domingo, 5 de julho de 2009
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 138
sábado, 4 de julho de 2009
JAZZ: JACINTA DESLUMBRA EM AVEIRO E VOLTA A ÍLHAVO
Crise ética na economia e na política
O NÃO CRENTE E O CARDEAL
Cardeal Carlo Martini
sexta-feira, 3 de julho de 2009
MÚSICA SACRA NA DIOCESE DE AVEIRO
O trabalho previsto para 2009-10 é uma proposta dirigida, tanto às paróquias interessadas em apoiar a formação dos seus músicos, como aos próprios músicos interessados em melhorar a qualidade do serviço que prestam às suas comunidades.
Tem, como destinatários, os principais intervenientes na celebração litúrgica: organistas, directores de coro, salmistas e coralistas.
Assim, a formação oferecida pela Escola Diocesana de Música Sacra de Aveiro (EDMUSA), geralmente ao sábado de tarde, procura ir ao encontro de todas as pessoas que asseguram música litúrgica nas celebrações e tem diferentes níveis de exigência, de acordo com as possibilidades e disponibilidade de tempo de cada um. Inscrições nas paróquias, durante o mês de Julho.
Informações: P. Paulo Cruz: Residência paroquial de N.ª Senhora da Glória; Tel. 962 842 982; p.paulocruz@gmail.com
Prof.ª Celina Martins: Tel. 938 339 654; celinatm@hotmail.comREGATA DE CRUZEIROS DO PORTO DE AVEIRO
HOMEM, TORNA À TUA ESSÊNCIA!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Ética na política: gesto impróprio leva ministro da Economia à demissão
Manuel Pinho
Uma tensão natural, mas superável
Sociedade complicada, esta em que nós vivemos. As relações pessoais são sempre o espaço em que as complicações mais se acentuam e as tensões ganham maior relevo.
Não devia ser assim, quando se trata de pessoas adultas, embora com idades diferentes. A roda da vida, para todos inexorável, não deixa que os mais velhos esqueçam as atitudes de quando eram ainda pouco amadurecidos e reagiam a ordens e conselhos, e aos mais novos, não deve passar despercebido que a juventude é tempo que se escoa depressa. Rápida.
A convivência de idades diferentes permite a todos uma permuta de dons e de experiências, que enriquece mutuamente, mostrando que valemos e podemos mais, quando juntos e unidos, abertos e aceitantes da complementaridade.
O poder decisivo, hoje, está, na sociedade e, em muitos aspectos, também na Igreja, cada vez nas mãos dos mais novos. É verdade que, sobretudo nas empresas, ser mais velho para determinadas funções e tarefas, pode logo acontecer aos quarenta anos. Assim se atende mais a aspectos considerados de rendimento profissional, esquecendo-se que a rentabilidade não se traduz apenas em dinheiro. Há gente válida e capaz, aos milhares, desempregada por encerramento de empresas. Logo vê como se lhe torce o nariz ao procurar trabalho. Já tem cinquenta anos! Um país que quer continuar pobre.
Diz-se que o poder corrompe, novos e menos novos. Assim, há chefes mais novos, bem vestidos e engravatados, orgulhosos com seus diplomas e títulos, com atitudes que magoam, empobrecem a relação e mostram que são fruto de uma suficiência tola que não quer conselhos e apoios de ninguém. Também não faltam chefes mais idosos com a presunção de que ninguém lhes ensina nada. O “cresce e aparece”, ou “o seu tempo passou” ainda são atitudes mais frequentes do que se julga.
A Igreja, com a normal coexistência de gerações diversas na orientação das suas comunidades, procura acautelar as boas relações entre os padres, chamando a atenção para os valores de cada idade, esforço de compreensão, mútua aceitação, colaboração concreta, trabalho em equipa, comunhão de bens, deveres de hospitalidade, partilha de trabalhos, promoção de iniciativas que evitem o isolamento. Como procura que abram os olhos à participação dos leigos, com seu valor, experiência e trabalho realizado.
