| Manuel Casqueira |
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Morreu o Manuel Casqueira, um homem bom
Os nossos emigrantes: Teresa e Nelson Calção
Nelson e Teresa
Sempre divididos é o grande dilema de todos os emigrantes
Da esquerda para a direita - sentados: Jessica, Nelson e Teresa; de pé: Peter e Ricky
terça-feira, 5 de maio de 2009
As imagens de Vasco Granja
1. Todas as gerações têm determinadas personalidades de relevante imagem pública que, do panorama social ao artístico, acabam por ser referências de época. Quem há vinte, vinte e cinco anos, não se lembra de Vasco Granja (1925-2009), das manhãs de sábado ou domingo na televisão portuguesa a preto e branco, da «banda desenhada» por ele apresentada, de como a pantera cor-de-rosa ou outras animações contagiavam as gentes mais novas daquele tempo. Esta vida que nos deixou, a par de outras grandes referências da comunicação, faz reviver o melhor das memórias de muitos que na época, também por essa via, foram conhecendo o mundo. Vasco Granja assinalou muitos momentos da animação dos mais novos, sendo mesmo chamado por uma criança de «o pai da pantera cor-de-rosa».
2. A sua primeira expressão de empatia, estes dias recordada, em que dizia «olá amiguinhos!» fala-nos, mesmo que sem nostalgias, de um tempo em que a animação revelava predominantemente um carácter de bondade e pacificação, mostrando desse modo, também, uma das funções dos meios de comunicação social. Formar, informando e gerando o entretenimento de qualidade. Um confronto da animação dessa época com a actualidade faz-nos sentir como a inocência dos primeiros passos da «banda desenhada» estão hoje tão longínquos diante de tanta violência que insiste perpassar pelos programas para os mais novos. É verdade que mesmo o Bugs Bunny ou a Pantera também teriam a sua “manha”, mas nada de comparável com os cenários matreiros de muita da animação deseducadora actual.
3. Aos 83 anos parte este homem discreto que leu a sua tarefa pública como serviço educacional de gerações que hoje o recordam. De 1974 a 1990 foi um dos rostos maiores da RTP para a infância. Quem dera que este momento de sua partida fosse oportunidade de repensar na actualidade sobre o papel das comunicações (TV e net) para as crianças. Será?!
GAFANHA DA NAZARÉ: Ciclo de Conferências, nas quintas-feiras de Maio
Carlos Borrego, doutorado em Ciências do Ambiente, é professor na Universidade de Aveiro (UA). Foi ministro do Ambiente e Recursos Naturais de 1991 a 1993 e vice-reitor da UA de 1998 a 2002. É autor de numerosos artigos e publicações. Recentemente coordenou o estudo que levou o governo a abandonar a Ota e a escolher Alcochete para localização do novo aeroporto de Lisboa. A acção humana está a provocar alterações climáticas e o litoral de Portugal poderá ser das zonas mais afectadas. Por outro lado, assistimos a investimentos em energias renováveis e ao crescimento da “consciência verde”. As preocupações ambientais são uma moda ou uma urgência? O que temos de fazer?
ÍLHAVO: Gran Torino, de Clint Eastwood, no Centro Cultural de Ílhavo
Orfeão da Misericórdia de Ílhavo celebra 1.º aniversário
Festival de Teatro do Município de Ílhavo 2009
Durante o mês de Maio, a Câmara Municipal de Ílhavo vai realizar mais uma edição do Festival de Teatro, que irá decorrer entre os dias 6 e 30 nas quatro freguesias do concelho.
