1. Volta e meia, até para compreender alguma da casuística de deseducação actual, reaviva-se a abordagem sobre a questão da relação educativa, e nesta o procurar situar o enquadramento e o papel da autoridade. Quem não se recorda da pertinência da obra de Alain Renaut cuja designação era sintomática: O fim da autoridade (Piaget 2005), escrito em que se apresenta um diagnóstico muito lúcido sobre a grande crise transformadora que se instalou nas relações educativas em que modelos tradicionais não resistem às vanguardas modernas. Nem ao mar nem à serra! Mas o certo é que a palavra “autoridade”, viciada, continua a meter medo, este que deveria estar circunscrito às noções, sim, de autoriratismo…
2. Vem a talho de foice esta reflexão a propósito de mais uma obra destes dias que fala do “regresso do Pai”, como se desde as liberdades de Maio de 68 as sociedades ocidentais navegassem sem uma autoridade paterna que norteasse a ética do caminho a seguir. Metáfora à parte, todo este mecanismo da gestão das relações humanas e nestas das tarefas e responsabilidades de cada um no bem de todos não é missão menor, muito pelo contrário. É na informalidade diária que a autoridade situada se obriga a si mesma à maturidade da credibilidade. Os tempos que correm reclamam “regras” para conduzir o barco a bom porto, regras estas que mesmo numa certa ilusória igualitarização da sociedade ajuda a que cada um ocupe (não perdendo) o seu lugar.
3. Talvez neste campo as sociedades actuais estejam a pagar uma grande factura que se expande e se esvai como líquido que corre entre as mãos. Os medos do “dizer não” ou a ludicidade sorridente de tudo procurando gerar até ao limite a aceitação como se não fosse necessário algum esforço para aprender e crescer… foram, muitas vezes, promovendo pequenos super-homens que valorizam mais o individualismo vitorioso que a fraternidade… Não é incompatível o “regresso do Pai” com os valores criativos do indivíduo. É preciso!
Alexandre Cruz
quarta-feira, 15 de abril de 2009
O regresso do Pai
1. Volta e meia, até para compreender alguma da casuística de deseducação actual, reaviva-se a abordagem sobre a questão da relação educativa, e nesta o procurar situar o enquadramento e o papel da autoridade. Quem não se recorda da pertinência da obra de Alain Renaut cuja designação era sintomática: O fim da autoridade (Piaget 2005), escrito em que se apresenta um diagnóstico muito lúcido sobre a grande crise transformadora que se instalou nas relações educativas em que modelos tradicionais não resistem às vanguardas modernas. Nem ao mar nem à serra! Mas o certo é que a palavra “autoridade”, viciada, continua a meter medo, este que deveria estar circunscrito às noções, sim, de autoriratismo…
2. Vem a talho de foice esta reflexão a propósito de mais uma obra destes dias que fala do “regresso do Pai”, como se desde as liberdades de Maio de 68 as sociedades ocidentais navegassem sem uma autoridade paterna que norteasse a ética do caminho a seguir. Metáfora à parte, todo este mecanismo da gestão das relações humanas e nestas das tarefas e responsabilidades de cada um no bem de todos não é missão menor, muito pelo contrário. É na informalidade diária que a autoridade situada se obriga a si mesma à maturidade da credibilidade. Os tempos que correm reclamam “regras” para conduzir o barco a bom porto, regras estas que mesmo numa certa ilusória igualitarização da sociedade ajuda a que cada um ocupe (não perdendo) o seu lugar.
3. Talvez neste campo as sociedades actuais estejam a pagar uma grande factura que se expande e se esvai como líquido que corre entre as mãos. Os medos do “dizer não” ou a ludicidade sorridente de tudo procurando gerar até ao limite a aceitação como se não fosse necessário algum esforço para aprender e crescer… foram, muitas vezes, promovendo pequenos super-homens que valorizam mais o individualismo vitorioso que a fraternidade… Não é incompatível o “regresso do Pai” com os valores criativos do indivíduo. É preciso!