O problema tende a agravar-se no clero, onde a pirâmide de idades se inverte com o aumento dos mais idosos. Se não se exprime, visivelmente, a comunhão entre todos, não se caminha na colaboração mútua. Há, em todo o país, padres muito novos e pouco experientes e padres muito idosos e cansados a presidir a grandes comunidades. Um título canónico não garante, automaticamente, capacidades de liderança e sabedoria de decisões. Na aceitação mútua, a colaboração exprime-se e enriquece. Este testemunho, tomado a sério, pode servir de estímulo para outros sectores da sociedade. O tempo não é de novos ou de velhos. É de todos. É preciso, na Igreja e na sociedade, estar atento para que ninguém presente, se torne invisível ou ausente. As prateleiras não são lugar para arrumar gente, nem se podem promover pessoas, marginalizando outras pessoas. Até no seio da família e das relações familiares, se o saber e a experiência, vivida e sofrida, dos mais velhos, não lhes dá direito a ter opinião e a encontrar corações abertos para a ouvir, a família acabou. E muitas vão acabando, apesar das casas a dar nas vistas.
Estamos em tempo de acolhimento, não de desperdício, muito menos de pessoas. Não basta respeitar, quando se aparece. É preciso dar apreço sempre. Há causas que nunca deixam livres aqueles, hoje mais velhos, que por elas sofreram e lutaram. Não podem agora ser mendigos das migalhas que caem da mesa do poder. Elas continuam suas.
É essencial que ninguém se sinta a mais na família, na sociedade e na Igreja. Todas são pátria comum, espaço de vida, lugares de permuta e colaboração. Em todas o amor é lei.
António MarcelinoPreocupante onda de assaltos
GEGN: Entrevista com Alfredo Ferreira da Silva
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Igreja de Fátima ganha «Nobel» da Engenharia
A humanização dos serviços
Férias em tempo de crise: Como eram as férias dos nossos avós?
Descoberta a mais antiga imagem de S. Paulo
Crónica de um Professor: Encerramento do ano lectivo – Sarau
Sarau animado
terça-feira, 30 de junho de 2009
Educar para os valores?
1. Vem a público um grande inquérito de análise comparativa sobre os valores pessoais e sociais dos portugueses nos últimos dez anos. Este género de documentos interessa a todos os que de algum modo se preocupam com o progresso da sociedade tendo em vista um desenvolvimento pautado por valores com valor. Este inquérito intitulado Dez anos de valores em Portugal é apresentado ao público num seminário na UCP (30-06-09) tendo como pano de fundo a temática: A urgência de educar para os valores. Reveste-se de ampla pertinência o estudo em que, mesmo contando com a densidade das subjectividades, vai ao encontro de questões de fundo futuras da comunidade nacional.
Um livro sobre a Gafanha de Maria Donzília Almeida e Oliveiros Louro
Almoço Missionário: Centro de Recursos Mãe do Redentor, na Gafanha da Nazaré
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Museu do Vinho de Anadia recebe Confraria Gastronómica do Bacalhau de Ílhavo
FESTIVAL DO BACALHAU
O roteiro da Bairrada, a enoteca, a biblioteca e mediateca foram outros espaços visitados pelos confrades, além da colecção de 1400 saca-rolhas oferecidos ao Museu pela família do Comendador Adolfo Roque e das exposições de pintura, fotografia e escultura patentes na altura. O almoço foi servido na sala de Restauração do Museu e como prato da região foi servido Leitão e espumante da Bairrada. Esta visita dos Confrades do Bacalhau ao Museu foi aproveitada pela direcção para anunciar o próximo Festival do Bacalhau, que decorre no Jardim Oudinot, de 19 a 23 de Agosto, e cuja organização é formada pela Câmara de Ílhavo e pela Confraria Gastronómica do Bacalhau. Ainda foi anunciado que está para breve a concretização de um desejo de anteriores direcções, que é a existência de uma sede e o aparecimento de um espaço na internet.