Este ano, serão as Crianças do Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico os primeiros espectadores do Festival, cuja abertura terá lugar no Centro Cultural de Ílhavo, no dia 6, com a peça “Lol.Pop”, do Teatro das Beiras. Seguem-se vários espectáculos de elevado qualidade, realizados um pouco por todos os espaços culturais do Município, com destaque para o Teatro de Rua “D. Gilberto”, pela Joana Teatro, que vai certamente dar uma nova vida e cor ao Jardim Oudinot, no dia 24 de Maio, a partir das 15h30. Aqui fica o convite. Não falte! MOÇÃO DE CENSURA AO PAPA
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Morreu Vasco Granja
A Cidade Educadora
Évora
Tourada na Terceira: Um susto para mais tarde recordar
domingo, 3 de maio de 2009
Bênção dos Finalistas da UA - 2009
Bênção dos Finalistas da UA – 2009
O Rei Sol brindou a festa com os seus raios luminosos e quentes. Ao jeito de quem se quer associar à alegria dos que começam já a sentir saudades de Aveiro e das suas gentes, da Universidade e dos seus professores, dos colegas e das amizades conquistadas para a vida. O Sol radioso levou ao rubro o calor humano que na Bênção se experimentou.
Andemos por onde andarmos, em festas e mais festas onde se bebe de tudo, importa regressar à água purificadora, que lava e que mata, realmente, a sede. A água, que todos, ressequidos pelo sol escaldante, pudemos beber, chegou na hora certa, em dia de festa grande. Em dia de Bênção, como baptismo regenerador.
AS FAMÍLIAS:
As famílias dos finalistas associaram-se em grande número. Como não podia deixar de ser. É na família que nos sentimos bem. Ela ainda é o berço do amor, o ponto de encontro, o lugar do retorno, o suporte para as dores e dificuldades, o espaço para a alegria, a fonte de muita sabedoria. Embevecidos, ramos de flores a jeito para os seus finalistas, ali estavam pais, mães, irmãos, namorados, namoradas, maridos, esposas, filhos, amigos. Famílias para comemorar a chegada a uma meta. Outras se hão-se seguir.
Bênção dos Finalistas da UA – 2009
Bênção dos Finalistas da UA - 2009
Dia da Mãe
Dia da Mãe
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 129
Iate Júlia ३.º
1903 - RESSURGE A PESCA DO BACALHAU EM AVEIROCaríssimo/a:
sábado, 2 de maio de 2009
Semana de Oração pelas Vocações de Consagração
A nossa profunda gratidão e estima para os consagrados
Religiões e extraterrestres
O teólogo eminente Dr. Thaddeus sonhou que tinha morrido e seguido rumo ao Céu. Bateu à porta e disse que tinha dedicado a vida à glória de Deus. - Homem? - exclamou o porteiro. - O que é isso?
Ninguém, lá em cima, ouvira falar dessa coisa chamada "Homem". Mesmo assim, um bibliotecário, um ser esférico com mil olhos e uma boca, depois de ter ouvido o teólogo explicar que a Terra é parte do Sistema Solar, por sua vez parte da Via Láctea, com milhares de milhões de estrelas e uma galáxia entre milhares de milhões, mandou chamar um dos sub-bibliotecários, especializado em galáxias.
Umas três semanas depois, com o trabalho de cinco mil empregados, o sub-bibliotecário voltou e explicou que o ficheiro extraordinariamente eficiente da secção galáctica da biblioteca lhe tinha permitido localizar a galáxia pretendida.
Mas era preciso agora procurar uma estrela - o Sol -, uma entre trezentos mil milhões dentro da galáxia. Alguns anos mais tarde foi um tetraedro arrasado de cansaço que compareceu, dizendo que tinha finalmente descoberto essa estrela especial, mas não vendo grande interesse nisso. De qualquer forma, ela está cercada por corpos muito pequenos chamados "planetas", havendo nalguns deles "parasitas" e "essa coisa que tem estado a fazer perguntas deve ser um deles".
Então, o Dr. Thaddeus desatou num indignado lamento: - "Porque é que o Criador escondeu de nós que não fomos nós que O levámos a criar os céus? Servi-O diligentemente toda a minha vida. E agora até parece que nem sequer sabe da minha existência. Não posso aguentar isto. Não posso mais adorar o meu Criador. - Muito bem - retorquiu o porteiro. Então, pode ir para o Outro Lugar".
"Aqui, o teólogo acordou. E murmurou: - O poder de Satanás sobre a nossa imaginação adormecida é terrível".
