terça-feira, 23 de junho de 2009
Depois de umas horas de folga...
domingo, 21 de junho de 2009
Figueira da Foz: Forte de Santa Catarina
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 136
CONSTRUÇÃO NAVAL EM PARDILHÓ
Caríssimo/a:
sábado, 20 de junho de 2009
A alergia dos cristãos à política
O Estado deve pagar a velhice de famílias ricas?
Figueira da Foz: sinais de festa
Coro da Catedral de Aveiro vai formalizar a sua constituição
QUE NOS ESPERA?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Figueira da Foz: Um Bar no Sítio Certo
Faleceu Carlos Candal
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Reconhecer para crescer
Crónica de um Professor: Fim à vista
Um poema de Domingos Cardoso
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Uma leitura livre em clima democrático
A Liberdade na EMRC
Ideias Pela Positiva: É preciso Valorizar os Recursos Naturais
Escrever bem e com graça: Miguel Esteves Cardoso
FIGUEIRA DA FOZ: Praia deserta, por enquanto!
Arquivos da Igreja: entre memória e serviço
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um poema de Donzília Almeida
Observar para não derrapar
Estradas mais seguras em Portugal
Com as férias de Verão que ai vêm a correr, se o tempo nos não pregar qualquer partida, as nossas estradas vão-se encher de carros. Os acidentes, infelizmente, sucedem-se.
Hélder Boavida, Director-Geral BMW Group Portugal, recomenda, como li no jornal i:
“Vamos tornar a nossas estradas mais seguras., através de um processo de ensino nas escolas de condução que preveja obrigatoriamente um número mínimo de aulas sobre técnicas de condução defensiva, em complemento ao normal processo de aprendizagem de código da estrada técnico e prático.”
Um poema de Jeremias Bandarra
ERA ASSIM NA BEIRA-MAR
segunda-feira, 15 de junho de 2009
FIGUEIRA DA FOZ: Ruas Floridas
As ruas difíceis de Teerão
Bispos reflectem sobre a acção social da Igreja
domingo, 14 de junho de 2009
Grupo Poético de Aveiro apresenta poesia na Ria de Aveiro
Poesia na ria em 13 de Junho de 2009
CRISTIANO RONALDO vai ganhar, por hora, mesmo a dormir, 1255 euros: Ofensa grave à moral social
Legitimidade democrática
Figueira da Foz: Varandas Floridas
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 135
VISITA À LOJA DE DEUS
sábado, 13 de junho de 2009
Martini: o outro Papa?
Lembro-me de há anos um professor de Teologia, em Tubinga - encontrava-me lá na altura -, aquando da proibição pelo Vaticano de homilias feitas na Missa por leigos e leigas, ter feito apelo à greve às Missas no Domingo seguinte. Aquando da expulsão do bispo de Nampula, em 1974, os padres, porque a Diocese estava de luto, fizeram greve às celebrações litúrgicas da Semana Santa. Agora, foram padres da República Centro-Africana que anunciaram - depois, fizeram marcha atrás - que, como sinal de respeito e carinho para com o arcebispo de Bangui, P. Pomodino, destituído pelo Vaticano, bem como Fr.-X. Yombandje, Presidente da Conferência Episcopal, por terem mulher e filhos, não celebrariam sacramento algum.
Entretanto, a Cúria Romana apressa-se a estabelecer penas mais severas para os padres que violem a promessa de castidade ou a doutrina oficial.
Independentemente da questão da greve religiosa, é-se hoje convocado para alguns problemas complexos da Igreja institucional, que exigem debate livre, plural e responsável. Entre eles, a questão da democracia interna, da igualdade das mulheres, da sexualidade e, neste domínio, concretamente, da lei do celibato obrigatório para os padres.
Neste contexto, evoco o Cardeal Carlo Martini, biblista eminente, antigo arcebispo de Milão, apontado por muitos como "papabile", no seu último livro. O padre Luigi Verzé encontrou-se com ele de Fevereiro a Abril deste ano, e, das suas conversas, nasceu o livro Siamo tutti nella stessa barca (Estamos todos no mesmo barco), que acaba de ser publicado.