Alexandre Cruz
Bombeiros salvam imagem de Nossa Senhora
Aventuras de um boxer...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Mini-Repórteres no Porto de Aveiro
Continuemos a Páscoa!
Em busca de respostas
Gafanha da Nazaré: Cidade há 8 anos
Gafanha da Encarnação: Cruzeiro dos Centenários
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Ela é a tenaz
Raul Brandão: Nós não vemos a vida
domingo, 12 de abril de 2009
Mensagem de Páscoa de Bento XVI
sábado, 11 de abril de 2009
Confissões do actor Miguel Guilherme na SÁBADO
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS –126
Um escuna
Páscoa-Ressurreição
Desde os primórdios da minha existência como ser humano racional, que me deslumbro com esta festa do calendário litúrgico. Festa sim, em toda a abrangência da palavra, pois se comemora, agora, não a natividade, mas sim a vitória da vida sobre a morte!
Desde miúda que observo como a natureza, nesta Primavera farta, se associa a este cântico de louvor ao nosso Criador, e a minha alma, que por vezes se vestiu de luto, enverga agora as cores mais garridas, numa alegria esfuziante e numa candura extemporânea. É para mim a festa da Primavera! Quando desço ao jardim, sou assaltada por um espectáculo verdadeiramente sinestésico. Os amores-perfeitos, os lírios, as prímulas, os ranúnculos, os goivos... presenteiam-me com a garridice das suas cores vivas... Os beijinhos de frade ainda estão a ensaiar os primeiros passos nesta aventura da floração! Mas... quando eclodirem, aparecerão aos magotes ou enfileirados como numa qualquer filinha indiana para beijar a mão ao pontífice! Ao tacto será experimentada a textura acetinada dos amores-perfeitos, que deixam uma sensação de aveludada fragrância!
E perante esta explosão dos sentidos, que me atestam toda a generosidade com que fui dotada pela herança genética... num acto de contrição, eu penitencio-me, nesta quaresma tardia, a espreitar já os laivos da libertação! Sim, prescindindo da confissão e penitência consequente, eu admito e condeno o meu pecado da ingratidão. Não para com alguns humanos, a quem já demonstrei que não sou sofro de amnésia, mas perante o Criador! Aqueles momentos de algum desalento perante as procelas da vida, aquelas dúvidas que me assaltam, sobre os desígnios que presidiram à minha peregrinação na terra, são a manifestação humana desse meu pecado da ingratidão.
Deus foi muito generoso para comigo, facultando-me uma riqueza incalculável, nos dons de que me dotou e de que eu sou altamente beneficiada. Não são um dado adquirido, não são! Quantos cegos adorariam contemplar a riqueza policroma do meu jardim primaveril? Quantos surdos-mudos não rejubilariam ao sentir a beleza dos acordes melodiosos da música, em tantas formas consubstanciada? E enumeraria uma panóplia de maravilhas que não estão ao alcance de todos. E... todos somos filhos de Deus, como desde menina me habituaram a ouvir!
Depois disto, fico verdadeiramente grata ao meu Senhor, pela maravilhas que em mim operou! E..são tantas, que não irei enumerar, pelo perigo de cair num narcisismo pretensioso.
Mas recordo aquela saída da garotinha que, perante um espectáculo de rara beleza, para ela, saiu-se com esta: - O céu estava tão azulinho, tão azulinho que até parecia um moranguinho!
E... viva a Páscoa, o Homem novo, a libertação interior e a natureza engalanada para proclamar a ressurreição de Cristo!