Estaremos sós neste Universo estonteantemente gigantesco? Aí está uma pergunta que muitos farão, concretamente neste Ano Internacional da Astronomia.
No ano passado, o padre José Gabriel Funes, director do Observatório Astronómico do Vaticano, declarou, desencadeando imensa curiosidade: "Como há uma multidão de criaturas sobre a Terra, poderia haver outros seres, mesmo seres inteligentes, criados por Deus. Isso não contradiz a nossa fé, pois não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus". Poderíamos então falar do "nosso irmão extraterrestre". Aliás, o seu predecessor, padre George Coyne, já se tinha pronunciado no mesmo sentido, ao dizer que o universo é feito para fabricar vida, portanto, a existência de outros seres não põe problemas à fé: "É um desafio salutar que a engrandece em vez de encerrá-la".
A revista Le Monde des Religions (Set.-Out. 2008) foi à procura das posições de outras religiões.
O talmudista Hervé Bokobza diz que "as narrativas da literatura midráshica demonstram que, se eventuais descobertas científicas revelassem a presença de outros seres vivos no universo, os princípios da Tora e os valores do judaísmo não seriam abalados".
O islão vai mais longe, "predizendo" não só a existência de vida extraterrestre mas também que haverá um encontro: "Entre as Suas Provas está a criação dos céus e da terra e dos seres vivos que aí disseminou. Tem aliás o poder de reuni-los quando lhe aprouver" (sura 42). "Alá que criou sete céus e outras tantas terras" (sura 65).
Também a resposta do budismo é afirmativa. O budismo Mahayana tem sutras que estendem o ensinamento do Buda "a todos os mundos". No sutra da Contemplação da vida infinita, Buda faz jorrar da sua fronte um raio de luz"que iluminou todos os mundos e voltou a colocar-se na cabeça do Buda, formando uma torre de luz. Nesta torre, podia ver-se todas as terras dos budas".
Após a detecção de "super-Terras", a procura de vida noutras paragens tornou-se objecto de investigação científica. Se alguma vez se der o encontro, será um acontecimento maior da História.
Anselmo Borgessexta-feira, 1 de maio de 2009
Vital Moreira foi agredido: Quando a força da razão é fraca
1.º de Maio, Dia do Trabalhador
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Crónica de um Professor
Dar Portugal a Portugal
D. Manuel Martins
Câmara de Ílhavo adere ao Plano Nacional de Leitura
Marcos Cirino desfia recordações
com muito amor à Gafanha da Nazaré
Fernando Martins
Leia toda a entrevista aqui
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Clube dos incorruptos, uma iniciativa com actualidade
O diário francês “Le Monde” de 22/23 de Março, dava conta de uma iniciativa original, a ganhar relevo nos tempos que correm, que, pelos seus objectivos, merece aplauso e, quiçá, seguidores onde vai grassando a peste tão nefasta da corrupção.
A iniciativa deste Clube deve-se a Eva Joly, magistrada franco-norueguesa, que teve de instruir o famoso processo ELF. Um processo que envolvia pessoas do seu país e de África, ligadas, de um e de outro lado, ao poder político e ao poder económico.
Os membros do “Clube dos Incorruptos” são magistrados que sentiram necessidade de pôr em comum as suas preocupações ante o dever grave, um verdadeiro desafio, de enfrentar e julgar casos de alta corrupção e de apreciar dossiers sobre o tema, que envolvem pessoas e entidades influentes, famosas e socialmente intocáveis.
Reúnem-se com regularidade para confrontar métodos usados e resultados obtidos, e para se apoiarem, mutuamente, nesta tarefa, quase sempre ciclópica e difícil, que, muitas vezes, termina sem resultados positivos, mesmo quando tudo já aparecia mais ou menos claro.
A corrupção, em alguns países de África, concluiu Eva Joly, quase sempre com raízes no Ocidente, tem posto em causa a democracia de muitos deles e até a sua sobrevivência como países. Manietado pela sofreguidão e cupidez de alguns poderosos locais, com apoios interessados, dentro e fora, e grande capacidade para mostrar inocência onde as culpas são evidentes e os resultados não escapam nem aos cegos, o papel da justiça é sempre difícil e muitas vezes inglório.
