Andamos muito, penso eu, com os olhos fixo no chão dos caminhos. Terão, por vezes, a sua beleza, nem sempre sentido, nem sempre apreciada. Mas eu prefiro olhar o céu, onde a beleza das cores e formas, em viagens sem fim, nos deixam extasiados. Como hoje aconteceu. Desafio? Claro. É preciso olhar para cima!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A pobreza tem rosto e tem história
Mineiro resgatado
Um clamor já escutado e outros que esperam vez
António Marcelino
«O clamor de trinta e três homens resistentes, gritando sempre pela vida, quando envolvidos pela terrível perspectiva de um maior poder da morte; a decisão comum de não desistir, dentro e fora da mina; a conjugação maravilhosa da capacidade humana, das possibilidades técnicas e do saber científico adquirido; a disponibilidade de quem podia ao serviço de quem mais precisava; o gesto de solidariedade que abanou a sociedade das várias línguas e cores e a todos fez bem, tudo isto mostrou que há clamores que quando escutados deixam o mundo mais humano, e mais confiante nas suas capacidades de sempre “fazer o bem sem olhar a quem”.»
terça-feira, 19 de outubro de 2010
As pessoas e o multiculturalismo
Enzo Pace
A geografia religiosa da Europa mudou por causa das migrações. Por isso, e pela estranheza de costumes e culturas, inventou-se a ideia de que os estrangeiros pertencem a mundos exóticos e longínquos. E os ciganos são as piores vítimas, na mais baixa escala do termómetro do preconceito. Ideias do sociólogo italiano Enzo Pace, co-autor de um livro sobre religião e migrações. Por António Marujo
Ler a entrevista no PÚBLICO
"O Mito de Inês de Castro em Os Lusíadas"
Túmulo de Inês de Castro
Por iniciativa da Confraria Camoniana de Ílhavo, vai realizar-se uma palestra no Museu Marítimo, no próximo sábado, 23, pelas 17 horas, subordinada ao tema "O Mito de Inês de Castro em Os Lusíadas”. Será palestrante o Prof. Doutor Manuel Ferro da Universidade de Coimbra.
Depois da palestra haverá a sessão do aniversário do Museu de Ílhavo e às 18h45 tocará o quarteto de cordas da Filarmonia das Beiras.
I GALA DA FUNDAÇÃO PRIOR SARDO
29 de Outubro, às 22 horas
A Gala da Fundação Prior Sardo, que se realiza na sexta-feira, 29 de Outubro, no Centro Cultural de Ílhavo, às 22 horas, é uma iniciativa que visa promover as diversas actividades que se desenvolvem nesta instituição. Através de prémios, procura também galardoar individualidades e instituições que se têm vindo a notabilizar. Pela vasta abrangência, será, sem dúvida, uma festa de todo o Município.
Entrada gratuita. Bilhetes disponíveis no CCI, a partir do dia 26.
Prémio para as Florinhas do Vouga
Padre João Gonçalves
“Ceia com Calor” recebe
“Troféu Português do Voluntariado 2010”
Fernando Martins
A Confederação Portuguesa do Voluntariado atribuiu ao projecto “Ceia com Calor”, das Florinhas do Vouga, o “Troféu Português do Voluntariado 2010”. Aquela organização reconheceu o «mérito da sua actuação», nomeadamente, no combate à exclusão social e à pobreza, mas ainda considerou a «capacidade de mobilização de voluntários organizados», o «espírito empreendedor» e o «envolvimento da comunidade empresarial e escolar» no seu trabalho.
“Ceia com Calor” nasceu há três anos como resposta aos sem-abrigo da cidade de Aveiro, havendo a preocupação de motivar a comunidade aveirense e arredores. Trata-se de um serviço complementar de outras valências da instituição fundada em Outubro de 1940 por D. João Evangelista de Lima Vidal, primeiro bispo da restaurada Diocese de Aveiro.
Esta iniciativa mobiliza presentemente 85 voluntários, utilizando uma carrinha com espaço para atendimento individualizado a prestar pelos técnicos da instituição, numa linha, fundamental, de contribuir para a inserção ou reinserção social de pessoas de algum modo marginalizadas ou automarginalizadas.
"Diálogo em tempo de escombros" ao vivo
«O livro “Diálogo em tempo de escombros”, resultante da troca de “e-mails” entre o bispo do Porto, D. Manuel Clemente, e o jornalista José Manuel Fernandes, transformou-se a 11 de Outubro num encontro ao vivo entre os dois protagonistas, realizado na Capela do Rato, em Lisboa.
O que é que se passou em tão pouco tempo para termos agora os escombros de uma sociedade? Neste primeiro vídeo, o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais começa por contar duas histórias que ilustram os nossos tempos: uma do campo, outra da cidade.
Hoje estamos em negociação permanente. Somos isto e o contrário. A pós-modernidade torna normal a incoerência.
O país há-de reconstruir-se. Mas para já, temos escombros.»
Se tiver uns bons minutos, pode ver estes vídeos:
http://www.snpcultura.org/vol_dialogo_em_tempo_de_escombros_ao_vivo_1.html
http://www.snpcultura.org/vol_dialogo_em_tempo_de_escombros_ao_vivo_1.html
In Ecclesia
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