quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Um artigo de D. António Marcelino
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
UM POEMA DE ORLANDO FIGUEIREDO
PONTE DA GAFANHA
ROTEIRO PARA A INCLUSÃO
Fonte: SOLIDARIEDADE
Um artigo de António Rego
terça-feira, 10 de outubro de 2006
PHAROL DA BARRA
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PHAROL DA BARRA AÍ ESTÁ
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PHAROL DA BARRA, assim mesmo, com ph com valor de f. Esta é mais uma foto de um postal que circulou pelo País e quiçá pelo estrangeiro, em nome das nossas belezas. Estou convencido de que há pelo concelho de Ílhavo, e não só, outras fotos sugestivas que vale a pena partilhar. Esta que hoje vos mostro veio do Ângelo Ribau, um amigo que noutros tempos se dedicava à fotografia com paixão, fazendo gala de utilizar, para ver como era, as primitivas técnicas fotográficas. Mas ainda hoje mantém o mesmo gosto, nem que seja nas muitas fotos que guarda com carinho.
POBREZA
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
JUSTIÇA EM PORTUGAL
Um poema de António Pina
Apresentação de livro na Biblioteca de Aveiro
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. OBSERVATÓRIO SOCIAL
A Cáritas Portuguesa está a preparar o lançamento de um Observatório Social, organismo que terá como objectivo fazer o ponto de situação da pobreza em Portugal, anunciou, em Fátima, o presidente naci-onal da Cáritas.
Segundo Eugénio Fonseca, que falava aos jornalistas à margem da reunião da Comissão Permanente da Cáritas Portuguesa, este Observatório visa obter dados, por amostragem, sobre a pobreza no nosso país.
Numa fase inicial, que deve estar em funcionamento no primeiro trimestre de 2007, vão fornecer dados para o Observatório cinco paróquias de cada uma das 20 Dioceses, esperando a Cáritas ter dados actualizados, no período de uma década, de 25 por cento das paróquias nacionais.
De acordo com o presidente nacional da Cáritas, o Observatório permitirá obter dados sobre «as causas dos problemas sociais que afectam os portugueses, quantos portugueses são pobres, que idades são mais atingidas pelo fenómeno da pobreza e que tipo de pobreza existe».
«No fundo, vai permitir ter recursos de leitura social », disse Eugénio Fonseca, admitindo que «hoje não se sabe, por exemplo, quantas pessoas é que a Igreja apoia em Portugal».
O Observatório deverá ter dados actualizados semes-tralmente.
Entretanto, da reunião da Comissão Permanente da Cáritas Portuguesa, que decorreu ontem em Fátima, saíram algumas propostas para linhas de acção da Cáritas para os próximos anos, das quais se destaca a necessidade de existir, em cada paróquia, um grupo de acção social organizado, a par da tomada de consciência de que os cristãos devem ser chamados a partilhar o que têm.
A definição do lema “Igualdade de oportunidades para todos” para o Dia Nacional da Cáritas, em 11 de Março do próximo ano, foi outra das propostas saídas do encontro.
Estas orientações deverão ser confirmadas na próxima reunião do Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, a realizar em Novembro nos Açores. :::::::
NOTA: Penso que esta proposta da Cáritas Portuguesa é de grande interesse social. Por ela, vamos ficar a saber que tipo de pobreza existe no nosso País, meio caminho andado para se actuar com consistência e oportunidade. Fala-se muito dos muitos pobres que temos, um pouco por todo o lado, e também se diz que há bastantes pobres envergonhados. Mas a verdade é que não se conhece qualquer estudo, actualizado, que nos diga onde estão eles, com realismo. Ora este projecto, que promete uma actualização semestral, vai servir, disso estou certo, para respostas atempadas, no sentido de se evitar a miséria e o desespero. Oxalá a Cáritas possa contar com a contribuição de todos, Estado, instituições, autarquias, Igrejas e pessoas, para se ficar a saber onde estão os pobres, quem são e do que necessitam.
F.M.
GAFANHA DA NAZARÉ ANTIGA
: Nota: Foto gentilmente cedida por Ângelo Ribau
domingo, 8 de outubro de 2006
FESTA DE MÚSICA
Filarmónica Gafanhense celebra aniversário
Um artigo de Anselmo Borges, no DN
Gotas do Arco-Íris – 34
sábado, 7 de outubro de 2006
Ao sabor da maré – 1
JACINTA EM AVEIRO
Um poema de Alexandra Varela
PROJECTOS PARA TODOS
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Revista da Diocese de Aveiro
CORRUPÇÃO
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Um artigo de D. António Marcelino
ACÇÕES PARA O DESARMAMENTO
Gala no Aveirense
Um artigo de Alexandre Cruz
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Homenagem justa
Nascido a 12 de Julho de 1944, em São Martinho do Bispo, Coimbra, Fernando Maria da Paz Duarte veio viver para Ílhavo com apenas 14 anos de idade. Com os estudos liceais terminados no ano de 1963, ingressou no Magistério Primário, hoje Escola Superior de Educação de Viseu, onde veio a concluir o curso em 1965.