Entre os membros do Clube fazem-se confissões, individuais e de grupo, que, pelo seu teor e gravidade, merecem uma especial atenção por parte de quem pode, a nível internacional, ter alguma interferência positiva, se acaso ainda existe alguém, pessoas ou instituições, com tal poder e influência. São as confissões dos magistrados, pelo menos, um alerta urgente para outros países e nações, onde iguais problemas se vão avolumando e não são menores as dificuldades encontradas para lhes fazer frente.
O longo artigo do “Le Monde”, duas páginas recheadas, fala, por parte dos magistrados do Clube, de confissões dolorosas em virtude de combates perdidos, de ameaças e tentativas programadas de homicídio, de impossibilidade pessoal e de familiares de deslocação em privado, porque os conhecidos corruptos, quando sob investigação e juízo, lhes aparecem em qualquer canto, não pela preocupação de os saudarem ou de lhes proporcionarem auxílio.
A corrupção, que sempre existiu em graus diferentes, muitas vezes encoberta e outras sem que seja possível ver todo o seu alcance, torna-se cada vez mais grave e cresce em espiral, quando os valores éticos se evaporam e à justiça faltam meios ou determinação para a enfrentar, anular os seus resultados ou minimizá-los, no possível. Ela cresce, também, por contágio. O fascínio do dinheiro e do poder, dois aliados habituais, é tentação que se espalha e em que se cai, a muitos níveis.
Atenta a novas oportunidades, a grande corrupção ocupa o espaço da traficância, não apenas das drogas geradoras de toxicodependência, mas também de influências, espreita a permissividade do poder, pouco atento ou interessadamente desatento, goza dos favores de pessoas, locais e circunstâncias, tanto do poder absoluto, que também ele é, normalmente, corrupto, como das democracias, apáticas e sem espinha dorsal, embevecidas com a força dos resultados eleitorais, que depressa esquecem o que significa a promoção do bem comum, a justiça social e a defesa, corajosa e persistente, dos direitos individuais e colectivos. A corrupção não envolve só sofreguidão de dinheiro. Também se faz pela ânsia do poder. Mas a meada, por certo, tem duas pontas.
António MarcelinoSeja festa Académica!
Pescadores na Praia da Barra
AVEIRO: Bênção dos Finalistas
intervenção social e eficiente
Grupo Poético de Aveiro: mais um número da revista Folhas – letras e outros ofícios
terça-feira, 28 de abril de 2009
Laurinda Alves dispensada pelo PÚBLICO
Tempo e acção das perguntas
1. À situação que se vem vivendo nos últimos meses junta-se agora o alerta de saúde pública que a OMS – Organização Mundial de Saúde confirmou devido à chamada gripe mexicana. É como se de repente um conjunto de elementos se juntassem diante dos quais urge (re)agir na perseverança confiante dos grandes valores que poderão fermentar novas vias de solução, um dos quais é a solidariedade. Os tempos que vivemos são de reposição das grandes questões, de modo a reinventar para novos quadros de problemas as inovadoras respostas. Não chegam as respostas habituais diante de cenários efectivamente novos. Para descortinar amplas soluções, assim, torna-se imperativo, consequentemente, a arte de saber relançar as questões essenciais, desmistificando certas visões mecanizadas e abrindo novas vias.
2. As perguntas sobre os valores, as políticas, a sociedade civil, as economias, a justiça, a saúde, as redes sociais, a subsidiariedade, a solidariedade global como o desafio do século, o respeito ambiental… hoje entrecruzam-se não havendo margem para respostas simplistas. Há empresários heróis, existirão gestores oportunistas; há trabalhadores dedicadíssimos, existem trabalhadores “à boleia”; existem dados da economia com pressupostos de responsabilidade social, e existem outras visões e práticas que reflectem a noção “selvagem” que estás nas mãos que as comandam. Este tempo das grandes questões ajuda a diferenciar para não generalizar mas sim: compreender. Importa, por isso, fugir às épocas políticas pródigas em maximizar intencionalmente, urge que todo o político dos cidadãos se envolva na reflexão que pode gerar mais fruto.
