quarta-feira, 16 de julho de 2025

POBREZA PELO MUNDO

O Papa, Leão XIV, denunciou no domingo, 13 de julho, a situação dos povos “saqueados” pela guerra e pela pobreza, em todo o mundo, deixando apelos ao acolhimento de todos, sem distinção, nas comunidades católicas. “É o caminho de muitos povos despojados, roubados e saqueados, vítimas de sistemas políticos opressivos, de uma economia que os condena à pobreza, da guerra que mata os seus sonhos e as suas vidas”, declarou o Papa na homilia da primeira Missa a que presidiu em Castel Gandolfo, onde se encontra a passar um período de férias.

Das Redes Sociais

terça-feira, 15 de julho de 2025

PESSOAS SOZINHAS


"Seguidores, milhares de amigos nas redes sociais, centenas de partilhas. Estamos constantemente ligados e nunca houve tanta gente tão sozinha. Se por um lado, as redes sociais vieram encurtar distâncias e amenizar saudades, por outro permitiram um maior isolamento de algumas franjas da população. O problema é global: quase uma em cada seis pessoas se sente sozinha, sobretudo entre jovens e populações de baixos rendimentos."

Nota: Das Redes Sociais 

Paisagem lagunar da minha terra


 A cerenidade da Ria de Aveiro - Costa Nova.

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Inquisição em Ílhavo

Um pouco de História não faz mal a ninguém


 Fonte: Agenda do Município de Ílhavo.

Pobreza Envergonhada

"Que nenhum de vós permaneça indiferente perante a pobreza envergonhada dos que vivem ao nosso lado.
Ser peregrino da esperança é fazer-se vizinho, partilhar, dar rosto à misericórdia de Deus com gestos concretos”.

Sérgio Dinis,
Bispo das Forças Armadas e de Segurança

domingo, 13 de julho de 2025

PONTES - Ponte da Barra


Sempre valorizei as pontes que foram construídas para nos permitirem passar para o outro lado. Sem elas, teríamos de caminhar muito mais ou aceitarmos as consequências. Porém, há outras pontes: aquelas que animam relações humanas. Serão as mais importantes!

sábado, 12 de julho de 2025

PÁRA E PENSA - Férias. Tempo Livre. Para quê?

Crónica Semanal 
de Anselmo Borges

Há muito tempo, no café, a senhora Isilda, uma senhora antiga, muito bonita e viva, com 91 anos, que teve filhos, esclareceu-me quanto ao baptismo: segundo ela, baptizam-se as crianças pequeninas, para receberem o Espírito Santo, que é mais forte do que Jesus, e que é “o Espírito falador”: é ele que dá às crianças a capacidade divina para falarem. 
À sua maneira, a senhora Isilda — já partiu — tinha consciência do milagre que é falar. Quem algum dia reflectiu sobre isso — a capacidade de falar: proferir sons articulados que transportam sentido — falando, dizemo-nos a nós próprios, damos ordens, fazemos declarações de amor, e ódio também, ensinamos, contamos anedotas, fazemos paralisar um homem, levamos uma mulher à lua, dirigimo-nos ao Infinito —, não pode deixar de cair no assombro interrogativo.