sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Gastronomia de Bordo



Inicia-se hoje, 8 de novembro, a edição deste ano do Festival Gastronomia de Bordo de Ílhavo, estendendo-se até 17 deste mês. Aderiram a este projeto 19 restaurantes do município ilhavense, estando garantida a promoção de ementas com sabores (e saberes) ancorados na cozinha tradicional e bacalhoeira. São cerca de 60 experiências gastronómicas e outras tantas especialidades inspiradas em pratos emblemáticos de bacalhau e seus derivados.

Ler mais na CMI 

Para Deus, todos estão vivos

Reflexão de Georgino Rocha 


«Para Deus, todos estão vivos. Alegre notícia a comunicar a todos. Verdade sublime a envolver-nos em tudo. “A partir de Deus, (os que morrem) acompanham-nos, ajudando-nos, e podem interceder por nós junto d’Ele”... “No amor de Deus, os defuntos tem um coração muito maior do que tinham antes, aqui na Terra. Reconciliaram-se com o Senhor e também com eles próprios e com aqueles a quem não foi feita justiça”. Assim, igualmente os nossos falecidos pais continuam a ajudar-nos: “O nosso pai pode continuar a apoiar-nos a partir do Céu, a nossa mãe converte-se na imagem de amor e de segurança que Deus nos oferece” (A. Grün).»

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Catarina Oliveira — Eco-Embaixadora


Tenho 17 anos e, logo após ter terminado o 11.º ano, na Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes, Ílhavo, entrei num avião, a 17 de agosto, com as memórias de uma infância e adolescência feliz numa cidade “à beira mar plantada” guardadas na mala, e voei até à Índia. 
Hoje, estudo num lugar a que já chamo casa, o Mahindra United World College of India, onde vou passar os próximos dois anos, a crescer. É uma grande e importante viagem que começou há muito tempo… 
Chamo-me Catarina Semedo Madaíl de Oliveira e nasci a 25 de fevereiro de 2002. Nasci, cresci, estudei e convivi em Ílhavo, cidade que, com orgulho, faço questão de exibir em todos os cantos do mundo por onde vou passando. Apaixonada pelo verde da natureza, o cheiro a maresia, o som das ondas a bater nas rochas, sou feliz a trabalhar para proteger o planeta! 
Em pequena, tinha o sonho de aparecer, um dia, n’O Ambúzio, a revista do Município que todas as crianças faziam questão de ler e aprender como ser “amigo do ambiente”. Nunca chegou a acontecer, mas nada que tenha impedido a pequena Catarina, introvertida e sorridente, de continuar a trabalhar nesse objetivo. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Semana de quatro dias de trabalho


«A Microsoft testou uma semana de quatro dias de trabalho nos seus escritórios no Japão. Resultado: a felicidade dos trabalhadores aumentou, mas também a sua produtividade.
O programa envolveu 2.300 trabalhadores que tiveram as sextas-feiras de folga. O Work-Life Challenge Summer 2019 decorreu durante o mês de agosto, avança o The Guardian. 
As semanas de quatro dias levaram a reuniões mais eficientes, trabalhadores mais felizes, com a produtividade a disparar 40%, concluiu a empresa. 
Os trabalhadores não têm dúvidas: 92% disseram gostar da semana mais curta. Durante o programa, o salário dos trabalhadores não sofreu qualquer redução.»

Ler mais aqui 

NOTA: Confesso que nem imagino o que seria, em Portugal, uma semana de trabalho de apenas quatro dias. Se calhar, a tendência será mesmo essa. Os trabalhadores ficariam com mais horas livres para o descanso, para a cultura, para o estudo, para o lazer, para a família, etc. Ou aproveitariam o facto para outras tarefas profissionais, por conta própria ou noutras empresas? Neste caso, a ideia sairia frustrada porque, afinal, o trabalho continuaria. E será que as empresas suportariam a contratação de outros trabalhadores para continuarem a laborar? 
Eu sou do tempo em que se trabalhava de sol a sol, Isto é, desde o nascer do sol ao pôr do sol. Nas secas, na lavoura, nas marinhas, na pesca, na construção civil, etc. E o progresso foi impondo as suas leis, reivindicadas pelos trabalhadores de vários setores. Mas daí a saltarmos  para quatro dias de trabalho por semana... O futuro o dirá. 

Raul Brandão na Praia da Barra?

