segunda-feira, 9 de maio de 2011

Gafanha da Nazaré: Travessa dos Bons Senhores

Travessa dos Bons Senhores

A Travessa dos Bons Senhores, na Cale da Vila, começa na Rua D. Manuel Trindade Salgueiro e não tem saída. Ali moravam os familiares da Tia Catrina (Catarina), entre outras pessoas. Um dia, estes foram à Junta de Freguesia requerer nome para a sua rua. Apresentaram várias propostas, com toda a naturalidade, e entre elas surgiu este nome, na sequência da afirmação de que nela morava gente boa. Os chefes de família seriam, do que não duvidamos, Bons Senhores. E foi esta designação que mais empenho mereceu dos requerentes. Não será uma travessa, mas está bem assim, apesar de tudo.

domingo, 8 de maio de 2011

PÚBLICO: Crónica de Bento Domingues

(Clicar na imagem para ampliar)

Gafanha da Nazaré: Fotografias dos alunos da US no Centro Cultural

Centro Cultural 


De 19 de Maio a 11 de Junho, vai estar patente na galeria de exposições do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré uma mostra de 32 fotografias feitas pelos alunos da turma de Fotografia da US da Fundação Prior Sardo. Uma exposição a não perder, até porque se trata de alunos que souberam aproveitar as orientações do professor Carlos Duarte, que os estimulou a procurar o ângulo certo para uma fotografia com arte.

Figueira da Foz: Paquete pronto para enfrentar as ondas?


Este edifício, que tanta polémica gerou, foi por diante e está em vias de conclusão, tanto quanto posso julgar pelo que vejo de fora. Qual paquete pronto para enfrentar as ondas, deve viver a festa do seu bota-abaixo provavelmente ainda durante o verão que se avizinha. Com as limitações da crise, vamos acreditar que saberá navegar vencendo vagas alterosas capazes do pior. Não será o caso, se ao leme for um comandante de garra e de saber. E a localização, mesmo defronte do mar, separado apenas pelo areal extenso, dará uma ajuda durante as viagens.

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 236

DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM - 19 




BICICLETA DE RODA ELEVADA 

Caríssima/o:

Creio que ao olharmos para a imagem que aí fica muitos recuarão para os seus tempos de Feira de Março onde se apreciavam os malabaristas... 
Pois, sendo uma invenção francesa, após a guerra de 1870, foi em Inglaterra que o velocípede se vai desenvolver com maior rapidez. 
James Starley idealizou um biciclo, baptizado de "Gran-Bi"... Esta invenção foi patenteada pelo nome de Ariel... 
A fabricação da bicicleta de roda elevada, foi uma resposta directa às limitações do velocípede. Foi necessário o aumento da roda dianteira (chegou a 152 centímetros) para um ganho de velocidade e conforto se comparado ao seu rival... 
A diminuição da roda traseira foi obrigatória, para o ganho de estabilidade. O selim foi colocado quase que acima do cubo dianteiro para fornecer uma ciclística considerável... A bicicleta de roda elevada tinha chegado a um estágio de desenvolvimento em que a sua velocidade e o conforto realmente eram bons... 
O problema é que pela sua altura, os acidentes como tombos e ataques de animais raivosos, deixavam o condutor "quebrado"... Diga-se de passagem, muitos ciclistas morreram devido aos tombos com a bicicleta de roda elevada... Chegou-se ao ponto da indústria de armas desenvolver arma e munição (velodog) para que o condutor em caso de ataque canino mantivesse a sua integridade física... 
Este veículo, avalizado pela Starley & Smith, esteve em fabricação por mais de dez anos... 

sábado, 7 de maio de 2011

Marcos Sílvio expõe na Galeria da antiga Capitania

Até 15 de maio



«Oriente-Ocidente»


Na Galeria da Capitania do Porto de Aveiro, encontra-se patente, até 15 de maio, “Oriente-Ocidente, do mar das paixões ao mar da tranquilidade”, de Marcos Sílvio. Considerando-se «mais marinhista que paisagista», o artista, que em 2011 celebra 35 anos de carreira, confessa que a sua temática preferida é, «sem dúvida, o mar e tudo o que lhe diz respeito», sendo mesmo considerado como «pintor do mar».
A exposição de pintura e modelismo, com temas essencialmente náuticos, pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 14 às 18 horas, e sábados, domingos e feriados das 15 às 19 horas.
Marcos Sílvio Silva nasceu em Ílhavo em 1935, mas foi a vila de Vagos que escolheu para viver e desenvolver não só a atividade de artista plástico, mas também a prática de modelista, dedicando-se nomeadamente aos modelos (em madeira) de navios históricos dos séculos passados.
Iniciou a sua carreira artística sob o ensinamento da pintura a óleo de um mestre ítalo-americano nos Estados Unidos da América. No seu currículo constam mais de setenta exposições, no estrangeiro e Portugal. Já recebeu diversos prémios, incluindo uma menção honrosa numa das exposições bienais da Academia da Marinha, em Lisboa.

Fonte: Porto de Aveiro

Feira de Velharias na Figueira da Foz

Banca  de um feirante

Decorreu hoje, na Figueira da Foz, a Feira das Velharias, com o habitual e elevado número de frequentadores, sobretudo da parte da manhã. Velharias não são antiguidades, mas de vez em quando lá surge uma ou outra peça digna de ocupar lugar de destaque de qualquer sala com móveis mais antigos. Livros antigos e discos (LP) não os vi com interesse por ali. Há livros antigos mas sem qualquer importância. Dos clássicos portugueses, que se encontram nos bons alfarrabistas, não havia nada de jeito. Refiro-me àquelas obras de que nos falam as histórias da literatura, mas que apenas podemos consultar nas bibliotecas. De resto, havia muito caco velho sem qualquer préstimo e no meio dele, uma ou outra peça para os mais nostálgicos e até para colecionadores. 

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