o alcance da acção missionária de Jesus. Vê o que faz aos doentes e sente-se atraída. Deixa o rame-rame da vida e segue-o. Deleita-se com os ensinamentos que ouve e nem sequer se preocupa com a fome que lhe consome as energias. Mas preocupa-se Jesus: Ao ver a multidão pergunta a Filipe: Onde encontrar pão para tanta gente?. Jo 6, 1-15. Se então eram muitos, hoje são milhões.
Segundo dados do último relatório da Oxfam/ONG italiana, a situação é alarmante: “Acontece que 20 milhões de pessoas a mais que no ano anterior estão à beira da morte porque não têm alimentação suficiente: 155 milhões no mundo … A emergência é global e afeta principalmente as camadas mais vulneráveis da população, começando pelas mulheres, que em muitos casos abrem mão da comida para alimentar seus filhos”, afirma Paolo Pezzati… Em que mundo vivemos se esta emergência não está no topo das agendas políticas comuns?” E das nossas preocupações diárias?

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Edifício JARBA - Conjunto de Interesse Municipal


O Edifício da JARBA [Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro] e Oficinas, situado no Forte da Barra de Aveiro, na Gafanha da Nazaré, foi classificado como Conjunto de Interesse Municipal (CIM). O documento que conclui o procedimento de classificação, assinado pelo presidente do executivo municipal ilhavense, Fernando Caçoilo, no passado dia 1 de julho, reconhece o edifício da JARBA e as oficinas como sendo “um importante testemunho do património cultural municipal, refletindo, de acordo com o estabelecido no artigo 2º da lei nº 107/2001, valores de identidade e de memória coletiva, bem como de antiguidade, autenticidade, originalidade, singularidade e exemplaridade”. 
Ao contrário do que normalmente acontece com a classificação de monumentos, neste caso não foram definidas zonas de proteção ao conjunto agora classificado, uma vez que o mesmo está abrangido pela zona geral de proteção, conferida pelo decreto que procedeu à classificação do Forte da Barra de Aveiro como Imóvel de Interesse Público (IIP), decreto nº 735/74.


NOTA: Publicado no TIMONEIRO