Raul Marçal Brandão

Há dias tive o prazer de conversar com um conterrâneo nosso, Joaquim Soares, sobre temas relacionados com a nossa terra e região, de que é um estudioso apaixonado. Veio à baila uma célebre foto que circula nas redes sociais, que, segundo se diz, retrata uma viagem de Raul Brandão, jornalista e escritor conceituado, à praia da Barra, com farol à vista. 
Na altura da sua visita tive a oportunidade de sublinhar que, segundo o que tenho lido de Raul Brandão, nunca vi nos seus escritos qualquer referência ao nosso Farol, o mais alto de Portugal, apesar de o escritor ter andado pela Ria de Aveiro, de que fez inúmeros registos de uma beleza ímpar. E não viu o Farol? Parece que não… ou então não lhe achou graça nem importância, o que é estranho. 
Pois o Joaquim Soares fez pesquisas e chegou à conclusão de que a foto se refere a Raul Marçal Brandão que viria a ser vereador da Câmara Municipal do Porto, adiantando que teria visitado a Praia da Barra em 1909, mas não a Raul Brandão, escritor com lugar de destaque no Jornalismo e na Literatura. 
Muito obrigado, meu caro Joaquim Soares, pela partilha. 

F. M. 

NOTA: A foto foi editada por Joaquim Soares. 


Nos 100 anos de Sophia





PORQUE

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não. 

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner Andresen

In “Cem Poemas de Sophia”

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Festival Gastronomia de Bordo


8 a 17 de novembro 


De 8 a 17 de novembro, vamos ter o Festival Gastronomia de Bordo no nosso município, estando garantidas ementas com sabores e saberes “ancorados na cozinha tradicional e bacalhoeira”, lê-se no texto promocional da CMI. Isso significa que 19 restaurantes assumiram a responsabilidade de servir “verdadeiras iguarias inspiradas em pratos tão emblemáticos de bacalhau e seus derivados como a famosa Chora, uma sopa feita com a cabeça do bacalhau, caldeirada de espinhas de bacalhau ou línguas fritas”. 
Sendo certo que não faltará quem se esmere em apresentar pratos recriados com base no genuíno das nossas tradições gastronómicas, estamos em crer que os apreciadores saberão aproveitar a oportunidade de degustar o que a saga bacalhoeira proporcionou ao nosso povo no domínio da gastronomia. 
Bom apetite para todos. 

Restaurantes aderentes: 

A Praia do Tubarão 
Bela Ria 
Bronze - Seafood & Lounge (participação especial apenas a 8, 9 e 10 de novembro) 
Canastra do Fidalgo 
Cantina Bar da Lota 
Clube de Vela 
Duna do Meio 
Estrela do Mar 
Iguarias – Food and Drinks 
Manel o Leão 
Maradentro 
Marina by Luís Lavrador 
Marisqueira Barra 
Marisqueira da Costa Nova 
Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel 
O Gafanhoto 
O Navegante 
Salsus 
Traineira

Ver programa aqui

Nota: Foto da rede global 

Dia Mundial do Cinema


O Dia Mundial do Cinema comemora-se anualmente a 5 de novembro, fundamentalmente para lembrar a muitos que o cinema foi considerado a sétima arte e que, desde sempre, foi tido como arte  mágica, atraindo milhões e milhões de apaixonados. Desde que foi inventado, o cinema impôs-se como essencial à vida. Realmente, não há vida sem filmes capazes de suscitar paixões. O cinema está na vida de cada um no quotidiano de todos 
Com os avanços tecnológicos, os filmes das nossas vida estão sempre presentes, desde os “mudos” aos tecnicamente mais avançados, com atores e atrizes que têm lugar cativo nas nossas recordações mais remotas até realizadores que marcaram eras. E a sua evolução foi tão extraordinária, que hoje, sob a forma de séries, telenovelas, históricos, realistas, de ficção científica ou tecnológica, enchem  os nossos dias como arte  completa e insubstituível. 
A sétima arte é considerada por muitos como arte mágica, pelo seu poder sobre as emoções humanas. O cinema inspira milhões de pessoas, fazendo-as  sonhar, rir, chorar e gritar apaixonadamente a qualquer altura do dia. Sem o cinema, o mundo não seria certamente o mesmo, acompanhando-nos  nas noites de serão, nos dias livres, nas horas de ócio ou de puro deleite. Os filmes, que até já dispensam as grandes salas de cinema, estão nos ecrãs das nossas televisões, nos vídeos ou noutros  suportes tecnológicos. Estão para ficar, para nos levarem de visita às mais longínquas paragens, para nos divertirem, para nos comoverem e para nos tornarem partícipes do mundo em que vivemos.