Eu... sou fã d'Ele! Do Homem... íntegro, sábio, maduro... que não condenou a Maria Madalena, antes lhe perdoou e a mandou ir em paz... como é apanágio das almas nobres! Homem pobre
Gaivota em descanso
sexta-feira, 10 de abril de 2009
ZOOmarine: Visita Obrigatória
Uma tarde no ZOOmarine deu, no mínimo, para recordar outra visita e para, mais uma vez, apoiar quem vive para dignificar diversas espécies de animais. Os espectáculos, todos eles com sentido pedagógico e educativo, são desenvolvidos debaixo de uma dinâmica que envolve os muitos visitantes que os procuram. Sente-se uma coordenação previamente estudada para que tudo bata certo durante o dia.
Com funcionários atentos e disponíveis para todos os esclarecimentos, percebe-se perfeitamente que todos estão ali para servir a causa dos animais, das mais variadas espécies. Golfinhos em movimento, Focas e Leões Marinhos à volta do livro mágico, Floresta Encantada com predominância de aves tropicais, Aves de Rapina rasgando os céus, sessões de Cinema, Aquário e Exposição ConsCiência constituem outros tantos momentos de convívio com o mundo animal, bem acompanhados pelos treinadores e demais colaboradores.
Este apontamento apenas servirá, como é minha intenção, para sensibilizar quem vem ao Algarve, para a visita que se impõe.
ALBUFEIRA: Museu Municipal de Arqueologia
ESPERANÇA QUE ORIENTA E ESTIMULA A VIDA
Há anos, Vítor Cunha Rego, com a profundidade que sabia dar aos seus escritos, escreveu no DN, de que foi director, um comentário curioso sobre os feriados da Páscoa que, para muita gente, são apenas a ponte alargada que permite saídas mais longas. Ansioso, interrogava-se, procurando com sinceridade, o essencial que pudesse dar sentido à sua vida. E perguntava, então, qual a razão dessa tão desejada ponte que surgia, cada ano, a contento de toda a gente, crente ou não crente. Não deixou de lamentar, por fim, que tantos se aproveitassem dela sem irem até ao acontecimento, maravilhoso e único, da Páscoa de Cristo, que a todos a permitia gozar.
Na Páscoa evoca-se e celebra-se o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, Filho de Deus, com todo o seu significado, pessoal e social. Acontecimento único, com sentido definitivo para a história de cada cristão convicto e da própria humanidade.
Há vidas serenas, mesmo em momentos de tempestade, dor e incompreensão. Outras são vidas tumultuosas, sem razões válidas para tanta perturbação e instabilidade. Todos os dias o vemos em graus diferentes e em gente concreta e com a sua história.
Porque acontece assim? Causas profundas e subtis comandam a vida e suas reacções e escapam, frequentemente, ao olhar de quem vê de fora e, às vezes, até ao próprio.
Há na vida de cada um de nós coisas que nos condicionam. Fáceis de verificar se são exteriores e se tornam objecto das nossas críticas, louvores ou desculpas. Outras há que nos determinam, têm dentro de nós as suas raízes, cultivadas ainda que escondidas. Tudo isto se vai tornando claro, de harmonia com a atenção e o sentido que damos à vida, e o cuidado que prestamos às nossas acções e comportamentos.
Quem vive de exterioridades ou de emoções passageiras não percebe ou não dá atenção ao que se passa em si próprio ou à sua volta. Sabe da ponte para a aproveitar, mas não se debruça para lhe alcançar as margens, a força que nelas existe e o estímulo que pode vazar dentro de nós, mais importante que os dias feriados que proporciona. É este passar pelas coisas sem lhes descobrir o sentido, que faz escassear a esperança, empobrecer a vida e menosprezar as exigências que a comandam e as riquezas que contém.
Chegamos à Páscoa. Com ela, à possibilidade de uma nova ponte, que tanto dá para passear, como para, serenamente, vivenciar a experiência de se sentir amado, vivo e liberto, e de se poder saciar na Fonte inesgotável, de onde dimana felicidade e paz.
A Páscoa é, para os cristãos, a Festa por excelência. Não se resume a flores e amêndoas.Traz consigo energias renovadoras que dão sentido diário àqueles que celebram na fé a sua vida, e permanecem, unidos na esperança, a todos os outros crentes, para os quais Jesus Cristo, vencedor da morte, é a figura central da história humana.
