Há momentos únicos. Esta foto é um exemplo disso. A Ria ao pôr do sol brinda-nos com a beleza da natureza.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
Gafanha da Nazaré
Onde está hoje a sede da Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré esteve anteriormente este modesto edifício. Ambiente possível para tempos de muitas dificuldades. Ali se debateram, com coragem, ideias e projetos de interesse para a nossa terra.
Um pouco de mim
Aqui estou eu em hora de descanso. Música de fundo, baixinho, só para mim e a meu gosto. Por companhia, o Camilo com o seu monóculo e a paz de que tanto gosto. A vida agitadíssima de tandos anos de trabalhos e canseiras, passou à história. Fiquei apenas com um grande arquivo de memórias. De vez em quando lá divulgo uns parágrafos. Prometo que vou continuar.
FM
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
As malas
Eu sei, todos sabemos, que os crimes acontecem imensas vezes. Há sempre alguém que erra, há sempre alguém que tem fome, há sempre alguém que transgride. Agora saber-se que um deputado da nação roubava malas é que nunca pensei. Já confessou. Não há dúvidas. É claro que uma andorinha não faz a primavera. Mas temos de convir que foi um crime gravíssimo. E vai continuar em exercício? É possível?
NÁUFRAGOS DA II GRANDE GUERRA
Um livro que deve ser muito interessante e importante. Merecerá ocupar um lugar especial nas nossas estantes.
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
D. João Evangelista - primeira visita pastoral
Após a restauração da Diocese, no dia 11 de dezembro de 1938, o administrador apostólico de Aveiro, D. João Evangelista de Lima Vidal, realizou no dia 22 de janeiro de 1939 a primeira visita pastoral, que foi à Catedral, e presidiu à primeira grande peregrinação ao sepulcro da Princesa Santa Joana.
Ana Beatriz Ribau sonha viajar pelo mundo
Ana Beatriz Ribau, 17 anos, sente que as artes dão liberdade à sua vida. Apresenta-se como uma jovem "otimista, alegre e faladora", que gosta de estar viva, aprender e experimentar o novo. No palco ou na plateia "não pára um segundo", como diz a mãe Anabela.
Aos seis anos integrou o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, motivada pelos dois irmãos mais velhos, Ricardo e Tiago, que já lá andavam. Porém, a paixão pelo folclore germinou com as visitas às romarias de Ponte de Lima que fazia com a avó materna, Laurinda, que nasceu e viveu naquela vila minhota, antes de se mudar para a Gafanha da Nazaré, onde construiu família.
O folclore trouxe à juventude de Beatriz, como gosta de ser chamada, “aprendizagens e vivências muito ricas”. Nas suas palavras: “Aprendi a conhecer as raízes, as tradições e a história da minha região, aprendendo danças, músicas e trajes que transportam a sua identidade. Desenvolvi também habilidades como trabalho em equipa, disciplina e respeito pelas diferenças culturais”.
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