O seu percurso profissional é notório. No Ensino, apenas 4 anos após ter leccionado na Gafanha de Aquém, assumiu funções de Subdelegado e Delegado Escolar de Ílhavo, foi sócio fundador e membro dos Órgãos Sociais do Sindicato dos Delegados e Subdelegados Escolares por um período de 8 anos e Dirigente Local da Associação Nacional de Professores desde a sua fundação.
Mas o Prof. Fernando Maria também enveredou por outras áreas, nomeadamente a actividade autárquica, tendo sido Vereador da Câmara Municipal de Ílhavo durante três mandatos, dois dos quais em regime de permanência. Em 1982 chegou a ocupar o cargo de Presidente da Câmara, por impedimento do Presidente eleito, o Capitão Bilelo.
O seu espírito activo determinou ainda a sua dedicação a várias Associações do Concelho. Integrou a Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, do Illiabum Clube e foi Presidente da Direcção e da Assembleia-geral da Associação Cultural e Desportiva “Os Ílhavos”, bem como foi Confrade Fundador da Confraria Gastronómica do Bacalhau.
Um dos seus grandes desafios surgiu em Março de 1999 quando aceitou o convite para ocupar o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo com o principal objectivo de trabalhar em prol da Comunidade, tendo neste momento em mãos o lançamento da primeira pedra da Unidade de Cuidados Continuados daquela Instituição que será uma realidade em 2007.
Actualmente, desempenha igualmente o cargo de secretário do Secretariado Regional da União das Misericórdias e é membro do Conselho Local de Acção Social e da Comissão Concelhia de Saúde de Ílhavo.
O carácter multifacetado deste homem faz dele uma figura de renome na Comunidade Ilhavense. A sua marca fica impressa ao longo de uma história de vida percorrida que, até aos dias de hoje, completa os sessenta e dois anos, em áreas de intervenção bastante díspares, mas todas elas relacionadas com o trabalho voltado para a Comunidade e Associativismo.
Esperamos poder continuar a contar com o empreendorismo e dedicação do Prof. Fernando Maria na entrega às mais nobres causas e ao desenvolvimento do Concelho de Ílhavo.
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In “Viver em”, edição da Câmara Municipal de Ílhavo S. Francisco de Assis
Um poema de Álvaro Magalhães
O Limpa-Palavras
Recolho-as à noite, por todo o lado:
a palavra bosque, a palavra casa, a palavra flor.
Trato delas durante o dia
enquanto sonho acordado.
A palavra solidão faz-me companhia.
Quase todas as palavras
precisam de ser limpas e acariciadas:
a palavra céu, a palavra nuvem, a palavra mar.
Algumas têm mesmo de ser lavadas,
é preciso raspar-lhes a sujidade dos dias
e do mau uso.
Muitas chegam doentes,
outras simplesmente gastas, estafadas,
dobradas pelo peso das coisas
que trazem às costas.
A palavra pedra pesa como uma pedra.
A palavra rosa espalha o perfume no ar.
A palavra árvore tem folhas, ramos altos.
Podes descansar à sombra dela.
A palavra gato espeta as unhas no tapete.
A palavra pássaro abre as asas para voar.
A palavra coração não pára de bater.
Ouve-se a palavra canção.
A palavra vento levanta os papéis no ar e
é preciso fechá-la na arrecadação.
No fim de tudo voltam os olhos para a luz
e vão para longe,
leves palavras voadoras
sem nada que as prenda à terra,
outra vez nascidas pela minha mão:
a palavra estrela, a palavra ilha, a palavra pão.
A palavra obrigado agradece-me.
As outras não.
A palavra adeus despede-se.
As outras já lá vão, belas palavras lisas
e lavadas como seixos do rio:
a palavra ciúme, a palavra raiva, a palavra frio.
Vão à procura de quem as queira dizer,
de mais palavras e de novos sentidos.
Basta estenderes a mão
para apanhares a palavra barco ou a palavra amor.
Limpo palavras.
A palavra búzio, a palavra lua, a palavra palavra.
Recolho-as à noite, trato delas durante o dia.
A palavra fogão cozinha o meu jantar.
A palavra brisa refresca-me.
A palavra solidão faz-me companhia.
Notas:
1 - O poeta "brincador" do "Limpa-Palavras"
chama-se Álvaro Magalhães
2 - O ilustrador da colectânea chama-se
José de Guimarães
Um artigo de António Rego
terça-feira, 3 de outubro de 2006
José Hermano Saraiva celebra aniversário
Um poema das Carmelitas do Porto
SEMANA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

VOLUNTARIADO
PORTUGAL
ESTÁ CHEIO
DE GENTE
MUITO BOA
domingo, 1 de outubro de 2006
IDOSOS
Mais de um milhão
vive com menos
de 300 euros/mês
Um poema de Nuno Júdice
Um artigo de Anselmo Borges, no DN
Gotas do Arco-Íris – 33
Rádio Renascença com novo rosto
Renascença apresenta mudanças
na informação e programação
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