Toda a nossa região cultivou, desde tempos imemoriais, o azulejo como forma decorativa e de revestimento de edifícios. Há, estou certo disso, estudos sobre o tema, mas da Gafanha da Nazaré e demais Gafanhas não conheço quem se tenha debruçado sobre este assunto. Eu já não tenho coragem nem conhecimentos para isso. Limito-me, tão-só, a chamar a atenção para o estudo que se impõe sobre o nosso património artístico, que não será assim tão rico. E também me limito a apreciar o que vou encontrando pelas nossas ruas. Na Av. José Estêvão, bem perto de minha casa, todos os dias olho para estes azulejos, porque gosto deles...
terça-feira, 28 de maio de 2013
As “aparições” de Fátima
Crónica semanal de Anselmo Borges Padre e professor de Filosofia Nota introdutória Em 2017, a célebre revista CONCILIUM, que se publica em ...
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A Lita é, por natureza, generosa. Aqui está ela a contribuir para a artista de rua, em Aveiro, junto aos arcos.
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Hoje já ganhei o dia "Beber quatro cafés por dia pode ajudar pessoas com mais de 60 anos a manter força, energia e mobilidade, reduzind...