terça-feira, 7 de novembro de 2006
Um artigo de Alexandre Cruz
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
UM LIVRO PARA A AMI
domingo, 5 de novembro de 2006
UM ARTIGO DE ANSELMO BORGES, NO DN
GOTAS DO ARCO-ÍRIS - 38
sábado, 4 de novembro de 2006
Um poema de António Correia de Oliveira
Capitão Francisco Marques
::
Ontem, no regresso a casa, encontrei a notícia muito triste do falecimento do Capitão Francisco Marques. A comunicação social deu nota do facto, sublinhando as qualidades excepcionais do cidadão exemplar e do oficial náutico de renome, mas também do homem que ajudou a pôr de pé uma das mais representativas exposições do Museu Marítimo de Ílhavo - FAINA MAIOR -, em homenagem aos bacalhoeiros de que a Vila Maruja foi expoente máximo no País. O presidente da Câmara de Ílhavo, Ribau Esteves, mostrou à comunicação social a sua tristeza pela morte de um amigo, que foi também Director do Museu de Ílhavo, durante a fase difícil da sua ampliação. E prometeu que, apesar de já ter sido homenageado em vida, a autarquia vai levar a cabo outras iniciativas para perpetuar a memória deste ilhavense ilustre. Das vezes que privei de perto com o Capitão Francisco Marques, guarda na minha memória a simplicidade de um homem bom, que falava das coisas da pesca do bacalhau com saber e sabor raros. Em conversa amena, não raro lhe ouvi expressões bacalhoeiras para retratar situações do quotidiano. Sempre com um sorriso nos lábios e com certo sentido de humor, falava de Ílhavo com enlevo. E do Museu, a que dedicou imenso dos seus conhecimentos, sublinhava a necessidade de toda a gente o visitar e conhecer, como riqueza nossa que importa amar e divulgar. Fernando Martins
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Raspa-se a zagaia::
Os dóris não se afastam do navio, mas será que não se apanha um bacalhau fresco? Raspa-se a zagaia, experimenta, lá vem um, quase todos se estreiam, arranja-se peixe que ainda se come, frito. Içam-se os dóris e já ficam distribuídos por lados, a bombordo, o do piloto, o pessoal do Norte; do lado do capitão a estibordo os pescadores do Sul. Termina o serviço de “quartos”, corre vigia de pesqueiro, – dois pescadores do convés, durante uma hora, mas teve-se em conta que não devem ser parentes, nem da mesma terra… assim não há familiaridades, nem combinações. Distribuem-se agora umas espingardas e cartuchos ao contra-mestre e a quatro ou cinco pescadores de mais confiança para caçarem as cagarras e distribuírem pelos grupos que formaram. “Seja louvado e adorado Nosso Senhor Jesus Cristo, são quatro horas, vamos arriar.” Come-se a “espessa sopa de feijão”, bebe-se café. O cozinheiro avia o pessoal: pão, umas postas de peixe frito, azeitonas, café, uma garrafa de água. Arruma-se tudo no foquim, de mistura com anzóis, gagim, cigarros feitos na vigia. Veste-se a roupa de oleado. O rapaz da câmara enche o corninho de aguardente, mata o bicho. “Vamos arriar com Deus” – ordena o capitão.
:: In “FAINA MAIOR – A Pesca do Bacalhau nos Mares da Terra Nova”, de Ana Maria Lopes e Francisco Marques
PRAIAS PORTUGUESAS
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
Fé e Cultura no Centro

PINTURA DE ZÉ PENICHEIRO

PNL para “profs”
"CHINA" NO CUFC
Um artigo de D. António Marcelino
Um artigo de António Rego
terça-feira, 31 de outubro de 2006
I Encontro das IPSS do Distrito de Aveiro
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
FLORINHAS DO VOUGA
CARAVELA VERA-CRUZ
domingo, 29 de outubro de 2006
INCENTIVOS À LEITURA
UM ARTIGO DE ANSELMO BORGES, NO DN
GOTAS DO ARCO-ÍRIS - 37
sábado, 28 de outubro de 2006
ABORTO - 5
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
OBRAS NO MUSEU DE AVEIRO
::
Um poema de Fernando Pessoa
PATRIMÓNIO CLASSIFICADO - ÍLHAVO
Um artigo de D. António Marcelino
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
Padre Rego nomeado Consultor no Vaticano
FOTOGRAFIA NA UA
PATRIMÓNIO CLASSIFICADO - ÍLHAVO
CAPELA DA VISTA ALEGRE
::
A classificação inclui o túmulo de D. Manuel de Moura Manuel, Bispo de Miranda. É um edifício de finais do séc. XVII, com parades espessas, abóbada de tijolo e cantarias de calcário. A fachada é dominada por um grande nicho com uma escultura de Nossa Senhora.
