Andam por aí a advogar a ideia de levar os ricos a serem generosos, ajudando o Estado a endireitar as contas com um imposto especial. Parece que a ideia veio de alguns ricos americanos que, dizem, estão cansados de receber benesses do Governo através de isenções fiscais. Os que falaram estão dispostos a contribuir. Outros ficaram calados.
Em Portugal, pelo que ouvi e li, parece que não vale a pena estar à espera deles, os ricos. Um diz, com grande lata, que até nem é rico. É, pelos vistos, um simples assalariado. Outros nem se pronunciam, porque continuam à espera de facilidades.
Um economista, Miguel Beleza, afiança que não temos assim tantos ricos e que os contributos de que se fala não seriam significativos. Alguns, esclarecem, que, afinal, a grande ajuda dos ricos está nos empregos que possam oferecer.
Cá para mim, acho que não vale a pena tentar esperar dos abastados qualquer generosidade que implique redução do défice público. Tenho por experiência próprio, em ações de solidariedade, que os pobres e remediados estão muito mais disponíveis para colaborar do que os milionários. O resto são cantigas.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
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