sábado, 7 de outubro de 2006
Um poema de Alexandra Varela
PROJECTOS PARA TODOS
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Revista da Diocese de Aveiro
CORRUPÇÃO
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Um artigo de D. António Marcelino
ACÇÕES PARA O DESARMAMENTO
Gala no Aveirense
Um artigo de Alexandre Cruz
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Homenagem justa
Nascido a 12 de Julho de 1944, em São Martinho do Bispo, Coimbra, Fernando Maria da Paz Duarte veio viver para Ílhavo com apenas 14 anos de idade. Com os estudos liceais terminados no ano de 1963, ingressou no Magistério Primário, hoje Escola Superior de Educação de Viseu, onde veio a concluir o curso em 1965.
O seu percurso profissional é notório. No Ensino, apenas 4 anos após ter leccionado na Gafanha de Aquém, assumiu funções de Subdelegado e Delegado Escolar de Ílhavo, foi sócio fundador e membro dos Órgãos Sociais do Sindicato dos Delegados e Subdelegados Escolares por um período de 8 anos e Dirigente Local da Associação Nacional de Professores desde a sua fundação.
Mas o Prof. Fernando Maria também enveredou por outras áreas, nomeadamente a actividade autárquica, tendo sido Vereador da Câmara Municipal de Ílhavo durante três mandatos, dois dos quais em regime de permanência. Em 1982 chegou a ocupar o cargo de Presidente da Câmara, por impedimento do Presidente eleito, o Capitão Bilelo.
O seu espírito activo determinou ainda a sua dedicação a várias Associações do Concelho. Integrou a Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, do Illiabum Clube e foi Presidente da Direcção e da Assembleia-geral da Associação Cultural e Desportiva “Os Ílhavos”, bem como foi Confrade Fundador da Confraria Gastronómica do Bacalhau.
Um dos seus grandes desafios surgiu em Março de 1999 quando aceitou o convite para ocupar o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo com o principal objectivo de trabalhar em prol da Comunidade, tendo neste momento em mãos o lançamento da primeira pedra da Unidade de Cuidados Continuados daquela Instituição que será uma realidade em 2007.
Actualmente, desempenha igualmente o cargo de secretário do Secretariado Regional da União das Misericórdias e é membro do Conselho Local de Acção Social e da Comissão Concelhia de Saúde de Ílhavo.
O carácter multifacetado deste homem faz dele uma figura de renome na Comunidade Ilhavense. A sua marca fica impressa ao longo de uma história de vida percorrida que, até aos dias de hoje, completa os sessenta e dois anos, em áreas de intervenção bastante díspares, mas todas elas relacionadas com o trabalho voltado para a Comunidade e Associativismo.
Esperamos poder continuar a contar com o empreendorismo e dedicação do Prof. Fernando Maria na entrega às mais nobres causas e ao desenvolvimento do Concelho de Ílhavo.
::
In “Viver em”, edição da Câmara Municipal de Ílhavo S. Francisco de Assis
Um poema de Álvaro Magalhães
O Limpa-Palavras
Recolho-as à noite, por todo o lado:
a palavra bosque, a palavra casa, a palavra flor.
Trato delas durante o dia
enquanto sonho acordado.
A palavra solidão faz-me companhia.
Quase todas as palavras
precisam de ser limpas e acariciadas:
a palavra céu, a palavra nuvem, a palavra mar.
Algumas têm mesmo de ser lavadas,
é preciso raspar-lhes a sujidade dos dias
e do mau uso.
Muitas chegam doentes,
outras simplesmente gastas, estafadas,
dobradas pelo peso das coisas
que trazem às costas.
A palavra pedra pesa como uma pedra.
A palavra rosa espalha o perfume no ar.
A palavra árvore tem folhas, ramos altos.
Podes descansar à sombra dela.
A palavra gato espeta as unhas no tapete.
A palavra pássaro abre as asas para voar.
A palavra coração não pára de bater.
Ouve-se a palavra canção.
A palavra vento levanta os papéis no ar e
é preciso fechá-la na arrecadação.
No fim de tudo voltam os olhos para a luz
e vão para longe,
leves palavras voadoras
sem nada que as prenda à terra,
outra vez nascidas pela minha mão:
a palavra estrela, a palavra ilha, a palavra pão.
A palavra obrigado agradece-me.
As outras não.
A palavra adeus despede-se.
As outras já lá vão, belas palavras lisas
e lavadas como seixos do rio:
a palavra ciúme, a palavra raiva, a palavra frio.