Páscoa é “passagem da morte à vida”. Só o amor é capaz de a realizar em todos e em todas as circunstâncias. Diariamente. O amor de um Deus, rico em misericórdia, que nos dá o Seu Filho. O amor redentor de um Filho que se entregou à morte para a todos dar vida. Ele venceu a morte e, pela fé que n´Ele depositamos e pelo dom d´Ele que recebemos, nos torna, também a nós, verdadeiros vencedores.
Nesta certeza reside a nossa esperança. Ao cristão coerente, o único que está vivo como cristão, se pede que dê razões da sua esperança a uma sociedade que teme a verdade, não tem horizontes de vida e despreza os estímulos que a convidam a ir mais além.
Sem se descobrir e viver a Páscoa, não se saboreia a alegria e a paz que no Aleluia pascal se manifesta. A luz da Igreja é Cristo Ressuscitado. Sem esta luz, nada tem valor. A vida cristã ou é pascal ou não é vida. Apelo que não se pode iludir nem adiar. Uma vida pascal é o melhor contributo do cristão à sociedade. Só ele é consequente e carregado da esperança que pode ajudar a sua necessária e urgente humanização. quinta-feira, 9 de abril de 2009
Centro Social Paroquial aposta em novo Lar de Idosos
O novo lar, da responsabilidade do Centro Social Paroquial, tem de ser fruto de “um diálogo alargado”, para que a comunidade se habitue a amá-lo, no dizer do Prior da Gafanha da Nazaré, Padre Francisco Melo.
Ao apresentar três hipóteses para a sua localização, o Padre Francisco sublinhou a necessidade de se apostar num espaço situado no “centro da vida” da freguesia, para permitir aos idosos a convivência e a utilização de serviços essenciais, numa perspectiva de todos continuarem plenamente integrados na sociedade.
Apontou uma zona perto da igreja matriz, lugar de encontro, de vida e de muitos eventos, onde não faltam cafés e outros estabelecimentos que favorecem a proximidade com pessoas, familiares e amigos. “Esta opção permitirá que o Centro Social tenha assim uma acção mais próxima e interventiva na comunidade”, fazendo, ao mesmo tempo, com que toda a freguesia “sinta mais o lar como seu”, refere o relatório apresentado pelo Prior da Gafanha da Nazaré.
O terreno previsto para a construção daquele edifício, com 7793 metros quadrados, situa-se nas traseiras do mercado e possui duas entradas para a rua Guerra Junqueiro, havendo ainda a possibilidade de expansão para um dos lados, diz o mesmo relatório. Com a construção de um novo edifício, com capacidade para 60 utentes de Lar (o permitido pela legislação em vigor), 40 de Centro de Dia e 60 de Apoio Domiciliário, pretende-se manter em funcionamento o actual lar com as valências que integra, mas “com a perspectiva de num futuro próximo ser remodelado para funcionar exclusivamente como lar”, para servir pessoas “em situação de grande dependência”.
Com este projecto, o Centro Social Paroquial da Gafanha da Nazaré tem em conta a convicção de que a freguesia vai continuar a crescer sob o ponto de vista demográfico e social, à semelhança do que tem acontecido nas últimas décadas, sem ignorar o aumento substancial das pessoas idosas, por força cada vez maior da subida da esperança de vida. Nessa linha, o Padre Francisco Melo adiantou que é “importante que a opção que hoje fazemos deixe em aberto outras opções futuras”, nomeadamente, “o alargamento para outras valências”. Valorizou, entretanto, a existência de espaços exteriores “para os idosos poderem andar ao ar livre”, realidade reconhecida na zona escolhida para a implantação do lar, que é vista como tarefa prioritária e urgente.
