quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Associação dos Amigos do Museu Marítimo de Ílhavo
Museu Marítimo de Ílhavo
Neste mês de janeiro de 2012, ano em que o Museu Marítimo de
Ílhavo celebra os 75 Anos da sua fundação, dedicamos a rubrica “a nossa gente”
à Associação dos Amigos do Museu Marítimo de Ílhavo.
A história dos Amigos do Museu confunde‑se com a história do Museu Marítimo de Ílhavo. Os Amigos, corporizando
a velha ideia de criação do
“Museu dos Ílhavos”, começaram
a reunir-se informalmente na redação
do jornal “O Ilhavense”, a partir de
1922, para dar início à grande tarefa!
Américo Teles, seu fundador, foi o expoente maior da
corporização da ideia e das Comissões Organizadoras do Museu que trabalharam
afincadamente na criação do Museu até 1937, data da inauguração. Em 1941 é
formalmente instituído o “Grupo dos Amigos do Museu” que, no entanto, só virá a
ser oficializado com novos estatutos e escritura pública em 1994 sob a designação
de “Associação dos Amigos do Museu de Ílhavo” (AMI).
É preciso aprender a tirar partido da vida
Além das receitas
João Aguiar Campos
A UE pretende desenvolver, até 2014, uma série de iniciativas/respostas ao crescente envelhecimento da sua população. A mais saliente de entre elas será a celebração do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo, que agora começa.
Os números justificam-no claramente: “em 2060 haverá apenas uma pessoa em idade ativa (15-64) por cada pessoa com mais de 65 anos”. É, pois, evidente o desafio que daqui emerge; mas também a oportunidade de pensamento e mudança que tal comporta. Sobretudo, se tal fizer aprofundar políticas sociais e alterar preconceitos...
Um deles é a ideia, muito assimilada, de que a vida (quase) termina no dia em que se passa à reforma. A pessoa em causa facilmente sente que perdeu status numa sociedade que considera que deixar de trabalhar é deixar de produzir e aumentar o número dos descartáveis.
Dia Mundial do Braille — 4 de janeiro
UMA EFEMÉRIDE QUE PRETENDE
CHAMAR A ATENÇÃO DE TODOS
Maria Donzília Almeida
Comemora-se a 4 de janeiro, de cada ano, o Dia Mundial do Braille, uma efeméride que pretende chamar a atenção de todos, para os problemas dos cidadãos invisuais e da responsabilidade que nos envolve nesta problemática, com milhões de seres em todo o mundo.
Visa-se a união de esforços para a construção dos caminhos onde se afaste a discriminação e as múltiplas barreiras que, no quotidiano, os invisuais encontram e que urge eliminar em prol de uma sociedade mais democrática, mais justa, mais fraterna e solidária. .
O Método de Braille, foi inventado por Louis Braille, um benemérito da Humanidade, que cegara aos 3 anos e viria a falecer, em Paris, em 1852, apenas com 43 anos de idade. Constituiu um importante apoio, permitindo um vasto número de actividades (leitura, integração profissional, música, lazer, etc).
Professor durante a sua curta vida, Louis Braiile, que foi também um exímio compositor, criou livros para facilitar o ensino. Elaborou com Foucault, um novo alfabeto para invisuais, também aplicado à música, à estenografia e ao cálculo, abrindo um tempo novo para os portadores da cegueira.
Painéis cerâmicos:sinais do passado
Na Av. José Estêvão registei este painel cerâmico numa casa de alguns anos. Ocupou o lugar da casa aqui representada, mas os proprietários da atual, herdeiros do velho edifício, quiseram, e bem, preservar a memória do passado. Bons sentimentos.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A BÍBLIA VISTA POR SETE PERSONALIDADES DA CULTURA
Luís Miguel Cintra
Luís Miguel Cintrauís Miguel Cintra, Alice Vieira, Tiago Cavaco, Esther Mucznik, Dimas Almeida, Teresa Toldy e José Tolentino Mendonça: sete personalidades da vida pública portuguesa, entre os quais um ator, uma escritora e teólogos católicos, protestantes e judaicos falam sobre os livros da Bíblia que mais os atraem.
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