F. M. 

Snack de Caldeirada de Espinhas de Bacalhau




Ingredientes: 

1 espinha de bacalhau demolhada ou fresca 
2 cebolas médias às meias luas 
½ alho francês às rodelas 
1 folha louro 
½ pimento vermelho às tiras 
½ pimento verde às tiras 
5 dentes de alho 
0,5 kg batata às rodelas 
Piripiri q.b. 
50 ml vinho branco 
½ tomate lata 
Salsa e coentros, alguns ramos 
Caldo de cozedura das espinhas q.b 
Azeite q.b. 
Sal q.b. 

Preparação: 

Comece por colocar numa panela a espinha de bacalhau partida em pedaços, cubra com água fria, acrescente alguns aromáticos (alho, cebola, louro, alho francês) e deixe cozer por 5 minutos após levantar fervura. Retire do caldo, remova e pique os samos e as aparas de bacalhau das espinhas. Passe o caldo por um passador de rede e reserve. Num tacho, coloque o azeite e refogue bem a cebola, os pimentos e, por último, os dentes de alho. Refresque com vinho branco, adicione o tomate e refogue mais um pouco. Adicione a batata, a salsa e os coentros e cubra com o caldo de cozedura das espinhas. Quando a batata estiver cozida, triture tudo com a ajuda de uma varinha mágica, de modo a ficar um puré cremoso. Tempere com sal e piripiri a gosto. Salteie os samos e as aparas de bacalhau com um pouco de azeite. Empratamento em colheres de degustação: Coloque o puré de caldeirada na colher e, por cima, um pouco dos samos e bacalhau salteados. Finalize com coentros picados. receita Bom apetite! 

Receita gentilmente cedida pelo chef Ricardo Marques, 
no âmbito do Festival Gastronomia de Bordo

 Fonte: Agenda "Viver em.." da CMI

Felicidade Humana



«Estou mais do que nunca influenciado
pela convicção de que a igualdade social
é a única base da felicidade humana»

 Nelson Mandela (1918-2013), estadista, Nobel da Paz

Li no PUBLICO de hoje

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Desertos


«Há muitas formas de deserto. Há o deserto da pobreza, o deserto da fome e da sede, há o deserto do abandono, da solidão, do amor destruído. Há o deserto da obscuridade de Deus, do esvaziamento das almas que deixaram de ter consciência da dignidade e do caminho do ser humano. Os desertos exteriores multiplicam-se no mundo porque os desertos interiores tornaram-se vastos.»

Li aqui 

domingo, 3 de novembro de 2019

Há um só batismo

Crónica de Bento Domingues no PÚBLICO - Há mais sacerdotes do que se pensa



«Certo empolamento dos “ministérios ordenados” na Igreja corre o perigo de fazer esquecer aquilo para que foram criados: o serviço de comunidades concretas que existem sempre em determinadas circunstâncias de tempo e lugar. Circunstâncias que de modo nenhum podem ser esquecidas nas estratégias e nas tácticas dos planos pastorais. As comunidades cristãs são constituídas por homens e mulheres na base de um único Baptismo.
Em toda a história da Igreja nunca existiu um Baptismo só para homens e outro só para mulheres. É o sacramento da incorporação no Espírito de Cristo. Todos, mulheres e homens, participam do mesmo sacerdócio, o sacerdócio de Cristo, em todas as suas dimensões.
São as mulheres e os homens renascidos no Baptismo – e que dele tomam consciência viva – os verdadeiros responsáveis do testemunho de Jesus de Nazaré, na sua vida pessoal e comunitária, assim como da promoção e organização dos serviços indispensáveis à expansão desse testemunho. Quando o fogo do Espírito é atiçado, esses serviços nascem e desenvolvem-se das formas mais inesperadas.»

O mistério do que somos

Crónica de Anselmo Borges no DN - A Sibila: "Porque... porque..."


«A Sibila é, sem dúvida, uma obra profundamente marcada pela pergunta religiosa e metafísica. O seu fio condutor é um impulso inconformado de aspirações que arrasta a Humanidade na sua História. Há a mesquinhez nas relações humanas, a vaidade do poder e a sua busca ridícula, a pequenez estúpida, mas o que a todos une é querer compreender o que somos, e o que nos move, numa existência sempre ambígua, de grandezas e de cobardias, é uma transcendência inalcançada, mas sempre esperada.»

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