::
Lugar da Vista Alegre
Freguesia de São Salvador
M.N., Decreto de 16-6-1910
::
In "PATRIMÓNIO CLASSIFICADO" (Arquitectónico e Arqueológico), Distrito de Aveiro
Um artigo de Alexandre Cruz
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
COMUNICAÇÃO SOCIAL E IGREJA
“Os media mostram uma grande ignorância e descon-fiança em relação à religião. Por outro lado, as institui-ções religiosas mostram uma falta de confiança nos media e parecem incapazes de entender as fundamentações do jornalismo, assim como não aproveitam os desafios tecnológicos da informação moderna.” Isto mesmo afir-mou António Marujo, jorna-lista do jornal “Público”, na sua conferência “Religião e Media – Mal entendidos e oportunidades”, em cerimónia ligada ao prémio John Templeton, que decorreu na segunda-feira passada, em Lisboa.
O Grémio Literário, foi o local da conferência, onde participaram entre outros, o presbítero Diamantino Lemos, da Igreja Lusitana, ligada à Igreja Anglicana, e Luca Negro, assessor de comunicação da Conferência de Igrejas Europeias.
“Em muitas cabeças da Igreja, os media são simplesmente o púlpito moderno”, disse António Marujo, que acrescentou: “Este é um dos piores mal-entendidos. Como jornalista, devo escrever sobre instituições religiosas, mas, para mim, é também importante dar espaço a vozes desconhecidas e a experiências de fé humildes, mas cheias de significado.”
António Marujo, foi o vencedor do prémio Templeton, como “Escritor Europeu de Religião 2005”, atribuído pela Conferência de Igrejas Europeias, em Julho passado, numa cerimónia na Catedral da Igreja Anglicana em Lisboa. Em 1995, o jornalista foi galardoado com o mesmo prémio.
:::BIBLIOTECA DE ÍLHAVO
IMAGENS DA GAFANHA DA NAZARÉ
terça-feira, 24 de outubro de 2006
JOVENS EM ASSIS
A Santa Sé está certa de que a paz no mundo depende em parte do autêntico diálogo inter-religioso. Sob este espírito, convocou jovens das diferentes religiões para um encontro que se celebrará em Assis.
A iniciativa será celebrada de 4 a 7 de Novembro, no vigésimo aniversário da primeira Jornada Mundial de Oração pela Paz convocada por João Paulo II na cidade de São Francisco, com a participação de representantes de diversas religiões.
Este encontro foi apresentado pelo cardeal Paul Poupard, Presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, durante a conferência de imprensa de apresentação da mensagem que escreveu aos muçulmanos, por ocasião do final do Ramadão. Em Assis participarão cem jovens, cinquenta cristãos e outros tantos pertencentes a outras religiões, dos diferentes continentes.
Além do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, participam na organização desta iniciativa o Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, os frades do Sagrado Convento de Assis e essa diocese.
O cardeal Poupard revelou, ainda, que o encontro procura ser “uma reflexão e um intercâmbio de ideias, com a esperança de que ajude os jovens a serem instrumentos de diálogo, de paz e de esperança para o mundo”. Bento XVI enviou uma mensagem em 2 de Setembro de 2006, na qual faz referência a este encontro, dizendo: “Temos mais necessidade que nunca deste diálogo, especialmente quando contemplamos as futuras gerações”.
::
Fonte: Rádio VaticanoUM LIVRO PARA A AMI
Um artigo de António Rego
CONTADOR
Editorial de António José Teixeira no DN
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
VOLUNTARIADO
UM POEMA DE MIGUEL TORGA
Uma reflexão de Georgino Rocha
domingo, 22 de outubro de 2006
ABORTO - 4
Seguidores
-
De Arganil, rumei a Piódão, uma Aldeia Histórica que é uma referência nacional. Foram 41 quilómetros por estrada que serpenteia a Serra do A...
-
Hoje já ganhei o dia "Beber quatro cafés por dia pode ajudar pessoas com mais de 60 anos a manter força, energia e mobilidade, reduzind...







