quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ESTICA-TE ANTÓNIO!

Jorge Wemans apresenta
"Deus vem a público", de António Marujo

"Não sei por que razão aceitei estar hoje aqui a fazer este papel de apresentador. O autor não necessita de apresentação: já são vários os livros da sua autoria que, desde há mais de uma década, temos tido o gosto de poder ler; O livro, em si mesmo, de nenhuma palavra introdutória carece: é uma compilação de algumas das centenas de entrevistas publicadas pelo António Marujo no jornal Público.
Deus, mencionado no título e em que acredito, também não precisa de mim para o apresentar: Ele antecede-me e precede-me – não como a minha má fama –, por ser amorosamente fiel ao mundo e à criatura que criou, mundo e criatura que jamais abandonou ou abandonará, mesmo quando parece terrivelmente ausente e não lhes assiste com a ternura que desloca as pedras, faz parar as engrenagens e renova o horizonte de possibilidades."
Li aqui

ANIVERSÁRIO DA RESTAURAÇÃO DO MUNICÍPIO DE ÍLHAVO




A Câmara Municipal de Ílhavo assinala amanhã, dia 13 de Janeiro, o 114.º Aniversário da Restauração do Município de Ílhavo dedicando a evocação desta data à sua área geográfica mais a poente: as praias da Barra e da Costa Nova, mais propriamente à sua defesa física da erosão costeira e às intervenções de qualificação urbana e valorização da atividade económica.
PROGRAMA
14.30h – Praia da Costa Nova: Cais dos Pescadores e Parque Desportivo;
15.30h – Praia da Barra: Praceta do Molhe Sul e zona do APC Offshore.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

NICOLAUS STENO HOMENAGEADO PELO GOOGLE




Nicolaus Steno foi, hoje, homenageado pelo Google, através de um doodle que assinala o 374.º ano do nascimento deste cientista e investigador dinamarquês. Steno, que nasceu em Copenhague a 11 de janeiro de 1638, foi pioneiro nos domínios da anatomia e da geologia. Tendo-se tornado um bispo católico, foi beatificado pelo papa João Paulo II, em 1988. 
Após completar a sua educação universitária em Copenhague, viajou pela Europa, entrando em contacto com cientistas e médicos proeminentes. Inicialmente, dedicou-se ao estudo da anatomia, focando o seu trabalho sobre o sistema muscular e na natureza da contracção muscular. Utilizou a geometria para mostrar que um músculo em contracção altera a sua forma mas não o seu volume.

DIA DO CHÁ NA E.B.2/3 DA GAFANHA DA ENCARNAÇÃO




Hoje, decorreu na nossa E.B.2/3, o tradicional, anual e muito desejado Dia do chá. Inicialmente, era designado como “Tea Party”, pela sua conotação britânica, pois era organizado pelo grupo de Inglês. Com a evolução dos tempos, numa nova dinâmica escolar e a junção das Línguas, Português, Francês Inglês e Espanhol, num só Departamento de Línguas, foi alargando os seus horizontes e abarca hoje as várias línguas, lecionadas na escola.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CRISE É TAMBÉM OPORTUNIDADE DE CONSTRUÇÃO




De que falamos quando falamos de crise?
José Tolentino Mendonça
Mais do que uma palavra, “crise” é uma árvore de significados urgentes e incessantes. O modo como hoje empregamos a palavra “crise” vem muito pela via da medicina. Para Hipócrates e depois para Galiano, no século segundo, o momento de crise é aquele momento em que a doença se decide: ou nos precipita na morte ou nos encaminha para a recuperação. A crise é assim o ponto de passagem, o nó de viragem, o instante da transformação.




Um livro de António Marques da Silva e Ana Maria Lopes

Esta é mais uma obra que deve figurar nas estantes 
de todos os que se interessam pelas temáticas 
relacionadas com a nossa Ria de Aveiro



“Bateiras da Ria de Aveiro — Memórias e Modelos” 

Em outubro passado veio a lume mais um livro alusivo às nossas tradições lagunares — “Bateiras da Ria de Aveiro — Memórias e Modelos” —, que saiu das investigações e do labor de António Marques da Silva e Ana Maria Lopes, especialistas nesta área. A edição foi da Câmara Municipal de Ílhavo — Museu Marítimo de Ílhavo, com o apoio da Associação dos Amigos do Museu de Ílhavo. Esta é mais uma obra que deve figurar nas estantes de todos os que se interessam pelas temáticas relacionadas com a nossa Ria de Aveiro, bem como por todos os que apreciam registos do nosso passado ligado às águas que por todos os lados nos circundam, tornando-nos anfíbios, como dizia Raul Brandão. 
Li e reli o trabalho, mas ainda não saltou para qualquer prateleira das minhas estantes, pois ele merece, sem dúvida, ser saboreado com prazer mais uns tempos, para dele usufruir o cuidado e o gosto com que foi elaborado.

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