3. Da organização da CEP, está agendado um grande Simpósio para 15 de Maio (no Centro de Congressos de Lisboa, antiga FIL), com a temática: Reinventar a solidariedade (em tempo de crise) – reconhecer, inspirar, mobilizar. Site: http://www.reinventarasolidariedade.org/
Reflexão aberta à sociedade civil!Bênção dos Finalistas da Universidade de Aveiro
Pobreza em Portugal continua, 35 anos depois do 25 de Abril
Gripe suína mostra a nossa fragilidade
Inclusão do semelhante
Ser diferente ou existir em minoria é o estandarte para reivindicar a bandeira da inclusão. E com justiça, pois nunca são de monta as diferenças evocadas para distinguir pessoas, grupos ou etnias. A unir todas as particularidades está essa circunstância única que é a dignidade da pessoa: uma condição antes de ser um direito.
Um poema de Domingos Cardoso
Palavras
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Desafios do Condestável
O que os ovos moles tiveram de mudar para poderem ficar precisamente na mesma
Foram vários os caprichos da União Europeia que, por exemplo, roubou aos ovos moles a possibilidade de se aconchegarem em tabuleiros de madeira e os fez acamar em desconfortáveis grelhas de inox. Mas este mês chegou a hora da retribuição. As mais antigas e tradicionais doceiras, como a dona Silvininha, podem dormir descansadas, que a receita original já está protegida pela lei. Por Graça Barbosa Ribeiro (texto) e Paulo Pimenta (fotos), no PÚBLICOO Condestável já não mobiliza ninguém
domingo, 26 de abril de 2009
A liberdade como tarefa
1. Por estes dias das comemorações do 25 de Abril, talvez mais que o hábito de cada ano até pela conjuntura social e política (de três eleições), ouviram-se da parte dos cidadãos as maiores generalizações, estas que são sempre reflexo de questões e valores ainda não justamente diferenciados e por isso não sábia e sadiamente amadurecidos. O valor da liberdade, mesmo que com a subjectividade que encerra, não é como um jogo de números ou um resultado de futebol. Pelas rádios nacionais de maior audiência, muitos foram os fóruns dedicados ao designado 25 de Abril. Muita da intervenção dos cidadãos revelou, dizemos, sinais preocupantes em termos cívicos, parecendo desnorteado o equilíbrio do bom senso e transvazando sempre para os «outros» os males do país, este também um hábito discursivo das lideranças políticas revelador do estado de sítio desculpabilizador.
2. O dizer-se num “de repente” radiofónico que, em termos do valor liberdade, antes era tudo mau e agora é tudo bom, ou, ao contrário, que agora é tudo bom mau e antes é que era bom, manifesta, mais que uma autêntica precipitação incorrecta em relação à história, um reflexo da maturidade cívica (ou não) da sociedade portuguesa. Esta forma típica simplista de analisar as questões ampla e profundamente complexas de modo rápido e pragmático, tem feito de nós mais um país de solavancos emocionais que de consistências de projectos envolventes em razão comunitária. Persistir na conclusão de que se algo no presente está mal (ou bem) resulta como consequência directa do que aconteceu há uma, duas ou três décadas, continua a dar aquele sinal do compromisso adiado das renovações urgentes no presente.
3. Os ângulos da liberdade serão infinitos, mas é certo que no tempo da história desafiam à garantia dos pilares da ética (pessoal e social) de responsabilidade. Será nesta bitola, não linear nem simplista, que haveremos de compreender que a liberdade nunca é um dado mas uma tarefa (diária) de todos!
Alexandre Cruz Seguidores
-
De Arganil, rumei a Piódão, uma Aldeia Histórica que é uma referência nacional. Foram 41 quilómetros por estrada que serpenteia a Serra do A...
-
Hoje já ganhei o dia "Beber quatro cafés por dia pode ajudar pessoas com mais de 60 anos a manter força, energia e mobilidade, reduzind...


