sábado, 26 de agosto de 2023

Convívio Paroquial - hoje, a partir das 11 horas




Convívio de Angariação de Fundos para a Paróquia

 26 de agosto| a partir das 11h
 no Jardim 31 de agosto
Convidamos toda a população a participar nesta iniciativa de angariação de Fundos para a Paróquia! Será um dia recheado de gastronomia e animação!

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Flor ampliada


 O gosto de ampliar fotografias, sobretudo relacionadas com a natureza, vem do desejo de realçar pormenores que escapam a quem as contempla.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Fogos Florestais

Os fogos florestais são uma constante no nosso país, mas também noutros. A seca e a falta de chuva, com o calor a produzir os seus efeitos, geram incêndios todos os anos, sobretudo no verão.
As populações do interior e os bombeiros já sabem que o ataque aos fogos é uma constante que faz parte da vida do nosso povo, sobretudo o que vive e convive, em época de altas temperaturas, em regiões florestadas E isto repete-se desde que me lembro.
Vou sabendo que há estudos e conselhos dirigidos aos proprietários de pinhais e espaços baldios, no sentido de prepararem os seus terrenos para se evitar a propagação do fogo, criando zonas de acesso e vigilância, mas a verdade está à vista de todos. Fogos mais ou menos dominados e tudo regressa à normalidade. Nos anos seguintes, tudo se repete sem se vislumbrar qualquer solução. E os fogos florestais vão continuar. É fatal. Não poderia ser criada a nível governamental, com bombeiros e técnicos, uma comissão capaz de encontrar soluções que pudessem minimizar a propagação dos fogos?

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

António Gedeão - Poema das coisas


Amo o espaço e o lugar, e as coisas que não falam.
O estar ali, o ser de certo modo,
o saber-se como é, onde é que está e como,
o aguardar sem pressa, e atender-nos
da forma necessária.

Serenas em si mesmas, sempre iguais a si próprias,
esperam as coisas que o desespero as busque.

Abre-se a porta e o próprio ar nos fala.
As cortinas de rede, exactamente aquelas,
a cadeira onde a memória está sentada,
a mesa, o copo, a chávena, o relógio,
o móvel onde alguém permanece encostado
sem volume e sem tempo,
nós próprios, quando os olhos indignados
nas pálpebras se encobrem.

Põe-se a pedra na mão, e a pedra pesa,
pesa connosco, forma um corpo inteiro.

Fecha-se a mão, e a mão toma-lhe a forma,
conhece a pedra, entende-lhe o feitio,
sente-a macia ou áspera, e sabe em que lugares.
Abre-se a mão, e a mesma pedra avulta.

Se fosse o amor dos homens
quando se abrisse a mão já lá não estava.

António Gedeão

Nota: Do livro "Rosa do Mundo" - 2001 poemas para o futuro. 

Tempo quente, pois então



Cumprindo a tradição, logo ao levantar fui informar-me sobre o tempo. Vamos ter uma semana de Agosto como nós todos merecemos. Quentinha como desejamos nesta altura do ano. Fui espreitar e bate tudo certo. O ventinho, por estas bandas, tem de nos incomodar um pouquinho e a Ria encarrega-se de temperar o ambiente. Com isto tudo até parece que vivemos num paraíso com a ajuda das flores que elevam o nosso astral.
Ainda só espreitei pela janela, mas não tarda a confirmação do que desejamos. É bom. Para inverno teremos os outros meses do ano, se Deus quiser.
Eu sei que a vida é mesmo assim. Seria mau hábito sonharmos o impossível, isto é, um verão todo o ano. E se calhar até fazíamos procissões pelas ruas da Gafanha a pedir chuva. Não se riam! Eu com minha mãe participei em algumas pelas ruas da nossa terra. Confesso, porém, que não sei se Deus nos ouviu ou não.

domingo, 20 de agosto de 2023

Para me abrir o apetite


 Queria assinalar o dia de forma diferente, mas quis o destino que gostasse desta foto. E ela aqui está, com votos de bom domingo e sonhos felizes.

sábado, 19 de agosto de 2023

Em jornada pelos valores da união e partilha

XIII Convívio de Crismados 



Os crismados de 1982, da Paróquia da Gafanha da Nazaré, reuniram em convívio anual no Jardim Oudinot, onde as famílias presentes partilharam mais um ano de crescimento, vida e saudade.
O (re)encontro foi no dia 30 de julho e nele estiveram presentes os elementos crismados e respetivas famílias, numa confraternização muito animada e rica de saudáveis memórias dos anos de caminhada na fé, entre diferentes vocações e destinos.
Os presentes não esqueceram os restantes amigos de grupo, que não puderam comparecer, uns por motivos profissionais e outros por não residirem em Portugal, em virtude da procura de melhores condições de vida familiar.
Foi mais um momento marcante para avivar boas recordações e renovar o espírito jovem de partilha de experiências tão diversas e de garantia de uma amizade consolidada pela força do espírito, recebido em cerimónia há 41 anos.
Inspirados por Nossa Senhora da Nazaré, esta foi a nossa jornada de juventude, porque mantemos os laços de um grupo unido, no compromisso de novo encontro no próximo ano.

Texto de Hélder Ramos

Foto de Paula Magueta

NOTA: Pessoalmente, considero  muito interessante este convívio que evoca uma cerimónia religiosa vivenciada por um grupo de jovens católicos há 41 anos. Num mundo, mesmo a nível religioso, que tudo esquece ou é relegado para o canto das coisas inúteis, é pertinente realçar este iniciativa, como exemplo a seguir. Os meus parabéns pelo vosso testemunho. 

F. M.