À beira do caminho de zona agrícola, na estrada entre a Costa Nova e a Vagueira, outrora de agricultura próspera bastante badalada na região, encontrei este celeiro a caminho do fim. A velhice não perdoa e as coisas são como as pessoas.
Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins
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