À reunião conjunta dos Conselhos Económico e Pastoral da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré, associaram-se outras instituições sedeadas na freguesia, designadamente, a Fundação Prior Sardo, de âmbito paroquial, a Obra da Providência e o Clube Stella Maris, tuteladas pela Diocese de Aveiro, numa clara demonstração de unidade, que importa frisar. Também foi dado parecer favorável, por unanimidade, sobre o relatório e contas da direcção do Centro Social, referente ao ano de 2008. Deles se salienta que o Centro, com 67 idosos no Lar, 16 no Centro de Dia e 38 no Apoio Domiciliário, constitui-se “como importante empregador, com os seus 40 colaboradores, a acrescer os que estão em regime de prestação de serviços”.
Antigo aluno de Manta Rota
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Mensagem pascal do Bispo de Aveiro
Albufeira, espaço lendário
Os desdobráveis e brochuras dizem que Albufeira é um espaço lendário. Por aqui se foram fixando, através dos séculos, as mais variadas gentes, nomeadamente, visigodos, romanos, muçulmanos e outros, todos eles deixando as suas marcas na região, que ainda perduram no quotidiano deste povo, para não falar dos sinais do paleolítico, datados do VI milénio antes de Cristo, como pode ser confirmado no Museu Municipal de Arqueologia.
Com um clima privilegiado, acentuadamente mediterrânico, tornou-se nas últimas décadas um extraordinário pólo de desenvolvimento turístico, atraindo gentes dos mais variados quadrantes. Pelas suas ruas e ruelas, cirando pessoas que buscam descanso, calor e paz de espírito, que as águas cálidas do oceano proporcionam.
Vocacionada a região algarvia para o turismo, Albufeira assumiu o seu papel, voltando-se para quem chega, na mira de oferecer o que os veraneantes precisam e procuram. Comércio variegado, para todas as bolsas, mostra de tudo, desde o banal ao mais requintado. Ruas e esplanadas, largos e praias amplas, com pessoas a banhos de mar e sol, neste mês de Abril, dão-nos a sensação de um Verão antecipado, E se assim é nesta altura, em Primavera de nuvens por vezes carregadas e de ventinhos frios, como não será daqui a uns meses?
terça-feira, 7 de abril de 2009
Dia Mundial da Saúde
No dia de hoje, dedicado à saúde, designado por Dia Mundial da Saúde, apenas ouvi referências à doença! Estranha contradição do ser humano! Será que ambas as partes vivem tão interligadas que a sua relação é, na mente humana, indissociável?
Com efeito, durante o tempo em que me ocupava dos meus afazeres domésticos, hoje de manhã, assisti, via radiofónica, a um debate, na antena 1, sobre a utilização dos genéricos.
A discussão foi acesa e aí se esgrimiram os vários argumentos, pró e contra os referidos medicamentos.
A questão que eu levanto é esta: por que razão, neste dia, não são transmitidas receitas, conselhos, dicas para manter esse estado de perfeito bem-estar físico e psicológico a que denominam saúde, em vez de se falar na parte negativa da questão? Pela positiva é que devemos reger-nos, não é esse o lema deste blog? Por que motivo, sempre que se fala de saúde, vem imediatamente, à memória, esse rol ilimitado de doenças, incómodos, maleitas, que perturbam o equilíbrio do nosso dia a dia?
Do tratamento das doenças estão encarregados os médicos e pessoal paramédico, e deixemo-los trabalhar!
A minha filosofia de vida para manter uma boa saúde é o lema apresentado pelo poeta romano Juvenal e largamente difundido pela literatura, que se sintetiza no “Mens sana in corpore sanu”. Assim, uma boa prática de exercício físico, aliada a uma higiene de vida mental são a garantia desse bem estar harmonioso que todos almejamos!
Amigos! Toca a andar, marchar ou até correr, porque não, para termos uma vida de qualidade, ou a qualidade de vida que merecemos como seres superiores na hierarquia da criação! E... haja Saúde!
