Autoridade
domingo, 29 de janeiro de 2006
Uma reflexão do padre João Gonçalves, pároco da Glória
Autoridade
II CONGRESSO DA CNIS, EM FÁTIMA
GOTAS DO ARCO-ÍRIS
ARCO-ÍRIS….OU…AURORA BOREAL?
sábado, 28 de janeiro de 2006
LEITURA PARA MOÇAMBIQUE
EX-COMBATENTES
DE ÍLHAVO
Encontro Nacional "HERITY"
PRIMEIRA ENCÍCLICA DO PAPA: Reacções e comentários
“DEUS É AMOR”
“Deus caritas est” (Deus é amor) é a primeira encíclica do Papa Bento XVI, um teólogo há muito respeitado na Igreja, que agora vem mostrar aos cristãos e ao mundo o núcleo da fé católica.Um poema do Patriarca Atenágoras
TEMPO
NOVO
ONDE
TUDO
É POSSÍVEL
Consegui desarmar-me.
Participei nesta guerra. Durante anos e anos.
Foi terrível. Mas agora estou desarmado.
Já não tenho medo de nada, porque “o amor afugenta o medo”.
Estou desarmado da vontade de prevalecer,
De me justificar à custa dos outros.
Já não estou alerta,
Zelosamente apegado às minhas riquezas.
Acolho e partilho.
Não me importam especialmente as minhas ideias, os meus projectos.
Se me propõem outros melhores, aceito-os de bom grado.
Quer dizer, não os melhores, mas os bons.
Bem sabem, renunciei ao comparativo…
O que é bom, verdadeiro, real, esteja onde estiver,
É o melhor para mim.
Por isso já não tenho medo.
Quando nada se possui, já não se sente medo.
“Quem nos separará do amor de Cristo?”
Mas, se nos desarmarmos, se nos despojarmos,
Se nos abrirmos ao Deus homem que renova todas as coisas,
Então é Ele que apaga o passado mau
E nos devolve um tempo novo,
Onde tudo é possível.
----
Patriarca Atenágoras
Atenágoras I foi Patriarca de Constantinopla de 1948 a 1972 e, portanto, o maior representante da Igreja Ortodoxa. Aristokles Spyrou (nome de baptismo) nasceu em 1886, em Epiro (Grécia), e morreu em Istambul (Turquia) em Julho de 1972. O Papa Paulo VI e o Patriarca de Constantinopla encontraram-se três vezes (no Vaticano, no decorrer do Concílio; em Jerusalém; e durante a viagem papal a Istambul, Éfeso e Esmirna), lançando as bases para um entendimento entre a Igreja Católica e a Ortodoxa, separadas desde 1054.
Fonte: Correio do Vouga
sexta-feira, 27 de janeiro de 2006
Um artigo de D. António Marcelino
REDE DE SERVIÇO SOLIDÁRIO,
quarta-feira, 25 de janeiro de 2006
A LIÇÃO DE MÁRIO SOARES
EXEMPLO PARA
TANTOS IDOSOS
QUE VIVEM
AS ELEIÇÕES DO ÚLTIMO DOMINGO
CAVACO SILVA
VAI SER O NOVO
PRESIDENTE
terça-feira, 24 de janeiro de 2006
Um artigo de Céu Neves, no DN
184 mil imigrantes
candidatos à autorização
de residência
BENTO XVI, UM PAPA PROFESSOR
POSTAL ILUSTRADO
Um artigo de Francisco Perestrello, na Ecclesia
Um artigo de António Rego
A cidade
silenciosa
domingo, 22 de janeiro de 2006
Uma reflexão do padre João Gonçalves, pároco da Glória
A verdadeira
mudança
TERTÚLIAS DE DANÇA NO AVEIRENSE
TERTÚLIAS
DE DANÇA
ANIMAM ÚLTIMAS
SEXTAS-FEIRAS
DE CADA MÊS
Um poema de Fernando Echevarría
Cada dia nos dê o nosso pão
e comê-lo nos abra aquela casa
de inteligência e coração
onde sentar-se é mesa rasa
de ver quantos não estão
sentados nessa casa.
E comer se ilumina, e abre-se portão,
ou qualquer coisa de brasa
entra no movimento e na palavra,
como se cada gesto e cada som
fosse uma leitura que se abra
dentro da história de não haver senão
a de estarmos à mesa da palavra,
transparentes, à luz de se partir o pão.
IPSS PODEM CANDIDATAR-SE
etende ajudar na melhoria de implementação das mesmas. PINTURA DE VIEIRA DA SILVA
GOTAS DO ARCO-ÍRIS
EM CADA
FIRMAMENTO
BRILHA
UM ARCO-ÍRIS?
