quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

DIA DE TIMOR-LESTE - 7 DE DEZEMBRO





UMA NAÇÃO TRANSCONTINENTAL
Maria Donzília Almeida 

 Um pequeno grupo de caçadores e agricultores já habitava a ilha de Timor por volta de 12 mil anos a.C. Há documentos que comprovam a existência de um comércio esporádico entre Timor e a China a partir do século VII, baseado na venda de escravos, cera de abelha e sândalo. Esta madeira nobre era utilizada no fabrico de móveis de luxo e na perfumaria, cobrindo praticamente toda a ilha. A palavra Timor provém do nome dado pelos Malaios à Ilha onde está situado o país, Timur, que significa Leste
Quando os mercadores Portugueses chegaram à Ilha, em 1512, a parte Leste que hoje equivale a Timor-Lorosae, era habitada pelo Povo Maubere dividido entre duas confederações de reinos, os Serviãos e os Belos. Já a parte Oriental da ilha, hoje equivalente à província Indonésia de Timor Oriental era habitada pelo povo Atoni, traidicionais inimigos dos Serviãos e dos Belos. Assim, enquanto estes últimos se aliaram aos Portugueses, os Atoni resistiram a fazer comércio com eles e quando em 1651, a Companhia Holandesa das Índias Orientais conquistou Kupang, os Atoni decidiram aliar-se aos Holandeses contra os Portugueses e os Mauberes.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

GAFANHA DA NAZARÉ: FORMAÇÃO PARA VOLUNTÁRIOS

A Cáritas paroquial da Gafanha da Nazaré está a organizar uma ação de formação de muito interesse para quem sente que o voluntariado é importantíssimo.
Se estiver interessado, pode comparecer pelas 13.45 horas na igreja matriz. Ver mais aqui

Penalizar quem poupa?

"É tão importante exigir consolidação aos países com desequilíbrios nas contas públicas como exigir aos que têm excedentes que coloquem esse dinheiro para dinamizar o consumo interno e estimular o sector exportador de países como Portugal", disse António José Seguro numa conferência do "DE". Este raciocínio está errado."
Ler mais aqui

Há sempre um tempo para chegar e um tempo para partir


O TEMPO
António Rego

Tinha praticamente acabado de ser ordenado Padre quando surgiu o Decreto do Concílio sobre os Meios de Comunicação Social. O próprio título era novo e pensávamos que longo e pouco fácil de divulgar e assimilar. E foi afinal o grande batismo do cinema, da imprensa, da rádio e da televisão no século XX. A expressão latina Media surge quase cinquenta anos depois quando se dá o fantástico cruzamento com as plataformas digitais que prolongam quase até ao infinito as autoestradas da comunicação do nosso tempo. Na narrativa diária do Concílio, foi meu companheiro e mais tarde colega, um jornalista e escritor espanhol, que me ensinou a ver, julgar, agir e contar factos e dizeres muito complexos, numa linguagem simples e próxima. Agradeci-lhe, por escrito, em pleno Concílio.

Nuno da Paula apresenta livro sobre Carlos Paião

(Clicar na imagem para ampliar)

Dia Nacional do Voluntariado



Vontade de ajudar
Os desvalidos da sorte
Limitados pela doença
Uma incapacidade
Não segrega
Traz, isso sim
A determinação
Resignação, não
Ir em frente
Ao encontro
Do amigo
O irmão!

Mª Donzília Almeida
05.12.2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Bagão Félix apresenta livro de D. António Marcelino



“Pedaços de vida que geram vida”


“Pedaços de vida que geram vida” é o título do livro que reúne “experiências e vivências em missão” de D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro.
A obra será apresentada publicamente no dia 12 de Dezembro, na Biblioteca Municipal de Aveiro, pelas 18h, contando com a intervenção do economista António Bagão Félix.
Neste livro das edições Paulinas, D. António Marcelino relata memórias que são “desafios e graças”, acumuladas ao longo de 56 anos de padre e 36 de bispo. “Há acontecimentos e situações que vivemos, mas não nos pertencem só a nós. Há vidas destinadas a ser berço de acolhimento de graças para as repartir pelos outros. Não se é padre nem bispo para si próprio”, escreve na abertura da obra.
Ao longo de 116 páginas, surgem casos com origem na família de sangue, “experiências contagiantes” do jovem padre António, situações “onde o bispo é discípulo”, experiências colhidas em visitas pastorais, relatos de encontros com jovens ou com mestres “de muita virtude, coragem e saber”.
“O que recordei e aqui deixo – escreve na página 8 – são experiências de vida. Todos os que servem outros têm as suas vivências próprias. A questão é dispormo-nos a confiá-las, com simplicidade e verdade, a quem também pertencem e quantos delas queiram beneficiar”.
D. António Marcelino, 81 anos, natural de Lousa, Castelo Branco, está na diocese de Aveiro desde 1980, primeiro como bispo coadjutor (1981-1988) e depois como bispo residencial (1988-2006). Actualmente colabora com a diocese e a igreja portuguesa em geral, mantendo uma coluna de opinião no semanário “Correio do Vouga” e em diversos outros jornais regionais.

Jorge Pires Ferreira