sexta-feira, 25 de julho de 2025

Grandes Veleiros no Porto de Aveiro

ÍLHAVO SEA FESTIVAL 2012



«No ano em que se comemoraram  os 75 anos do Museu Marítimo de Ílhavo, que se associou ao 75.º aniversário do Creoula, do Santa Maria Manuela e da Sagres, a Câmara Municipal de Ílhavo realizou, entre os dias 3 e 6 de agosto de 2012, o ÍLHAVO SEA FESTIVAL, que integrou um conjunto vasto de ações de índole cultural e desportiva e que contou com a presença de alguns dos mais belos Grandes Veleiros do Mundo.»


NOTA:Ler mais aqui 

Caudal de Informação


Ao iniciar o dia, sou bombardeado pela informação que me chega de todos os quadrantes. Mesmo sabendo o que mais desejo, sou tentado a saber tudo. Impossível. Assim, vou imensas vezes na onda. Por mais promessas que faça a mim mesmo, os meus olhos nem sempre me obedecem. O que me vale é a minha situação de viver, grosso modo, em liberdade plena.
Uma manhã luminosa, desafiante, convida-me a sair para arejar. Talvez o faça, mas terei de pensar bem se as minhas forças anímicas me autorizam. Tanto calor ditará a sentença. Logo se verá.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Quem é o outro?


"O outro é condição de construção de cada eu. É perante o outro que nos reconhecemos sujeitos. O outro não é fonte do mal (poderá, pelo contrário, em muitas situações, ser, mesmo, sua vítima…). O outro pode ser o filho ainda não nascido, o imigrante fragilmente chegado, o refugiado de todos os pontos repudiado, o desempregado desolado, o preso abandonado, o sujeito estereotipado, etc., etc. O outro, humano como eu, merece reconhecimento; não a presunção da legitimidade de poder ser repudiado."

NOTA: Li no Google.

Como reagir?

Já decidi. Como reagir? Para já, rejeitei a modorra de uma vida um pouco parada. Parada e estarrecida, perante um mundo de cabeça perdida. Guerras em quase todos os quadrantes do planeta. Mortos, deslocados em fuga, esfomeados desesperados. Tudo em direto pelas televisões. 
Não sabemos se as bombas surgirão quando menos se espera, cruzando os nossos horizontes, convidando-nos ao isolamento e ao medo, sem arte e força para nos protegermos nos recantos que habitamos, até agora tão tranquilos. O nosso silêncio de país neutro e amante da paz estará seguro? Não sei!

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Papa Leão XIV propõe fim à barbárie

“Peço que se ponha imediatamente termo à barbárie da guerra e que se encontre uma solução pacífica para o conflito”.O Papa está a cumprir a sua missão. Nos tempos deste século XXI, os homens e mulheres deviam ser arautos da paz e da concórdia. As eras das barbáries já não deviam ter lugar neste mundo da nossa civilização. Infelizmente, não é assim. 
Os conflitos armados continuam nos nossos dias. Como sempre. A competição pacífica é necessária e útil. Sem ela, jamais teremos progresso. Contudo, já era tempo de os homens e mulheres cultivarem a paz e as conquistas pelo diálogo.

sábado, 19 de julho de 2025

PÁRA E PENSA - O CRISTO PENSADOR

Crónica semanal
de Anselmo Borges

Karl Rahner, talvez o maior teólogo católico do século XX — tenho a honra de ter sido seu aluno —, deixou escapar um dia, numa aula, uma daquelas observações que nunca mais se esquecem: na Igreja católica é obrigatório confessar os pecados graves e mortais, mas não estava a ver que algum bispo ou padre ou superior religioso, ministro ou professor católico se tenha confessado do pecado grave e, frequentemente, mortal, da ignorância culpada, da incompetência fatal, da inteligência irresponsavelmente menorizada.
Em geral, nas igrejas, faz-se muito pouco apelo à razão, à reflexão crítica, à pergunta. Como se a fé não tivesse de conviver com a inteligência, com a dúvida e com a pergunta. Os cristãos — mas isso acontece em todas as religiões — parece que ficam tolhidos na sua capacidade de perguntar. No entanto, Jesus morreu a rezar esta pergunta infinita que atravessa os séculos: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?” e, perto de nós, Martin Heidegger, um dos filósofos mais influentes do século XX, escreveu que “a pergunta é a piedade do pensamento”.

HÁ DIAS ASSIM!


Acordei sem programa definido e sem vontade de estabelecer metas. Olhei para todos os lados na perspectiva de definir horizontes. O cérebro não agiu em conformidade. Deixou-me ao sabor da maré: Ora vem, ora vai. E deixei-me abandonado às circunstâncias. Eu e a Lita regressámos à nossa casa que completa, em Agosto, 60 anos de vida.
Dei uma volta ao quintal, fixando-me nos pinheiros, arbustos e árvores de fruto. Ouvi o cacarejar da galinha e o chilrear da passarada e percebi a velocidade acelerada dos carros e motos pela nossa rua, estreita e muito frequentada.
O Sol brilhava, qual convite para um passeio? Fomos até à centralidade da nossa Igreja Matriz. Uns amigos por aqui e por ali e lá tive de pedir que se identificassem. Rostos conhecidos, mas os nomes varreram da minha cansada memória. É a vida!

FM