Martini começa por confessar o sofrimento que lhe causa "o facto de ver que a cultura do mundo avança com um passo mais veloz do que o da Igreja oficial". Exemplificando com a biologia, depois de afirmar que o embrião não pode ser considerado "de modo puramente instrumental", também diz que compreende que "se ponha hoje o problema de tantos embriões destinados um dia a morrer congelados e que poderiam ser utilizados para a investigação".
Precisamente quanto ao celibato, reconhecendo que é "uma questão delicadíssima", afirma que é preciso caminhar no sentido da opção livre: "Creio que o celibato é um grande valor, que permanecerá sempre na Igreja: é um sinal evangélico. Mas isto não significa que seja necessário impô-lo a todos. Aliás, nas Igrejas orientais católicas já não é exigido a todos os sacerdotes". Alguns bispos propõem ordenar homens casados com experiência e maturidade. Martini chama a atenção para o perigo do clericalismo, acrescentando: "Estou certo de que haverá sempre muitos que optarão pela via celibatária. Porque os jovens são idealistas e generosos. Mas há no mundo algumas situações particularmente difíceis, especialmente nalguns continentes. Penso que compete aos bispos desses países apresentar estas situações e encontrar soluções".
O cardeal confessa, em comunhão com Verzé, que há múltiplos problemas que mostram uma Igreja "demasiado afastada da realidade". Outro exemplo disso é a sua atitude para com os católicos divorciados e recasados, que se encontram entre "as muitíssimas pessoas que na Igreja sofrem porque se sentem marginalizadas". Evidentemente, é preciso distinguir, pois "não devemos favorecer a leviandade nem a superficialidade, mas promover a fidelidade e a perseverança. No entanto, há alguns que se encontram hoje numa situação irreversível e sem culpa. Talvez tenham contraído novos deveres para com os filhos do segundo casamento, não havendo nenhum motivo para voltar atrás; pelo contrário, esse comportamento não seria adequado. Assumo que a Igreja deve encontrar soluções para estas pessoas".
A eleição dos bispos merece igualmente atenção. É uma questão muito complexa, mas o actual modo de elegê-los "deve ser melhorado". O problema existe e "deve poder fazer-se uma discussão pública sobre o tema".
Martini não é o outro Papa, no quadro de uma cisão na Igreja. Ele exprime a sã multiplicidade de opiniões na Igreja. Como ele próprio diz, "é necessário que a Igreja toda se ponha a reflectir e, guiada pelo Papa, encontre vias de saída".
sexta-feira, 12 de junho de 2009
NOVA LETRA PARA O HINO NACIONAL?
“Tem de haver uma mudança radical no nosso olhar para nós mesmos. Portugal vive praticamente a duas cores. Cor-de-rosa e cinzento. Pouco adequado a um país com muito sol e um enorme mar azul à frente. Há cada vez mais gente a cantar em inglês (especialmente na zona centro, vá-se lá saber porquê), o que denota um afastamento gradual da língua mãe, e portanto da nossa razão de ser povo. Porque não voltar a ter uma bandeira bonita? Já a tivemos, era azul e branca. E, já agora, tirar aquela ridícula letra do hino e deixar a música viver em pleno, que o hino é muito bonito.”
Rui Veloso
Citado pelo jornal i
Crise dos padres, uma oportunidade?
Não percamos a Tradição
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Um poema de Donzília Almeida: Gratidão
Humoristas sem graça
Um poema de Domingos Cardoso: Foi o vento
Foi o vento
Foi o vento cortante como gume,
Que me fez companhia nessa espera
Em que só a saudade mais austera
Me falava de ti, como um queixume.
Foi o vento que trouxe o teu perfume
Nessa clara manhã de Primavera,
E, então, eu senti, que antes de quimera,
Eras rosa vermelha em fogo e lume.
E os dias se passaram a correr
Num tempo de alegrias e prazer
Como só haveria em pensamento.
E essa ardente harmonia em nossa vida
Foi repartida ao mundo, a toda a brida,
Por esse arruaceiro que é o vento!
Domingos Freire Cardoso
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Do discurso do Presidente da República
nas comemorações do 10 de Junho
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Fortaleza de Diu
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