Perto da boca da barra, em frente ao Farol, com mar calmo, o barquinho resolveu descansar depois da viagem. O navegador está decerto a programar nova partida. À espera de vento, ali bem perto do areal, numa manhã clara que propicia sonhos de novas terras e de outros mundos que o oceano banha. Quem me dera poder navegar, sem medo e sem perigo, sem destino certo e com horizontes a perder de vista.
As “aparições” de Fátima
Crónica semanal de Anselmo Borges Padre e professor de Filosofia Nota introdutória Em 2017, a célebre revista CONCILIUM, que se publica em ...
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