Vão à procura de quem as queira dizer,
de mais palavras e de novos sentidos.
Basta estenderes a mão
para apanhares a palavra barco ou a palavra amor.
Limpo palavras.
A palavra búzio, a palavra lua, a palavra palavra.
Recolho-as à noite, trato delas durante o dia.
A palavra fogão cozinha o meu jantar.
A palavra brisa refresca-me.
A palavra solidão faz-me companhia.
Notas:
1 - O poeta "brincador" do "Limpa-Palavras"
chama-se Álvaro Magalhães
2 - O ilustrador da colectânea chama-se
José de Guimarães
Um artigo de António Rego
terça-feira, 3 de outubro de 2006
José Hermano Saraiva celebra aniversário
Um poema das Carmelitas do Porto
SEMANA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

VOLUNTARIADO
PORTUGAL
ESTÁ CHEIO
DE GENTE
MUITO BOA
domingo, 1 de outubro de 2006
IDOSOS
Mais de um milhão
vive com menos
de 300 euros/mês
Um poema de Nuno Júdice
Um artigo de Anselmo Borges, no DN
Gotas do Arco-Íris – 33
Rádio Renascença com novo rosto
Renascença apresenta mudanças
na informação e programação
sexta-feira, 29 de setembro de 2006
Um artigo de D. António Marcelino
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
Um artigo de Alexandre Cruz
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
REFERENDO SOBRE O ABORTO
O cardeal patriarca de Lisboa considera que a questão do aborto "não é um problema religioso" e manifestou o desejo de que seja a sociedade civil e não a Igreja Católica a encabeçar o movimento pelo "não" no referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, agendado para Janeiro do próximo ano.
Num encontro com jornalistas que decorreu ontem, D. José Policarpo explicou que o debate sobre o aborto foi objecto de "alguns equívocos", como escreve hoje o PÚBLICO. CUFC – Fórum::UniverSal
CUFC
D. Ximenes Belo, Bispo Emérito de Dili e Nobel da Paz em 1996, vai estar em Aveiro, no CUFC (Centro Universitário Fé e Cultura), no próximo dia 4 de Outubro, quarta-feira, pelas 21 horas, para falar da paz, em mais uma “Conversa Aberta”. Esta é uma organização do CUFC e da Fundação João Jacinto de Magalhães / Editorial UA. Os apoios são do Diário de Aveiro e do jornal www.ua.pt/uaonline, sendo parceiros AAUAv – ISCRA –AAAUA – AECAv.
O tema a desenvolver por D. Ximenes Belo, “Vamos Falar da Paz”, destina-se aos alunos dos vários departamentos da Universidade de Aveiro, mas também ao público em geral. Trata-se de um assunto pertinente, que D. Ximenes, pela larga experiência que possui nesta área, não deixará de abordar numa linha vivencial, que a todos enriquecerá.
A entrada é livre.
terça-feira, 26 de setembro de 2006
Um artigo de António Rego
Citando D. Carlos Azevedo
Estou de acordo
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
D. António Francisco, novo Bispo de Aveiro
Novo Bispo
de Aveiro
confessa
emoção
domingo, 24 de setembro de 2006
Discurso do Papa
IGREJA AO SERVIÇO DOS MAIS POBRES
“Da união constante com Cristo, a paróquia tira energia para comprometer-se, sem regatear esforços, no serviço aos irmãos, particularmente os pobres, para quem representa uma referência primeira”, disse o Papa aos participantes da assembleia plenária do Conselho Pontifício para os Leigos. A paróquia, sustentou, deve ser uma “família de famílias”.
Já na sua encíclica “Deus caritas est”, e na linha da tradição das primeiras comunidades, o Papa afirmara não ser tolerável que continue a haver, nas comunidades cristãs dos nossos dias, pessoas a quem falta o indispensável para uma vida digna.
Aludindo ao exemplo das primeiras comunidades cristãs, Bento XVI recordou que o livro dos Actos do Apóstolos indica os “critérios essenciais” para uma compreensão correcta da natureza da comunidade cristã, quando descreve a primeira comunidade de Jerusalém “perseverante na escuta do ensinamento dos Apóstolos, na união fraterna, na fracção do pão e nas orações, uma comunidade acolhedora e solidária ao ponto de colocar tudo em comum”.Um artigo de Anselmo Borges, no DN
FLORES
Gotas do Arco-Íris – 32
O ENCONTRO
sábado, 23 de setembro de 2006
Um artigo de Francisco Sarsfield Cabral, no DN
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