POVO
Cai o sol às chapadas sobre a aldeia
E a procissão se alonga, lentamente,
Entre a gente apinhada, pura e crente,
Olhos no andor que o santo bamboleia.
Embalada p’la banda que estrondeia
Marca passo a irmandade reluzente
Nas suas brancas opas, penitente,
Remindo, quase sempre, culpa alheia.
São homens que da terra se alimentam
E, em suas mãos, os calos representam
A nobre identidade... o seu brasão!
O orgulho que em mim cresce é grande, é imenso
Por ver que a este povo eu já pertenço
Desde que ao mundo vim, sobre este chão!...
Domingos Freire Cardoso
sábado, 9 de maio de 2009
Um poema de Domingos Cardoso
POVO
Cai o sol às chapadas sobre a aldeia
E a procissão se alonga, lentamente,
Entre a gente apinhada, pura e crente,
Olhos no andor que o santo bamboleia.
Embalada p’la banda que estrondeia
Marca passo a irmandade reluzente
Nas suas brancas opas, penitente,
Remindo, quase sempre, culpa alheia.
São homens que da terra se alimentam
E, em suas mãos, os calos representam
A nobre identidade... o seu brasão!
O orgulho que em mim cresce é grande, é imenso
Por ver que a este povo eu já pertenço
Desde que ao mundo vim, sobre este chão!...
Domingos Freire Cardoso
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