Caríssimo/a:
As últimas gotas do Arco-íris fizeram surgir, à minha frente, as figuras erráticas dos “pobrezinhos” que, vindos não sabíamos nós donde, palmilhavam os nossos caminhos. Andavam aos ranchos e a esmola era pedida ‘pelas alminhas de quem lá tem’ num chorrilho de rezas de que só entendíamos ‘painossoquestaisnocéu…amenjazusmariazé…’.Por vezes, aparecia um ou outro isolado, normalmente, os mais idosos que nos deliciavam com os seus vaticínios. (Mas isso são outras conversas…)EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS COM NOVO "SITE"
UM OLHAR DE ESPERANÇA
sábado, 21 de janeiro de 2006
CASA DO FUTURO
"A Energia
na Casa do Futuro"
Um artigo de Sofia Jesus, no DN
Vaticano
sai em defesa
de Darwin
Um artigo de Francisco Sarsfiel Cabral, no DN
Ricos mais ricos,
pobres mais pobres
OBRAS NA PONTE DA BARRA
Um artigo de Laurinda Alves, no Correio do Vouga
TELEVISÕES CATÓLICAS
Vaticano quer
«rede mundial»
de televisões
católicas
sexta-feira, 20 de janeiro de 2006
AVEIRO: FEIRA DAS VELHARIAS
CITAÇÃO
20 000 ENTRADAS NO PELA POSITIVA
Um artigo de Sílvio Couto
VALÊNCIA: V ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS
espera o Papa em Valência ..
Bento XVI presidirá aos actos centrais do V Encontro Mundial das Famílias, em Valência, no próximo mês de Julho, desde um palco de 2.500 metros quadrados de superfície. O espaço está preparado para acolher cerca de três mil concelebrantes na eucaristia conclusiva. O conjunto, que inclui uma cruz luminosa de 35 metros de altura, ficará situado sobre a ponte de Monteolivete, estando ainda a ser preparado um espaço suficiente para poder acolher mais de um milhão de peregrinos, segundo a agência de notícias da diocese espanhola, AVAN. O arquitecto valenciano Juan Pablo Mas, de 46 anos, autor do projecto, apresentou esta semana, em conferência de imprensa, a maquete do altar e o estrado principal. O palco foi configurado como uma série de planos escalonados, enlaçados por rampas suaves ascendentes que culminarão num superfície plana de 500 metros quadrados, elevada 2,6 metros sobre a ponte de Monteolivete, na que se alçará o altar, protegido por uma cobertura, a 9 metros de altura sobre ele.
Cruz de 35 metros
guia os peregrinos ..
Neste projecto, “como elemento singular, será instalada uma torre-meta, de planta quadrada, que servirá de referência visual aos peregrinos”. Trata-se de um “prisma limpo” de 35 metros de altura, com uma incisão em forma de cruz, na parte superior de cada um de seus lados, “que será visível durante o dia e, à noite, se converterá numa cruz luminosa que guie e oriente aos peregrinos”, explicou Juan Pablo Mas. Para o estilo do conjunto, “apostamos numa arquitectura caracterizada pela sua sobriedade e singeleza”, acrescentou o arquitecto.
:
Fonte: Ecclesia
Pintura de Paul Cézanne
ECUMENISMO
MÚSICA PORTUGUESA NAS RÁDIOS
Um artigo de D. António Marcelino
olitaram de bom grado os reis nus.
Democracia não é orgulho, nem irreverência, nem intoxicação do povo, nem menosprezo de quem quer que seja, nem cegueira por um projecto pessoal que impede ver o que de bom há nos outros.
Numa ida recente a Itália trouxe comigo um livro “Dizionario della Democrazia” que acabava de ser publicado e cujo autor é Carlos Azeglio Ciampi, actual Presidente da República daquele país. A obra recolhe, criteriosamente, in-tervenções e escritos do Presidente, uma autêntica magistratura de formação e informação dos cidadãos, como contributo para uma acção esclarecida nos diversos campos em que a participação democrática é fundamental, para que o bem de todos seja preocupação e esforço de todos. Não resisto a uma breve citação, que pode lançar alguma luz sobre o que de pouco democrático presenciamos na recente campanha: “ Os ideais de liberdade e de democracia, ancorados na matriz humanista e cristã da civilização europeia, inspiração para gerações de pensadores italianos e alemães, sobreviveram ao desígnio do poder que humilhava a civilização ocidental. São ideais que permanecem referências constantes; guiaram na rebelião contra os horrores dos totalitarismos e dos nacionalismos, na reconquista da liberdade, da democracia, da paz, da dignidade humana.”(Julho de 2003)
Vou-me convencendo que a “cultura” que, lamentavelmente, não respeita as pessoas e os princípios de convivência sadia, pode coexistir com grandes bibliotecas pessoais, discursos inflamados sobre direitos humanos e visões do mundo, conhecimentos e amizades que enriquecem o palmarés de quem é ou se julga socialmente notável.
Proclamações públicas de democracia não dispensam testemunhos de vida democrática que toda a gente possa entender, de modo a sentir-se motivado a andar por igual caminho. O contrário de tudo isto, é provocar o retrocesso social que garante apenas a alguns, no presente e no futuro, um lugar ao sol.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2006
"DEUS CARITAS EST"
Bento XVI apresenta
a sua primeira encíclica
"A CAMPANHA DO ARGUS"
UMA EXPOSIÇÃO A NÃO PERDER
uma navio da pesca do bacalhau, durante uma campanha. Depois disso, publicou tudo o que viu e sentiu entre os últimos pescadores à linha do mundo, utilizando os pequenos dóris.DIREITOS HUMANOS: ESTADOS UNIDOS E UNIÃO EUROPEIA DEBAIXO DE FOGO
Seguidores
-
De Arganil, rumei a Piódão, uma Aldeia Histórica que é uma referência nacional. Foram 41 quilómetros por estrada que serpenteia a Serra do A...
-
Hoje já ganhei o dia "Beber quatro cafés por dia pode ajudar pessoas com mais de 60 anos a manter força, energia e mobilidade, reduzind...












