Frequento Aveiro desde tenra idade. Costumo dizer que, para além de gafanhão, tenho umas costelas aveirenses. E não me sinto mal com elas.
Os amigos, que eram de diversas freguesias da região, ainda "habitam" no meu espírito, mas há muitos que perdi de vista.
Quando passo pelas grandes superfícies, tenho o hábito de olhar atento para quem passa na tentativa de identificar os antigos colegas, mas é raro. Há dias vi um tipo sentado a tomar o café. Pareceu-me um antigo colega, mas errei o alvo. Dirigi-me ao senhor e ele apressou-se a dizer-me que eu estava enganado. Dias depois, tive sorte. Um indivíduo que passava bateu na porta certa, que era eu. E uns bons minutos de conversa souberam-me muito bem.
Continuarei.
FM