E... só uma redonda dica: “An apple a day...keeps the doctor away!”Reino dos Algarves para ingleses
O conserto dos Vinte
AVEIRO: Encontro Internacional de Poesia
O Encontro Internacional de Poesia vai realizar-se em Aveiro, no Museu da Cidade, junto à sede da Rota da Luz, em 18 de Abril de 2009, pelas 17h30m. Trata-se de uma organização do Grupo Poético de Aveiro e conta com o apoio da câmara aveirense.
Participam, entre outras instituições e pessoas, o Grupo Literário e Artístico Sarmiento, de Valladolid, e poetas de Pontevedra, Argentina e Itália. Como convidada especial, estará presente Olinda Beja.
A entrada é livre.
Fé e cultura: São Paulo poeta
São Paulo
segunda-feira, 6 de abril de 2009
ARGUS "REGRESSA" A PORTUGAL
Renascença lança uma «campanha pela positiva» na imprensa
Dois prémios para João Alberto Roque
A complexidade da Justiça
1. Se a complexidade apresenta-se como um eixo de interpretação de todo quanto se move, então o “simplificar” com eficácia para actuar em conformidade será o lema a seguir. Não custa a compreender que sistemas como o de justiça, num mundo global que pula e a avança a toda a pressa, são facilmente surpreendidos e fintados com todas as mil-e-uma tecnologias que hoje têm poderes de comunicação e agilidade muito acima das instituições dos estados. A desarticulação actual entre as justiças nacionais e as sociedades efectivamente (nos valores e nos defeitos) transnacionais, apesar de instâncias que vão procurando responder aos novos desafios, essa desarticulação será hoje uma das grandes batalhas sociais a vencer.
Um poema de Domingos Cardoso
Um Alentejo mais verde
sábado, 4 de abril de 2009
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 125
Ana Paula Vitorino: Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro ainda este ano
Porto de Aveiro venceu barreiras simbólicas e importantes para a economia nacional
PORTO DE AVEIRO NA WEB
Acção Social do Município de Ílhavo
Negacionismo, excomunhão e preservativo
Um poema de M.ª Donzília Almeida
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Semear a Não-violência
Arquivo Histórico-Documental do Porto de Aveiro vai ser hoje apresentado
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Exposição Aveiro – Terra Milenária
Voos rasteiros, pragmatismo com baias
Risco de tensões sociais
Será possível conciliar a a fé cristã e a Teoria da Evolução?
Em entrevista à «Folha de Domingo», o padre António Martins, docente da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, explica porque participou no congresso que, de 3 a 7 de Março, reuniu em Roma cientistas, filósofos e teólogos para reflectir sobre a relação entre evolução e criação, no âmbito dos 200 anos depois do nascimento de Darwin e dos 150 anos após a sua mais famosa obra, a “Origem das espécies”. O teólogo algarvio clarifica o seu entendimento sobre o que significou o evento e as suas consequências futuras.
"Uma conclusão a salientar, e talvez a mais significativa, foi o consenso geral sobre a evolução. Podem-se discutir interpretações e teorias diversas e até contraditórias, mas o facto da evolução apresenta-se hoje como uma realidade aceite por todos (ao menos por aqueles que intervieram no Congresso). Ninguém pôs em causa o evento da evolução e, em concreto, da hominização. O que não significa que tudo esteja explicado do ponto de vista científico. De facto, há hiatos obscuros, sem provas científicas seguras, na construção da teoria da evolução, onde a verificação dá lugar à probabilidade. O processo da evolução não é uma absoluta evidência científica. Por exemplo, a especiação (ou seja, o aparecimento biológico e morfológico de uma espécie) permanece mistério por explicar para as ciências."
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De Arganil, rumei a Piódão, uma Aldeia Histórica que é uma referência nacional. Foram 41 quilómetros por estrada que serpenteia a Serra do A...
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Hoje já ganhei o dia "Beber quatro cafés por dia pode ajudar pessoas com mais de 60 anos a manter força, energia e mobilidade, reduzind...