Carlos Duarte
Michael Jackson maior que “Si”
1. As últimas décadas viram nascer e crescer um conjunto de grandes artistas que, à medida que o mundo das comunicações se foi globalizando, os tornou presentes em toda a parte. Assim aconteceu com Michael Jackson (1958-2009), que (na internet) é colocado entre os cantores, compositores, actores, dançarinos, escritores, produtores, poetas, instrumentistas, estilistas, ilusionistas e empresários. O artista cresceu muito, tendo sido a sua estrutura de personalidade, de um jovem que não viveu a juventude e de uma criança forçada ao trabalho musical, desafiada fortemente a compreender o preço da fama planetária. O álbum mais vendido da história da música Pop – Thriller – editado em 1982, sendo na altura uma revolução envolvida de dança e inovação de vídeo-clip é marca de recorde de vendas.
Férias em tempo de crise
Um poema de Orlando Figueiredo
domingo, 28 de junho de 2009
Dia um tanto ou quanto desagradável para o meu gosto
FÉRIAS EM TEMPO DE CRISE: Importa descobrir o nosso concelho
FÉRIAS ECONÓMICAS: Não há nada como aproveitar o que a terra oferece
José Tolentino Mendonça: É utópico pensar radicalmente a sociedade do dom e da colaboração
"É PRECISO OUVIR O SILÊNCIO DO MUNDO"
sábado, 27 de junho de 2009
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 137
Imagem de Deus e do Homem
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Férias em tempo de crise
Bloqueio ético na Internet!
1. Ninguém duvida de que a auto-estrada da informação traz novas possibilidades que transportam as correspondentes responsabilidades. O recente bloqueio da China durante duas horas ao Google (uma das fontes de informação planetária mais usadas onde em cada momento pode ser encontrado de tudo), sugere uma ampla reflexão. As agências noticiosas chinesas criticaram fortemente em termos de regime educativo o livre acesso do Google à pronografia, o que foi a fundamentação estatal para o bloqueio. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian o fundador do site China Digital Times, Xiao Oiang, sublinha que «é claramente um aviso ao Google bem como a outras companhias estrangeiras», ainda que tal facto represente que o governo quer manter o controlo sobre a Internet.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Ruas da Gafanha da Nazaré: Alameda D. Manuel II
A ARTE E A ALEGRIA DE EDUCAR
Dia da Igreja Diocesana: Domingo, 28 de Junho, no Santuário de Santa Maria de Vagos
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Um Livro de Manuel da Cerveira Pinto: “BOASSAS – Uma aldeia com história”
“A neblina da manhã amaciava os longes. As quebradas dos montes vinham juntar-se em baixo, suavemente, segredando o caminho do rio. Os refegos, acastelados, ficavam no horizonte, como panejamentos de cores suaves, onde havia cinzentos fimbrados de moreno baço com laivos de neve, tão branco se tornara o nevoeiro com o contacto da luz do sol. Nos primeiros planos das dobras dos montes ainda de desenhavam copas de árvores em borrão; mas, lá adiante, só ficava o dentado dos cerros mais altos em caprichos de formas. E aldeias espalhadas. Porto Antigo e do outro lado do Avestança, Souto do Rio. Depois Buaças, lá longe, onde os homens trazem tatuado nos braços um sino-saimão.”
Alves Redol In Porto Manso
(Na introdução ao livro)
Para todos os que cuidam
da preservação da nossa identidade
Tenho andado a ler, há meses já, com o cuidado indispensável, que aumenta o prazer, uma monografia interessante, como quase todas as monografias o são. Trata-se do livro “BOASSAS – Uma aldeia com história”, com edição do jornal “Miradouro”, que assino, defensor dos interesses de Cinfães, Castelo de Paiva e Resende.
O verdadeiro Paulo é um desafio para a Igreja
Uma influência pequena e residual! É isso que o povo pensa?
Ninguém seja Estrangeiro
Siri Hustvedt
ALMIRANTE HENRIQUE TENREIRO: Biografia política por Álvaro Garrido
terça-feira, 23 de junho de 2009
Crónica de um Professor: Pedalada
Prontos para a partida
Gafanha da Nazaré: decreto real da sua fundação
“Mini-Repórteres do Porto de Aveiro”.
Mini-repórteres em acção
Igreja e crise
Comercial, puro e duro?
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