segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sporting não acerta o passo nem os passes







O Sporting não acerta o passo nem os passes. Muito menos acerta na baliza dos adversários. Com ou sem árbitros de nomeada. O árbitro de ontem, que apitou o jogo do Sporting com o Beira-Mar, Fernando Martins de seu nome, que nada tem a ver comigo, foi escolhido pelas equipas ou seus dirigentes e saiu-se muito bem, pelo que li e ouvi. A conhecida guerra entre equipas e árbitros talvez tenha solução à vista. Seria engraçado que, a partir de uma solução como esta, os árbitros passassem a ser escolhidos pelas equipas. Será que acabariam as guerras? 

A queda de mais um ditador?

A comunicação social tem repetido, nas últimas horas, que o reinado de Khadafi está a chegar ao fim. Todos os homens livres e democratas esperam que sim. Há ainda, porém, muitos outros ditadores a aguardar vez para a inevitável queda, forçada, está bem de ver. Resta saber se a queda de um ditador, na Líbia, por exemplo, não vai dar lugar a outro ditador.

domingo, 21 de agosto de 2011

Jornada Mundial da Juventude

Em Madrid, mais de um milhão e meio de jovens de todo o mundo católico ouviram os apelos do Papa Bento XVI para vivam em espírito de missão no meio da indiferença que campeia nas sociedades atuais. Leia no link indicado a homilia do Papa na eucaristia de encerramento da jornadas. As JMJ voltarão daqui a três anos.

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Ao sabor da maré - 1






1 - Desde 2000, passo regularmente pela Figueira da Foz. Gosto da cidade, do mar que a beija, do areal imenso, da maresia que a circunda e nos entra pelas narinas e por todos os poros do corpo, da serra da Boa Viagem, do rio Mondego que aqui chega com ares serranos, das vielas estreitas e do casario antigo. Também das pessoas que são afáveis, dos registos de outros tempos que topamos em cada esquina, das histórias ligadas ao mar e dos poetas que tudo isto cantam. 

PERGUNTA CRUCIAL, RESPOSTA SUBLIME

O SER HUMANO TENDE A FAZER PERGUNTAS 
QUE SACIEM A SUA FOME DE SABER
Georgino Rocha



O ser humano tende a fazer perguntas que saciem a sua curiosidade e fome de saber. É sinal dos limites da natureza finita e da aspiração infinita do seu espírito. Faz perguntas desde a mais tenra idade e sobre os mais diversos assuntos, chegando normalmente a interrogar-se sobre o sentido da vida, a identidade pessoal, a convivência em sociedade, o futuro após a morte, Deus, Jesus Cristo, Igreja, família. Tem tendência a interrogar Deus, a pedir-lhe explicações dos seus actos, a julgá-lo no “tribunal da razão” pelas suas ausências e cumplicidades. 
A pergunta do ser humano é um eco das perguntas que Deus lhe faz ao longo da história: Adão, onde estás? Caim, que fizeste do teu irmão? Povo meu, que te fiz eu? Responde-me – suplica por meio do profeta. E vós, quem dizeis que eu sou? – indaga Jesus aos seus discípulos. Este modo de ser manifesta a relação mais profunda e o diálogo mais salutar que, naturalmente, se estabelece entre ambos: criatura e criador, ser carenciado e salvador, ser peregrino na história e senhor do tempo e da eternidade. 

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 251

DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM – 34





DOIS MOLICEIROS E ... Caríssima/o: ​ Em tempos de férias, de verão e de praia sabe bem um repouso refrescante (respeitando o esforço dos barqueiros...). E fica um desafio: que há de comum e de insólito nestes dois moliceiros? ​Manuel - Posted using BlogPress from my iPad

sábado, 20 de agosto de 2011

Outras Férias: Pardilhó de tantas lembranças




Ribeira da Aldeia


Em férias, onde quer que estejamos, lembramos sempre outras férias, onde fomos felizes. Ainda bem, porque recordar é viver. Em Pardilhó, fomos felizes todas as férias de verão. Lá viviam as tias Zulmira e Aida, ambas solteiras e "mães" da Lita, que nutria por elas um amor carregado de ternura. Até devoção. Outra tia, a Lurdes, também "mãe", vivia em Aveiro e a Pardilhó voltava com frequência. Num ambiente de dedicação plena, partilhávamos fraternidade em tudo o que fazíamos e planeávamos. Saídas à praia da Torreira, em cuja mata passávamos horas em piqueniques previamente organizados com todo o rigor, onde nada faltava para miúdos e crescidos. 
A visita à praia, para molhar os pés, não podia fugir ao esquema. Mais para andar pelo areal e arredores do que para mergulhar nas águas normalmente frias. Não havia muito o gosto pelo mergulho nem sequer apetência pelo bronzeado. Acho que nos bastava o moreno natural da nossa pele. Havia na praia a merenda também preparada antecipadamente. Os nossos filhos, naturalmente pequenos, deliravam com o carinho dispensado pelas tias. O amor que lhes tinham era notório. 

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