terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Aldeias e Vilas Medievais - Marvão


 
A vila de Marvão e o território em redor maravilham todos os que a visitam. No centro do Parque Natural da Serra de São Mamede, esta localidade encontra-se inserida em muralhas que datam dos séc. XIII e XVII e entrar no seu interior é percorrer ruas cheias de história. Das portas às arcadas góticas, dos detalhes manuelinos ou em ferro forjado, já para não falar do castelo, Monumento Nacional, uma visita a Marvão é uma viagem que desperta os sentidos e aguça a curiosidade pela história nacional.

NOTA: Partilhado pela Via Verde com o  desafio de uma visita.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Nomeações Diocesanas

José  Ferreira Alves - Ecónomo Diocesano
João Barbosa - Presidente da Cáritas Diocesana 

João Barbosa 
José Alves
D. António Moiteiro, Bispo de Aveiro, nomeou o diácono permanente José Ferreira Alves para o cargo de Ecónomo Diocesano, durante um período de cinco anos, sucedendo assim ao Pe. João Gonçalves, recentemente falecido. José Ferreira Alves, que deixou a presidência da Cáritas Diocesana, também fica a pertencer ao Conselho para os Assuntos Económicos. Para presidir à Direção da Cáritas Diocesana, o nosso Bispo nomeou João José da Maia Vieira Barbosa, um aveirense bastante conhecido.
Aos novos presidentes e respetivos membros dos corpos diretivos formulo votos das maiores venturas pessoais ao serviço da Igreja Diocesana de Aveiro. Porque os conheço há muitos anos, posso testemunhar a capacidade de trabalho e a honorabilidade que os caracterizam. 

Ler todas as nomeações aqui 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Ai de mim se não ajudar a nascer a alegria

Crónica de Bento Domingues 
no PÚBLICO

A pronta disponibilidade para o serviço dos outros constitui a verdadeira alegria do Evangelho de Cristo que continua.

1. Cabe à inteligência prática saber adaptar-se. A pandemia mundial parece dizer-nos que, se não soubermos adaptar-nos a viver na cadeia – que as medidas de segurança exigem –, arriscamo-nos a ser suas vítimas e a fazer mais vítimas, correndo o perigo de servirmos a morte até aos próprios amigos e familiares.
Na cadeia, dizia um prisioneiro, importa cultivar a saúde mental, a saúde espiritual e a saúde física. São medidas e artes para conquistar a liberdade no dia-a-dia do cativeiro, para não acabarmos derrotados quando se abrirem as portas da prisão.
Para a saúde espiritual, recorro a uma antífona da Liturgia das Horas, feita de pura serenidade: Salvai-nos, Senhor, quando velamos e guardai-nos quando dormimos, para estarmos vigilantes com Cristo e descansarmos em paz. É seguida de uma oração igualmente bela: Iluminai, Senhor, esta noite, concedei-nos um descanso tranquilo, para que, amanhã, nos levantemos em vosso nome e possamos contemplar alegres e felizes o nascer de um novo dia.
A religião não dispensa o bom senso. Importa resistir à demagogia e ao sadismo de certas vozes, especializadas em semear a confusão, para defender interesses que não coincidem com os da população mais carenciada.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Eutanásia

O meu futuro, segundo a minha fé, 
ficará nas mãos de Deus

A eutanásia, que a nossa Assembleia da República aprovou, mas que eu, simples cidadão, não subscrevo nem aceitarei, veio num momento muito inoportuno, com tantos cidadãos vitimados pelo coronavírus. É claro que nem todos os portugueses alinham pelos mesmos princípios morais e éticos dos que votaram a favor da morte assistida. Eu sou um dos que defendem o respeito pelo vida até ao fim natural.
Se porventura eu ficar na situação de doença terminal e dolorosa, jamais aceitarei a hipótese e as normas da lei que os nossos deputados aprovaram. Pedirei que me atenuem as dores, se possível, mas ainda que desliguem as máquinas se não houver na medicina alternativa viável. O meu futuro, segundo a minha fé, ficará nas mãos de Deus.

Fernando Martins

O sentido da vida. 4. A morte e a esperança

Crónica de Anselmo Borges 
no Diário de Notícias

"Deus é o Bem", que não nos será tirado. E há uma dívida da História para com as vítimas inocentes; sem Deus, quem pagaria essa dívida?


1 A morte é o choque mortal com o sentido. Ela é a barreira inultrapassável, definitiva. Significativamente, os antropólogos são unânimes em reconhecer na sepultura, portanto, na consciência da morte e na procura de transcendê-la, o sinal decisivo, indesmentível, de que, na história gigantesca da evolução, estamos em presença do ser humano, de alguém, da pessoa. Essa consciência é sempre acompanhada da religião e, de um modo ou outro, da filosofia, como reconhece a história, de Platão - a filosofia é "o exercício de morrer e estar morto" - a Schopenhauer, que via na morte a "musa da filosofia", ou Martin Heidegger.
Perante a morte, quando tudo desaba e se afunda, erguem-se, mais dramáticas, esmagadoras, as perguntas essenciais: Donde vimos?, Para onde vamos? Qual o sentido de tudo? O que vale a existência? Perguntas inevitáveis para todos, pois, como dizia Ernst Bloch, no regresso a casa após o funeral de um amigo, nem mesmo o maior capitalista pensa apenas na sua conta no banco. Aí está a razão por que, para conhecer uma sociedade, talvez mais importante do que saber como é que nela se vive, é saber como é que nela se morre e se trata os mortos. A maior prova do profundo mal-estar da nossa sociedade é que teve de fazer da morte um tabu.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Zé Penicheiro - Traços e cores da nossa região



 
Da secretária da minha tebaida vejo assim este quadro do Zé Penicheiro, artista que tive o gosto de conhecer desde que se instalou em Aveiro. A beleza da nossa ria, gente e terras, fascinava-o. Todos os dias, quando me sento, o Zé Penicheiro está presente.

Nota: Registo feito de lado para evitar reflexos. 

A terra não nos pertence

Paisagem açoriana 

“A terra não nos pertence. Esta noção fundamental é-nos lembrada pelos ecologistas. Deixando de lado todos os fenómenos espúrios, considero que esta nova atenção consagrada ao ambiente é um acontecimento capital para a história da Humanidade.”

Abbé Pierre

In Testamento