(Clicar na imagem para ampliar)
domingo, 22 de maio de 2011
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 238
DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM - 21
Caríssima/o:
MALDITA MATEMÁTICA!
Caríssima/o:
Dediquemos este nosso passeio matinal a todos e todas que se preparam para os últimos testes do ano e desejar-lhes que os bons sonhos os impulsionem rumo a um futuro promissor!
«Era a campainha da escola. E não parava de tocar. O João abriu os olhos de repente e endireitou-se na carteira. Tinha despertado mesmo a tempo de ouvir o professor bater as palmas e dizer:
- E pronto, o tempo chegou ao fim. Quero as vossas folhas em cima da minha secretária. Ouviram?
Lá ouvir tinham ouvido mas só alguns alunos, poucos, se levantaram e entregaram as folhas. Os outros continuaram sentados e aproveitaram para um último e desesperado esforço final.
O João esfregou os olhos e leu mais uma vez a pergunta fatal:«A que horas chegou ao ponto “B” o primeiro homem e quanto tempo depois do segundo?»
Se ele bem entendera aquele problema, o primeiro homem ainda ia a caminho do ponto B e o segundo homem nunca lá chegaria porque já tinha morrido. Para ele era essa a resposta certa.
Mas ... e o professor? Compreenderia ele aquela resposta? O João tinha muitas dúvidas. Para isso talvez fosse necessário contar-lhe toda a história desde o princípio e o professor não gostava de histórias, gostava de resultados concretos, de números.
Entregue aos seus pensamentos, o João nem deu pela proximidade do professor que se cansou de esperar e veio recolher os testes às carteiras. Quando o sentiu já ele lhe arrancava a folha da frente. E a folha estava em branco.
- Com que então temos aqui um zero – disse ele com um sorriso cínico antes de se afastar com o monte de folhas na mão.
“Estou perdido”, pensou o João enquanto arrumava as coisas na pasta.
- Maldita matemática!
sábado, 21 de maio de 2011
Jornada da Pastoral da Cultura: Elogio da fraternidade
Estão abertas as inscrições para a 7.ª Jornada da Pastoral da Cultura, dedicada ao "Elogio da fraternidade", depois de 2009 e 2010 terem sido escolhidos os temas da "liberdade" e da "igualdade".
O encontro, que decorre a 17 de junho (sexta-feira), em Fátima, conta com a participação de José Mattoso (historiador), Lídia Jorge (escritora), Mário Gajo de Carvalho (realizador), António Jorge Cerejeira Fontes e André Cerejeira Fontes (arquitetos) e Joaquim Félix de Carvalho (teólogo).
Durante a tarde, D. Manuel Clemente (presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais), Manuel Braga da Cruz (reitor da Universidade Católica Portuguesa) e Manuel Carvalho da Silva (secretário-geral da CGTP) integram a mesa-redonda "O elogio da fraternidade", com moderação da jornalista Rebecca Abecassis.
A Jornada prossegue com a cerimónia de entrega do Prémio Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes ao compositor Eurico Carrapatoso.
Ler mais aqui
Efeméride: Princesa Joana faleceu a 12 de maio
Em 12 de maio foi dia de celebrar a nossa Santa Joana Princesa, padroeira da cidade e diocese de Aveiro. Faleceu neste dia e por isso a recordamos aqui. Os santos são sempre recordados quando deixam a vida terrena. E a nossa padroeira, que cedo foi canonizada pelo povo de Aveiro, simboliza bem o amor que é possível alguém manifestar por uma terra.
A cidade e diocese, que a veneram com honras desde há muito tempo, dedicam-lhe o dia 12 de maio de cada ano, para a lembrar e para a propor como modelo de vida às gerações actuais, tão carente de exemplos de doação aos feridos da vida. Tenho verificado que até os mais céticos pelas coisas divinas não deixam de mostrar, pela nossa padroeira, uma simpatia muito grande, para não dizer uma devoção sentida.
Fora do meu raio de ação habitual, associo-me a quantos neste dia se aproximam de Santa Joana, cujos restos mortais repousam no seu túmulo, no Museu de Aveiro, enquanto a sua alma se recolheu no coração de Deus, onde vela por nós.
NOTA: Bloqueado durante a avaria do Blogger
NOTA: Bloqueado durante a avaria do Blogger
DE QUE SOFRE A IGREJA?
Hans Küng
Anselmo Borges
Não falta quem se irrite com o simples nome de Hans Küng, acusando-o inclusivamente de ressentido: não teria ainda perdoado a João Paulo II nem a Bento XVI a condenação. Mas quem tenha boa fé sabe que Küng se confessa convictamente cristão - para ele, ser cristão é ter Jesus Cristo como determinante na vida e na morte - e não pode ignorar o seu contributo incalculável para o encontro da fé com o mundo moderno e pós-moderno e um ethos global. Leia-se, por exemplo, a sua recente obra Was ich glaube, várias vezes aqui citada e agora traduzida para espanhol - Lo que yo creo -, onde, de modo profundo e pessoal, responde às perguntas essenciais: em que posso acreditar?, em que posso confiar?, em que posso esperar?, como posso configurar a minha vida?
Subscrever:
Comentários (Atom)





