quinta-feira, 26 de maio de 2011

Banco Alimentar Contra a Fome em nova campanha

RECOLHA DE ALIMENTOS:28 E 29 DE MAIO


Graças à sua ajuda há cada vez mais sorrisos

«Os Bancos Alimentares Contra a Fome voltam a apelar à generosidade do público em mais uma campanha de recolha de alimentos no próximo fim-de-semana, 28 e 29 de Maio, em superfícies comerciais e na Internet.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome voltam a apelar à generosidade do público em mais uma campanha de recolha de alimentos no próximo fim-de-semana, 28 e 29 de Maio. A solidariedade sempre renovada dos portugueses volta a ser posta à prova num momento de particular dificuldade e necessidade: nunca como agora fez tanto sentido a ideia de que é possível fazer a diferença apenas com um pequeno gesto. A coincidir com a campanha de recolha de alimentos na rua, o Banco Alimentar apresenta ainda uma inovação que representa uma comodidade para muitos. A partir de agora, os donativos poderão ser efectuados através de uma plataforma electrónica, sem necessidade da deslocação tradicional aos estabelecimentos comerciais.»

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Júlio Pedrosa no Auditório Mãe do Redentor


Hoje, quinta-feira, no Auditório Mãe do Redentor, Gafanha da Nazaré, o Prof. Júlio Pedrosa, docente universitário e antigo ministro da Educação, vai falar sobre "A educação e a felicidade das pessoas". Trata-se de uma acção integrada nas "Conferências Primavera 2011" e destinada a toda a gente, em especial pais, educadores, professores e demais agentes ligados à formação de crianças, jovens e adultos. 
Haverá um momento musical a cargo do Coral do Porto de Aveiro. Às 21 horas, com entrada livre.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Rádio Terra Nova assume-se como regional

Vasco Lagarto em entrevista ao Correio do Vouga

Vasco Lagarto

"Temos a responsabilidade 
do serviço público local"


A Terra Nova, prestes a completar 25 anos, assume-se, cada vez mais, como o principal órgão informativo da região de Aveiro em termos radiofónicos. À frente deste projecto comunicacional está, desde a primeira hora, o engenheiro Vasco Lagarto, que realça que a rádio presta serviço público local. Entrevista conduzida por Jorge Pires Ferreira.


CORREIO DO VOUGA - A rádio Terra Nova (TN) recebeu no feriado de Ílhavo, que este ano coincidiu com o 25 de Abril, uma medalha “pelos seus 25 anos de trabalho, ao nível da comunicação e promoçao do município de Ílhavo”, mas esta é uma rádio que se assume cada vez mais como regional…

VASCO LAGARTO - Nós de facto consideramos que pertencemos à região de Aveiro. Estamos sedeados no concelho de Ílhavo, somos uma rádio local, segundo o que está estipulado legalmente, mas cada vez mais o que acontece extravasa os limites do concelho e procurarmos estar enquadrados com o que vai acontecendo à nossa volta.

Cultura afugenta ansiedades


(Clicar na imagem para ampliar)

Carlos Duarte publica mais fotografias em “Margens da Ria”

Carlos Duarte no lançamento do seu livro

O avô de Carlos Duarte

A ria vista das margens 
e as margens vistas da ria

O gosto pela fotografia e pelo jornalismo nasceu no Carlos Duarte ainda  menino. Com o avô, com quem viveu, que até tinha um pequeno laboratório para revelação. Paralelamente, surgiu a sensibilidade para o jornalismo. Estava habituado, desde tenra idade, a conviver com o Diário de Lisboa, com a Vida Mundial e com o Primeiro de Janeiro. Os seus olhares fixavam-se mais nas reportagens fotográficas do final da Segunda Grande Guerra.
Na Guerra de África, em Moçambique, viu reconhecido o seu talento pela revista Tempo de Moçambique e a vida, à volta da fotografia e do jornalismo, não mais parou. Conta no seu currículo com quatro exposições, na Gafanha da Nazaré e em Ílhavo, mas também na Costa Nova. “Margens da Ria” é o segundo livro. O primeiro, “40 anos de fotografia”, já esgotou duas edições. Para o mais recente, espera-se o mesmo êxito.
A reportagem fotográfica, sonho nascido há muito, continua a ser projeto em construção permanente, mostrando uma acuidade que o leva a estar em tudo o que é digno de registo na região. E ainda tem tempo para lecionar comunicação e fotografia na Universidade Sénior da Fundação Prior Sardo.
Questionado sobre os temas de sua predileção, garante-me que os não tem. «Gosto de fotografar tudo o que julgo que devo mostrar; e ainda hoje raramente escrevo um artigo para um jornal que não seja acompanhado de uma fotografia.»
Contudo, sublinha que «a ria (sou do signo dos Peixes) e a água, para mim, juntamente com o Sol, são os elementos da natureza de que mais gosto, e assim,  todas, ou  a maioria das imagens, os representam». E acrescenta: «a ria tem o céu azul que, para mim, é único, como "escrevia" nas suas telas o pintor Cândido Teles.»
Quem apreciar as fotografias agora editadas em livro por Carlos Duarte sente o sabor das margens da nossa ria. Limpa e airosa, popular e humana, colorida e próxima, festiva e abandonada, de trabalho e de recreio, dos limos e redes, das nuvens refletidas e dos montes de sal que se têm evaporado com o tempo.
As “Margens da Ria”, vistas das margens, aqui e ali vistas da ria. Bom cartaz para se gostar ainda mais da nossa Ria.

Fernando Martins

Programa dos que não se resignam a ficar calados



Programa político de um cidadão cristão, 
responsável e livre

António Marcelino

Não é um programa partidário, nem vai a votos. Qualquer que seja o resultado dos que vão às urnas, este será sempre um programa permanente, válido e imperioso. É o programa dos que não se resignam a ficar calados e instalados, que sentem o dever de intervir com liberdade, sem medo e não olhar a proveitos pessoais. Pontos do programa para uma sociedade livre e aberta ao bem de todos. Não são aqueles a que os partidos costumam dar maior atenção, mesmo que digam o contrário. Aí vão: 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Miguel Torga: O que pode o inconsciente colectivo!


Aveiro: Fórum

Numa das suas passagens por Aveiro, mais concretamente em 14 de agosto de 1973, Miguel Torga escreveu assim:

«O que pode o inconsciente colectivo! Nunca aqui venho, seja qual for o motivo que me traga, que uma força poderosa me não coaja intimamente. Sem querer, sinto-me cidadão. Parece que caminho nas ruas com todos os direitos e obrigações às costas.»

"Diário - XII" 


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